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Amanita muscaria

Impressões de um Boticário de Província

Desde 2003


quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Farmacêuticos por atacado 

Portugal produz farmacêuticos suficientes para toda a Europa. Claramente em número muito acima das necessidades e com qualidade muito abaixo das necessidades. Agora, como nota Helena Matos, este fantástico mundo das universidades portuguesas tenta deslocalizar até para França.

Peliteiro,   às  09:35
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quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Medicamento pode custar menos que pastilha elástica 

O Dr. Fernando Monteiro, boticário e "cidadão de província" que admiro, desenvolveu uma iniciativa "deliciosa" e muito inteligente:

«Para atestar o “iminente colapso das farmácias” em Portugal, um “humilde” farmacêutico de Guimarães decidiu mandar para várias entidades — Presidente da República, primeiro-ministro e membros da troika incluídos — a prova de que um medicamento para o colesterol pode actualmente custar “menos 38%” do que uma trivial pastilha elástica.
(...)
“Como é que isto é possível sabendo que, ao contrário das pastilhas elásticas, os medicamentos exigem longos anos de desenvolvimento, ensaios clínicos, ensaios de efeitos secundários, das contra-indicações, recursos humanos com formação superior para a sua dispensa e aconselhamento, logística controlada, farmácias de serviço permanente abertas 24h/dia, 365 dias/ano, etc.?”
 “E se a sua farmácia tivesse optado por mudar de ramo e vender pastilhas elásticas, onde é que V. Exa. iria procurar o seu medicamento?"
(...)
“Dos 95 medicamentos que pedi, só me foram fornecidos 20% [os restantes aparecem nas facturas como “esgotados” ou “em falta”]. Fantástico! Se fosse V. Exa. ou alguém que lhe seja próximo que necessitasse de um destes medicamentos em ruptura de stock, como é que se sentiria ao não encontrar o medicamento na sua farmácia?”»


Peliteiro,   às  10:52
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Farmacêutico Nuno Taveira ganha Prémio Pfizer 

Um trabalho que está prestes a testar uma vacina contra o HIV-1 ganhou o Prémio Pfizer Investigação 2012,
promovido pela Sociedade das Ciências Médicas de Lisboa

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Peliteiro,   às  10:42
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quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Ouve-se que o nosso Governo também pondera "nacionalizar": 

Sanidad planea una reforma del sistema farmacéutico valenciano que supondría que los hospitales y los centros de salud dispensaran directamente las medicinas más recetadas por el sistema público de salud.

Peliteiro,   às  19:16
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segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Cordeiro recua 

A história ajuda-nos sempre, já negociei muitos milhões com a Indústria Farmacêutica e sabia que eram um osso duro de roer:

«Era a última táctica da luta da ANF contra a crise do sector mas ficou sem efeito

Peliteiro,   às  23:26
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sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Fingindo que somos sérios 

Todos, profissionais e leigos, sabemos do problema das resistências aos antibióticos, mas como, ano após ano, nada de relevante acontece, repito apenas o que já escrevi há uns anos atrás:

O problema do consumo exagerado e desnecessário dos antibióticos é complexo porque as responsabilidades são transversais:
a) A pressão do doente, que exige porque "isto já não vai lá sem um antibiótico";
b) O Infarmed e a DGS que não fiscalizam e tudo permitem, criando um sentimento de, real, impunidade;
c) A indústria farmacêutica que, naturalmente, vendem os seus produtos através de um batalhão de vendedores de luxo, os delegados de propaganda médica;
d) Os farmacêuticos que pensam apenas nas férias nas Maldivas e os médicos a quem só interessa o casamento faustoso da quinolona da filha

Peliteiro,   às  11:15
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quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Lista D, ESEQ 

Este blogue apoia a Lista D, concorrente à Associação de estudantes da Escola secundária Eça de Queirós, da Póvoa de Varzim. Amanhã, pelas 19h, não deixe de ouvir na Rádio Onda Viva, o debate com as listas adversárias, onde participarão o futuro Presidente, João Peliteiro Coutinho, e Tesoureiro, Miguel Sampaio Peliteiro .


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Adenda, o vídeo do debate:

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Peliteiro,   às  22:35
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quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Se lhe falta um medicamento 



Peliteiro,   às  23:31
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de pé 

Vale a pena ler o exercício de vate do Pedro Arroja:

«O regime de vida que temos vai-se desmoronar, na economia, na política, na justiça, nas instituições da vida social. O meu propósito neste post é o de inquirir o que é que ficará de pé, e a partir do qual nós vamos ter de reconstruir tudo de novo.
De uma maneira geral, ficará de pé tudo aquilo que é tradição portuguesa, o resto são escombros. Naturalmente, mesmo as tradições que ficarão de pé ficarão bastante combalidas.
  • Justiça. Ficará de pé a Polícia Judiciária. O resto será feito em escombros, a começar pelo ministério público e a corporação da advocacia.
  • Educação. Continuaremos a ter uma boa educação aos níveis primário e secundário. Já as universidades, serão parcialmente feitas em escombros, especialmente as privadas.
  • Saúde. Temos também uma boa tradição neste sector. Muita coisa vai ser demolida, mas os portugueses podem contar que nos tempos que estão para vir, ninguém morrerá ou sofrerá indevidamente por falta de cuidados de saúde. (para desgosto do Joaquim, estou convencido que a ADSE será extinta).
  • Economia informal. Já está de novo em crescimento, e representará outra vez a maneira tradicional de muitos portugueses conseguirem sobreviver, já que a economia formal, com o desemprego a subir em flecha, é cada vez mais escombros.
  • Fiscalidade. O actual sistema fiscal vai ruir, especialmente na parte que diz respeito aos impostos directos. Ficam os impostos indirectos como receita fiscal quase única do Estado.
  • Administração Pública. O número de empregados do Estado vai diminuir drasticamente. Porém, nós temos uma tradição de administração pública e nenhum serviço que o Estado fornece à população, daqueles que tradicionalmente são os mais importantes, deixará de continuar a ser fornecido.
  • Instituições Políticas. Vai ser o descalabro, a primeira a ser visada é o Parlamento e a Democracia sairá enormemente chamuscada para as próximas décadas.
  • Emigração. Esta é uma tradição nacional. Vai continuar a aumentar especialmente para o Brasil e África.
  • União Europeia. Esta não é nenhuma tradição nacional. Cada vez que nos envolvemos com os países do norte da Europa viemos de lá sem fazenda e frequentemente sem vida (a frase não é minha). Os laços com a União Europeia sairão drasticamente enfraquecidos.
  • Comunidade. Sairá reforçado o sentimento de comunidade entre os portugueses. Religião: Os portugueses voltarão outra vez a ser mais católicos.
  • Segurança Social. Os subsídios de desemprego vão diminuir drasticamente, bem como o período em que eles são pagos, e o mesmo acontecerá com outros subsídios de natureza social, alguns serão mesmo extintos. Quanto a pensões de reforma da Segurança Social, prepare-se para o pior.
  • Outras instituições. Instituições como a ASAE, as fundações que dependem do Estado, os Observatórios disto e daquilo, tudo isso será prontamente extinto.
  • Empresas e bancos. A empresa familiar e a pequena sociedade por quotas ganharão de novo importância, em prejuízo das grandes empresas e das sociedades anónimas, que, em parte, já estão a ser feitas em escombros. O mesmo com a banca, os grandes bancos estão a ser feitos em escombros, e ressurgirá uma banca pequena e de proximidade, altamente pessoalizada.»

Peliteiro,   às  18:18
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Dia mundial da diabetes

Peliteiro,   às  11:11
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terça-feira, 13 de novembro de 2012

Faça a sua proposta de Orçamento do Estado 

Aqui

Peliteiro,   às  13:43
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segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Apito encarnado 

Vale e Azevedo já foi detido.

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Peliteiro,   às  23:39
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Bem-vinda Doutora Merkel! 

A culpa é sempre dos outros. Em vez de condenar os políticos que nos arrastaram para a lamentável situação em que nos encontramos, os portugueses preferem dispersar atenções e, escudados num nacionalismo bacoco, responsabilizar entidades mais ou menos abstractas como "os banqueiros", a "troika", ou a Chanceler Alemã.
Eu, agradeço toda o apoio que a Alemanha tem dado ao meu país, viciado em dívida, e espero que o capital alemão, como na Autoeuropa e na Continental, não nos abandone.


Peliteiro,   às  08:57
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domingo, 11 de novembro de 2012

ANoF 

A invasão explícita das listas da Ordem dos Farmacêuticos pelos homens da ANF pode ser um erro grave, a ser verdade, por três ordens de razão:
  • A primeira, eleitoral, pela reacção de voto em equipas alternativas por parte de grupos profissionais que nada têm a ver com a farmácia - como sejam aqueles das análises clínicas, da indústria farmacêutica, da investigação, do ensino, etc. - , mas também dos farmacêuticos que trabalham em farmácia sendo empregados e até dos próprios proprietários não alinhados com as políticas actuais da ANF (30%?).
  • A segunda, política, porque caso vençam a OF e a ANF serão encaradas como uma só, perdendo a classe farmacêutica representatividade junto dos diferentes poderes, limitando-se a OF a ser vista apenas como um eco da poderosa ANF.
  • A terceira, intestina, menos óbvia, representa um afunilar de posições, um calar de divergências, uma cultura de paus mandados, que pode ser muito confortável de início mas que a prazo nunca dá bons resultados.

Peliteiro,   às  22:01
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sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Passar entre os pandeiretas peticionários 

De Helena Matos, com quem geralmente concordo:

«Presumo que Isabel Jonet deve estar a ser aconselhada explicar-se, pedir desculpas, fazer um desmentido… Enfim, o costume. Teve azar: os pandeiretas deram por ela. Como vêem muita televisão descobriram o que disse Isabel Jonet. (Uma das vantagens de viver em arquivos é que nunca se vê um pandeireta: investigam pouco e os raros que por lá passam têm de falar baixinho). Claro que aquilo que Isabel Jonet disse não tem nada de novo mas os pandeiretas que da realidade só lhes interessa o diz que disse das televisões e redes sociais ficaram indignados. E um pandeireta indignado twitta logo para outros pandeiretas e todos todos unidos fazem um caso. E aí o objecto da indignação dos pandeiretas vive uns dias de verdadeiro inferno. Parece não haver na terra uma pessoa tão iníqua quanto aquela que tanto indignou os pandeiretas. Todos se sentem obrigados a criticar essa pessoa. Das televisões e rádios pedem depoimentos sobre o assunto. Aqueles que pensam exactamente o mesmo que o alvo da fúria dos pandeiretas calam-se bem calados não vão os pandeiretas virar-se contra eles. Deixá-los por conta daquela vítima que enquanto pregam para aquele lado deixam uma pessoa em sossego! E assim neste medinho que inspiram os pandeiretas vão reforçando a sua estratégia. Porque de cada vez que se mobilizam reforçam-se: os alvos ficam reduzidos a fanicos e aqueles que estão à volta interrogam-se sobre quem será o próximo a ficar na berlinda. Também valha a verdade que é coisa que dura pouco tempo: mais ou menos uma semana e lá vão eles com as pandeiretas para outro lado. Para a semana que vem têm Merkel e também podem voltar àqueles pretéritos assuntos que lhes foram tão caros quanto as alterações climáticas, Guantanamo, ou o muro na faixa de Gaza»

Peliteiro,   às  13:38
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quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Seria bom para o mundo 

Dave Weaver for The New York Times

Mitt Romney

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Peliteiro,   às  00:06
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domingo, 4 de novembro de 2012

Governo quer inverter «a situação séria e grave» das farmácias 

«A situação é séria e grave, houve da parte do Governo alguma negação da situação durante muitos meses", disse Maurício Barbosa acrescentando que "o Ministério da Saúde reconhece a gravidade da situação e já mostra sinais de disponibilidade para reverter esta situação muito negativa.»

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Peliteiro,   às  21:33
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sábado, 3 de novembro de 2012

A mais antiga associação de estudantes de Portugal 

Parabéns AAC!
 
 


Peliteiro,   às  16:59
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quinta-feira, 1 de novembro de 2012

As vacinas do ministro 

A ler, Mário Dias Ramos no jornal i:
«(...) Foi lá a primeira vez e disseram-lhe “olhe que isto não é assim, tio Joaquim, isto não é chegar aqui e venha a vacina… primeiro tem de marcar a sua vez”
(...) “Olhe ti Jaquim ainda não temos as vacinazinhas… Venha cá pró mês que vem.”
(...) “Ó ti Jaquim, nós já lhe telefonámos a dizer que não viesse pois a enfermeira diz que as vacinas se esgotaram?!”»

Peliteiro,   às  19:33
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