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Amanita muscaria

Impressões de um Boticário de Província

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quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Parangona ignorante 

Não há nenhuma farmácia disposta a vender medicamentos em unidose

Porque é que os jornalistas não se informam, ou porque é que os jornalistas querem manipular a opinião pública?
A unidose não vinga em Portugal porque os políticos - marionetas - ainda não o quiseram; a legislação começou com quatro níveis de garantia de inexequibilidade! Se não sabem leiam.

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Peliteiro,   às  22:54
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quinta-feira, 14 de outubro de 2010

É claro que isto não dá em nada, mas... 

É claro que isto da PDCI e da Unidose não dá em nada, todos sabemos menos aqueles que ainda acreditam no Pai Natal, mas, mesmo assim, pela amostra, imaginem o choro e ranger de dentes:

Apifarma diz que decisões sobre venda em unidose e prescrição por DCI podem ser catastróficas para o setor.

Ordem dos Médicos irritada com alteração da lei, que é «um gravíssimo atentado à saúde pública.»

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Peliteiro,   às  00:21
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quarta-feira, 13 de outubro de 2010

É claro que isto não dá em nada 

Oposição aprova diplomas do CDS para unidose e medicamentos genéricos
Não li, nem me interessa ler a norma aprovada pelo Parlamento. É para ficar tudo na mesma. Unidose e prescrição por DCI, meus amigos, aposto, uma vez mais fica para as calendas gregas.

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Peliteiro,   às  19:51
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sexta-feira, 2 de julho de 2010

Unidose para estúpidos 

A unidose tem feito toda uma carreira de sucesso nos Governos de Sócrates. Podem recordar aqui o curso e as peripécias da "emblemática" medida de Sócrates (por exemplo, a Ministra Ana Jorge no seu discurso de tomada de posse prometeu Unidose em Portugal para Julho de 2008...).

Sobre a legislação da unidose publicada a 1 de Julho de 2009 escrevi que tinha «quatro níveis de garantia de que nunca terá efeitos práticos: só a título experimental, só em Lisboa, só em farmácias aderentes, só com prescrição médica por DCI».
Assim foi, nem um comprimido!
Agora foi publicada nova legislação. Não li com atenção - nem vale a pena! - mas persistem três dos quatro níveis que garantem, outra vez, a nulidade dos efeitos práticos: só a título experimental, só em farmácias aderentes, só com prescrição médica por DCI.
Só podem estar a gozar!... Não é óbvio que estão a gozar?

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Peliteiro,   às  00:12
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terça-feira, 6 de abril de 2010

Unidose 

Sem conhecer os pormenores, congratulo-me por os políticos, enfim, contrariando populismos, adoptarem as minhas recomendações - na altura, se se lembram (seguir a etiqueta abaixo), quase contra tudo e contra todos - no que respeita à vulgarmente denominada Unidose.
Ainda, interessa analisar todo este processo de decisão para vermos "como se fazem as coisas" em Portugal...
(por telefone)

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Peliteiro,   às  13:54
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segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Tenesmo 

Pedro Nunes, Bastonário da Ordem dos Médicos, hoje: «Não se perde nada por não haver medicamentos em unidose», «que está a recuar nos poucos países em que ainda existe».

Pedro Nunes, Bastonário da Ordem dos Médicos em Abril: «Para os médicos a unidose é um enorme conforto» e «evita o desperdício».

A coerência do homem das ajudas de custo.

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Peliteiro,   às  19:55
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terça-feira, 8 de setembro de 2009

Raramente me engano 

Neste Governo Sócrates não faltam exemplos de medidas tomadas a fingir, enganosas, apenas com intuitos populistas, de eficácia duvidosa verificável mesmo antes da sua entrada em vigor. No sector da Farmácia também não faltam exemplos do fazer que faz de Sócrates.
Um exemplo recente: Depois de anos de "estudos" e de discussões, promessas de poupanças imensas, avanços e recuos, legislou-se sobre a denominada Unidose - «Até agora nenhuma farmácia mostrou interesse em aderir à dispensa unitária de medicamentos». Nem uma pírula em unidose foi vendida até hoje!

Eu tinha-o previsto: «Quatro níveis de garantia de que nunca terá efeitos práticos: só a título experimental, só em Lisboa, só em farmácias aderentes, só com prescrição médica por DCI.


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Neste Governo Sócrates não faltam exemplos de más medidas, atabalhoadas, em cima do joelho, reveladoras da maior incompetência, de ignorância muitas vezes, em que se adivinha o insucesso, a asneira mesmo antes do início da sua implementação. No sector da Farmácia também não faltam exemplos do fazer mal feito de Sócrates.
Um exemplo recente: Depois de anos de "estudos", de discussões e de alterações legislativas, promessas de poupanças imensas, de melhorias extraordinárias na acessibilidade ao medicamento, de avanços e recuos, inauguraram-se as primeiras Farmácias instaladas nos Hospitais - «As farmácias nos hospitais estão a atravessar dificuldades, em resultado das condições que assumiram, ao contrário das previsões iniciais de que viriam a ser um grande negócio»

Eu tinha-o previsto: Em breve «haverá uma destas Farmácias de Hospital a denunciar o contrato ou a falir - aposto!»

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Peliteiro,   às  23:32
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segunda-feira, 6 de julho de 2009

Porque sou contra a unidose? 

Tenho escrito várias vezes aqui sobre a unidose, mas a pedido de um comentador ilustre e amigo vou tentar resumir a minha posição entre uma garfada de arroz de pato e um relance ao noticiário:


Luís,
Não sou assim “tão avesso à unidose”; sou contra mas não tanto, porque a unidose não é para mim uma questão fundamental na política do medicamento.

Sou contra a unidose, por duas ordens de razão:


  1. Política, pois não sendo esta uma questão fundamental é tratada, a espaços, como se a sustentabilidade do SNS dependesse da sua implementação, como se dela decorressem poupanças tais que a despesa com medicamentos e o desperdício ficassem completamente controlados. A unidose é uma medida populista (para quem não acompanha de perto a problemática do medicamento, e numa primeira abordagem, a medida parece uma panaceia - mas não é!) e, consequentemente, é cobarde (porque estratégias efectivas de controlar a despesa e o desperdício dos medicamentos não são seguidas, nem sequer discutidas, por influência dos vários stakeholders do sector - a unidose é apenas uma máscara, um disfarce para a cobardia) e hipócrita (a legislação publicada a semana passada é um hino à hipocrisia e tem quatro níveis de garantia de que nunca terá efeitos práticos: só a título experimental, só em Lisboa, só em farmácias aderentes, só com prescrição médica por DCI).


  2. Técnica, por ser uma metodologia a) obsoleta (Que países civilizados têm apostado, hoje, séria e consistemente na unidose? Que farmacêuticos têm apresentado trabalhos em congressos, artigos ou estudos, defendendo a unidose nos moldes que o Governo e os políticos portugueses defendem), b) pouco higiénica (a manipulação – mesmo que apenas da embalagem primária e não da forma farmacêutica ela própria – por milhares de farmacêuticos e técnicos de farmácia em ambientes altamente contaminados - incluindo por H1N1 - como são as Farmácias é necessariamente menos higiénica que a infraestrutura automatizada, asséptica e controlada de uma indústria de medicamentos), c) mais cara (a incorporação de mão-de-obra especializada no processo encarece-o e, obviamente, alguém pagará…) d) muito mais insegura (maior taxa de erros de dispensa na farmácia, maior taxa de erros na toma pelo doente, maior dificuldade de controlo de prazos de validade, maior dificuldade em assegurar a rastreabilidade e mais difícil farmacovigilância) e maior exposição à contrafacção (problema não negligenciável, importante em todo o mundo, especialmente em Portugal onde o INFARMED é de uma inoperância gritante e onde os políticos apelaram, legislando, à venda de medicamentos pela internet).

O racional redimensionamento de embalagens, tal como preconizado por Luís Filipe Pereira, é uma metodologia muito mais eficaz para evitar o desperdício de medicamentos. Claro que há sempre subterfúgios possíveis, há sempre como contornar o estorvo – foi o que aconteceu!

Ninguém tem coragem para Governar a sério - alguém tem de pagar as campanhas eleitorais e financiar os partidos e dar emprego às primas. Por isso há sempre uma unidose qualquer para distrair o povoléu.

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Peliteiro,   às  13:39
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domingo, 5 de julho de 2009

Unidose 

Unidose é um título repetido várias vezes repetido neste blogue. É um assunto mais que ressesso, anunciado e reanunciado pelos políticos socialistas.

Agora, perto das eleições, pressionado pela oposição, muito especialmente pela Dra. Teresa Caeiro do CDS, o Governo Sócrates lá avança com a publicação da legislação da unidose.

Apenas um senão, a unidose, "para já", é só em Lisboa e em Farmácias que manifestem a sua vontade de aderir àquele modo de dispensa - nem uma! Ou seja, esta unidose é um nado-morto, é um engano, é propaganda, a unidose socialista é um fingimento.
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PS1 - Sou contra a unidose;
PS2 - Os jornalistas foram levados na conversa e teceram loas à medida - no Expresso colocaram até a Ministra Ana Jorge isolada no lado dos "altos", como prémio por anos de atraso e por uma medida atrofiada -, esperemos que os políticos da oposição nao sejam tão crédulos e denunciem este modo manhoso de fazer política.

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Peliteiro,   às  23:14
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segunda-feira, 2 de março de 2009

Ena, ena! 

A 2º farmácia hospitalar do País entrou ontem em funcionamento no Hospital dos Covões.

Duas Farmácias abertas em 4 anos! Não sei se o Estado todo é tão tosco como nos sectores que acompanho mais de perto, mas precisar de 4 anos para abrir duas Boticas é um indicador irrefutável da ineficiência Pública, da azelhice mais completa, da incompetência extrema.
A este ritmo lá para 2049 abrirá a Farmácia aqui do Hospital da Póvoa... A venda de medicamentos em unidose, lá para 2101. Se correr bem.

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Peliteiro,   às  23:11
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sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

Grandes mentiras de 2008 

«No segundo semestre de 2008, vai avançar a venda de unidoses de medicamentos nas farmácias dos hospitais públicos».
Secretário de Estado Francisco Ramos

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Peliteiro,   às  14:17
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terça-feira, 2 de dezembro de 2008

É fácil governar em Portugal 

Longe vão os tempos em que se atiravam espanhóis pelas janelas.
Pelo menos extrapolando a partir do Ministério que vou acompanhando com mais atenção: No início do Governo Sócrates este prometeu que iria revolucionar o sector dos medicamentos; o tempo foi passando e tudo, no essencial, ficou na mesma; a liberalização da abertura de Farmácias foi dada como certa, depois abririam rapidamente 500 novas Farmácias, depois seriam 350, depois 300 em Abril de 2008, depois... deixou de se falar nisso!

Na semana passada o Secretário de Estado Francisco Ramos escreveu no Jornal de Negócios um artigo onde enumerava as medidas tomadas na área do medicamento - começava o artigo elogiando as vantagens da venda de medicamentos de venda livre fora das Farmácias, ou seja falou de alecrim. Este fim de semana a Ministra da Saúde Ana Jorge deu uma entrevista extensa ao Expresso explicando como anestesiava o país enquanto a Saúde derrapava e se afundava; de medicamentos e Farmácias falou de uma Farmácia num Hospital de Leiria e da venda em unidose que um dia destes, quem sabe, será iniciada - ou seja falou de manjerona.
Do essencial, nada!

A oposição ocupa-se em guerras internas e questiúnculas. Os jornalistas preparam-se mal, são macios, desinteressados e apáticos. Os Portugueses não reagem, têm fraca memória e deixam-se levar como criancinhas.
É fácil governar em Portugal.

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Peliteiro,   às  00:03
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terça-feira, 11 de março de 2008

Promessas ressessas 

Na estreia parlamentar de Ana Jorge dois anúncios ressessos (ver Sócrates em 26 de Maio de 2006!!) na área do medicamento:
A abertura (para Julho, será?) da primeira farmácia num hospital com medicamentos vendidos "experimentalmente" em unidose;
a abertura (para Abril, será?) de concursos para 300 novas farmácias, «num cenário de liberalização» (liberalização com concursos? só em Portugal...).

São anúncios que, ao que parece, fazem sempre um brilharete junto dos jornalistas e do povão, mas, enfim, já não há paciência - ou atem ou desatem!
Não há nada de novo para tirar da cartola Sra. Ministra?

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Peliteiro,   às  23:20
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quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

Unidose 

Francisco Ramos, his master’s voice, o mesmo que anunciou em 2006 a abertura de novas convenções para os laboratórios de análises e de radiologia e nunca abriu nem uma, hoje «garantiu que, já no segundo semestre deste ano, vai avançar com a venda de unidoses de medicamentos nas farmácias dos hospitais públicos».

"Garantiu" ele: lá para Junho, Julho, vá, segundo semestre. Mentira! Tão mentira como as convenções. Em Junho, Julho, não haverá nem sequer uma farmácia de hospital aberta, quanto mais medicamentos em unidose!
No fim do segundo semestre cá estarei para denunciar mais esta mentira.

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Peliteiro,   às  23:51
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Unidose 

A principal razão porque detesto os políticos e as políticas do XVII Governo é porque não me parecem ter a honestidade intelectual que os portugueses merecem e deviam exigir. São mentirosos e manhosas, para ser mais directo.
Isto da dispensa dos medicamentos em unidose é um dos muitos bons exemplos disto mesmo: a unidose é um assunto antigo, sobre o qual já se acordou, protocolou e legislou há mais que muito tempo. No entanto, hoje, ninguém sabe o que o Governo entende por unidose (eu nem concordo, por motivos de segurança e higiene, com o retrocesso que representa a unidose "tira do frascão, mete no frasquinho") e ninguém sabe quando estará disponível nas farmácias de Portugal (As farmácias nos hospitais iniciariam uma fase experimental, mas quando é que abre uma, uma que seja, para iniciar a dita experiência?).

Porquê tanta demora, tanta manha, tanta curva e contra-curva? Talvez porque a indústria farmacêutica não deixa.

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Peliteiro,   às  14:49
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segunda-feira, 5 de fevereiro de 2007

Basto eu ! 

Conta a lenda - para explicar a denominação das terras de Basto, a coragem e a honradez das suas gentes - que ao aproximar dos Mouros, comandados por Tarik, D. Gelmiro postado junto à ponte que dava acesso ao Mosteiro de S. Miguel de Refojos, estendeu a mão possante assegurando: «Até ali, por S. Miguel, até ali Basto eu». E bastou! Três vezes arremeteram os Mouros, três vezes foram repelidos.




São recorrentes as notícias dando conta dos milhões que desperdiçamos - poluindo - em medicamentos.

Uma parte deste desperdício é inevitável e inerente ao uso, à adesão, ao sucesso ou insucesso das terapias.
Outra grande parte é desperdício evitável. Facilmente evitável!

E como?
Não recorrendo ao processo obsoleto, caro, pouco seguro e higiénico (mas populista) da dispensa em unidose.
Recorrendo simplesmente ao dimensionamento das embalagens, adequando-as aos fins terapêuticos a que se destinam. Fácil.
Fácil sobretudo porque boa parte dessa tarefa está há muito realizada, existindo autorizações de introdução no mercado (AIM) para embalagens de 1, 2, 3, 7, 14... unidades.

O problema é que as presentações estão registadas mas não são utilizadas!

Estão registadas, não são utilizadas, a culpa morre solteira e temos então uma clássica pescadinha de rabo na boca: no início do ciclo diz-se que não se produz porque não há procura; no fim do ciclo diz-se que não se prescreve porque não estão no mercado. Isto há anos!

Pois houvesse vontade política.
Basto eu para resolver o problema, para poupar milhões ao erário público e aos bolsos dos doentes, para diminuir os custos de tratamentos dos resíduos e da contaminação do ambiente. Basto eu ou outro meco qualquer que conheça o circuito dos medicamentos e os medicamentos.
Apenas com as estruturas e os meios actualmente disponíveis e com a autoridade necessária para fiscalizar e punir.

O ciclo do medicamento está completamente documentado e quase completamente informatizado.
É possível saber em qualquer momento se determinada apresentação de um medicamento é ou não produzida pela Indústria, se é ou não aprovisionada pelo Distribuidor, se é ou não aprovisionada e dispensada pela Farmácia, se é ou não prescrita pelo médico; e vice-versa.
Não acredito na bondade do sistema em todo este circuito; ele deve ser fiscalizado e os prevaricadores devem ser severamente punidos.

Enquanto tal não se fizer, a espaços, teremos reportagens com as anteriores e resultados de estudos proibidos pelo Ministério da Saúde ocultando a feia e velha realidade.

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Peliteiro,   às  22:22
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