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Amanita muscaria

Impressões de um Boticário de Província

Desde 2003


sexta-feira, 28 de junho de 2013

Obviamente absolvidos 

Os jornais e opinião pública cedo condenaram o farmacêutico e a técnica de farmácia envolvidos no caso dos cegos do S. Maria. Tal como eu tinha previsto seria difícil condenar estes bodes expiatórios num Tribunal justo, e aí está:

Arguidos no caso de cegueira no Santa Maria absolvidos

Fica mais um crime sem culpados (para mim, teriam sido julgados a Ministro da Saúde, Ana Jorge, o Administrador do Hospital, Adalberto Campos Fernandes, e a Directora da Farmácia, Maria da Piedade Ferreira).

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Peliteiro,   às  17:06
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terça-feira, 25 de junho de 2013

A ronha como arma 

Falhas nos incentivos aos médicos contribuiu para diminuição dos transplantes.
 
 




 
O Estado sequestrado pelos lóbis. 

O aumento do horário para as 40 horas não se traduzirá em mais tempo de aulas para os professores.

Peliteiro,   às  23:47
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quinta-feira, 20 de junho de 2013

Madeira nacionaliza a distribuição de medicamentos 

O governo regional decidiu que os madeirenses não podem dirigir-se às farmácias madeirenses para obter os medicamentos que lhes são prescritos. Excepto uma: a farmácia do governo regional.

Nesta farmácia localizada num primeiro andar do edifício e após uma fila de espera de pelo menos meia hora, os utentes recebem caixas do medicamento prescrito nas quais a quantidade está riscada e são acrescentadas ou retiradas as unidades necessárias para perfazer a prescrição, se houver stock. Os utentes não podem optar por medicamento de marca ou genérico nem se podem dirigir a outra farmácia.

De uma assentada, o governo regional:
  • passou a substituir a função das farmácias comunitárias na dispensa de medicamentos
  • implementou uma pseudo-unidose
  • passou a impedir os seus cidadão de levantarem os seus medicamentos noutro local que não a farmácia do hospital
  • instituiu um racionamento de medicamentos permitindo apenas prescrever os que constam no formulário do hospital
Os médicos já se manifestaram contra esta medida.
«O formulário hospitalar limitado e a frequente rutura de stocks, denunciados pelos profissionais, põem em causa os próprios doentes que, em algumas situações, podem ver dificultado o acesso às terapêuticas mais adequadas à sua situação clínica, existindo, ainda, o risco adicional de repercussão na normal dispensa de medicação aos doentes internados», refere o comunicado.
A medida é, consideram também, «lesiva dos direitos dos doentes», pois «ficam impossibilitados de escolher livremente, e de acordo com os seus hábitos, o local onde desejam adquirir a sua medicação».
Diz um farmacêutico da região:
"Pegam numa caixa do Nolotil e metem 4 comprimidos extras lá dentro.
Consideram isto Unidose!"

Recorde-se que em início de 2012, depois da dívida do governo regional às farmácias ter atingido valores de 85 milhões de euros, estas viram-se forçadas a suspender a dispensa de medicamentos a crédito até o governo regional cumprir o plano de pagamento que tinha acordado no ano anterior. Alberto João Jardim prometeu vingança.

A legislação é clara. O regime jurídico das farmácias de oficina diz-nos no seu artigo 4º que os utentes têm o direito à livre escolha da farmácia.

É clara também quanto à punição de quem interfere no artigo 50º da mesma lei:
2 - As entidades proprietárias de estabelecimentos ou serviços de saúde, públicos,
privados ou do sector social da economia, que interfiram na escolha dos utentes, em
violação do disposto no n.º 2 do artigo 4.º, são punidos com coima de € 1000 a € 3740
ou de € 1000 a € 44 890, consoante o agente seja pessoa singular ou coletiva.
Descurando ainda o facto de que a dispensa de medicamentos está a ser feita em embalagens adulteradas e não em unidose e a flagrante prática de concorrência desleal, a dúvida que resta é:

Porque razão não foi ainda intentada uma providência cautelar sobre o SESARAM?

Azrael,   às  17:10
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O milagre da multiplicação dos pães 

Ministro: Laboratório Militar fabrica medicamentos em falta no mercado com redução substancial de preço
"O Serviço Nacional de Saúde (SNS) também beneficia em termos de preço cada vez que se recorre a este tipo de alternativa. Uma das soluções orais que há cerca de um ano era fornecida [aos hospitais] a 20 euros por embalagem, o laboratório militar fornece agora por três euros, menos 80% do preço", exemplificou o ministro da Saúde.
Mas então porque não fabricar todos os outros também?

Azrael,   às  10:38
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segunda-feira, 17 de junho de 2013

Pais, agora escolham 

Aqui na Póvoa de Varzim há 1 escola privada e duas públicas, a Eça de Queirós e a Rocha Peixoto, com ensino até ao 12º ano. Na greve de má memória os alunos da privada fizeram o exame na maior das normalidades; na Eça de Queirós o corpo docente esforçou-se para que, apesar da balbúrdia nacional, os alunos não fossem prejudicados e prosseguissem com o calendário normal; na Rocha Peixoto os professores impediram os seus alunos de fazer exames.
Os professores da Rocha Peixoto tomaram os alunos como reféns exclusivamente para o seu próprio interesse, seguindo a pandilha do Mário Nogueira e demais comunistagem. Os alunos terão que fazer exame lá para Julho e seguramente já não se podem candidatar, por exemplo, à universidade de Santiago de Compostela. Na Rocha Peixoto, segundo me parece, os alunos não são o centro da escola.

Pais, agora escolham em que escola matriculam os vossos filhos no próximo ano (infelizmente os vencimentos não são diferenciados, recompensando dedicação).
Eu estou agradecido e, naturalmente, recomendo esta:

ESEQ

Peliteiro,   às  23:13
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domingo, 16 de junho de 2013

Greve desproporcionada e cobarde 

A greve dos professores sustentada na chantagem sobre os alunos mantidos como reféns, nos prejuízos* que lhes podem causar, é desproporcionada e, consequentemente, cobarde.
Não há melhor publicidade para os colégios privados que esta greve-trapalhada de fim de ano lectivo. Defesa da escola Pública?


___________________________________________
* Para além da incerteza, da balbúrdia e da polémica até vésperas de exame
alunos do ensino público que se candidatem a universidades estrangeiras
possivelmente não cumprirão os apertados prazos e serão excluídos.

Peliteiro,   às  21:44
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quinta-feira, 13 de junho de 2013

O Estado paga serviços de saúde a piratas 

No fundo é o que se conclui desta notícia, «ERS deteta unidades convencionadas com SNS sem licença», baseado em mais um - provavelmente inconsequente - Relatório da ERS, que uma vez mais aborda a questão do absurdo das convenções em saúde, limitador da livre prestação de serviços e facilitador para interesses obscuros.

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Peliteiro,   às  22:05
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Infarmed, Cuckold 

«Numa inspeção a 24 estabelecimentos o Infarmed detetou 13 farmácias a fazerem distribuição por grosso de medicamentos para exportação ilegal.»
24/13
«havendo um conjunto pequeno de prevaricadores, como em qualquer setor de atividade».

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Peliteiro,   às  22:01
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Andariam a dormir? 

Parece que o Infarmed acordou finalmente e alguém deu conta que o circuito do medicamento tal como está (em regime "totalitário" onde quem paga define o preço a que quer comprar) não tem futuro e não é sustentável... Ainda assim, em vez de se resolver de vez o problema, vão apenas impor limites à coisa. Gosto ainda das pérolas:
o Infarmed pretende "fazer uma vigilância mais apertada de todo o circuito do medicamento", obrigando fabricantes e distribuidores a notificar quantos medicamentos entregam e a quem.
Há quanto tempo devia estar em vigor o código de barras com informação do lote/Validade?? Com esta informação seria bastante simples seguir o rasto dos medicamentos... Já para não falar do código de identificação único de cada embalagem. Mas há mais:
"Queremos tomar medidas legislativas de uma forma correta, para que não possa sair do país nenhum medicamento que ponha em causa o abastecimento ou a segurança nacional", declarou.
Sem querer comentar a hilariante escolha do adjetivo qualificador da forma ("correta"), suponho que esta proibição será feita com os mesmos decretos com que se legisla em Portugal. Se assim for, prevejo a mesma sorte de quase todos os outros. Vai ficar tudo na mesma... Só falta assobiarem para o lado. Fechar os olhos já eles fazem...

Farmacêutico de Serviço,   às  19:17
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segunda-feira, 10 de junho de 2013

Made by Correia de Campos 

Dívidas de 16 milhões obrigam a fechar farmácias hospitalares
 
Como previ e já escrevi várias vezes este é um dos casos mais extraordinários de incompetência, inoperância e permissividade do Estado a que já assisti na minha vida. Espantoso lodaçal!
 

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Peliteiro,   às  23:06
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quarta-feira, 5 de junho de 2013

Farmácias novas? 

Desde 2004 que não abre um único concurso para abertura de novas farmácias. Os socialistas prometeram, mas valores mais altos se levantaram. Agora, tudo indica que o Infarmed vai, finalmente, quebrar o enguiço e dar início a uma série de concursos, estando previstos «numa primeira fase, proceder à abertura de 17 Farmácias a localizar nos distritos de Braga, Lisboa, Porto, Viana do Castelo, Leiria e Viseu».
A ser verdade é uma boa notícia porque melhora a acessibilidade ao medicamento e aos serviços farmacêuticos, estimula a concorrência por entrada de novos agentes - renovação mais saudável que aquela que se adivinha nas manhosas insolvências - e cria emprego farmacêutico jovem, além de no geral criar uma certa dinâmica económica em zonas mais deprimidas.
A ser verdade e concretizando-se não faltarão investidores, confirmando a atractividade do sector, o que poderá levar, curiosamente, a que acabemos o ano não com um saldo de 600 farmácias fechadas mas antes de 100 abertas.

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Peliteiro,   às  00:21
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terça-feira, 4 de junho de 2013

Gentlemen, start your engines! 

O Infarmed vai girar a tombola para concurso de abertura de 17 novas farmácias nos distritos de Braga, Lisboa, Porto, Viana do Castelo, Leiria e Viseu.

Vão ser também sorteados 8 Postos Farmacêuticos a localizar nos distritos de Lisboa, Coimbra, Faro, Porto, Santarém e Viana do Castelo.

É certo que vai haver um elevado número de concorrentes assim como é certo que esse número será desonestamente utilizado pelos interessados como "prova inequívoca" de que a crise das farmácias não passa de uma invenção dos farmacêuticos. Já assim foi com os alegados 400 e tal pedidos de abertura.

Problemas que isto pode (pode) resolver*:
  • Locais em que a cobertura pela rede de farmácias é inferior à média podem ganhar maior acesso ao medicamento.
Problemas que isto não vai resolver:
  • As farmácias que estão abertas sem medicamentos em stock para dispensar assim vão continuar.
  • Vão continuar a haver falhas na cadeia de abastecimento pois os armazenistas continuam a ter problemas de crédito junto da banca e dos seus fornecedores.
  • Os fornecedores grossistas e a indústria continuarão a preferir vender para outros países.
  • Continuarão inevitavelmente a faltar medicamentos nas farmácias.
  • A insustentabilidade do sistema de remuneração actual das farmácias continuará.
  • O pouco emprego que pode gerar não vai ser suficiente para absorver farmacêuticos recém formados desempregados.
  • and so on...
*Dependendo dos locais seleccionados para abertura.

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Azrael,   às  20:25
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Heranças 

A imprensa diz que as farmácias vão herdar um negócio de milhões com a criação de uma terceira lista de alguns medicamentos não sujeitos a receita médica, que, devido ao seu maior risco para a saúde pública passarão a ser de dispensa exclusiva em farmácia.

A medida já tardava e a balburdia medicamentosa era evidente.

Curiosamente não me recordo de ver títulos tão sensacionais quando, em 2005, os hipermercados receberam de um dia para o outro todo o mercado dos medicamentos não sujeitos a receita médica de mão beijada do então recém eleito Sócrates sem qualquer estudo ou justificação.

Será que o lobby dos hipermercados a APED nos saberá dizer porquê?

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Azrael,   às  15:43
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segunda-feira, 3 de junho de 2013

Inframed 


É já antigo o fenómeno, mas tende a agravar-se. O Infarmed tem tomado a atitude de corno-manso; ridículo com a sua lista de medicamentos essenciais - na Etiópia - e as suas inspecções inconsequentes. Isto não pode continuar! Os agentes do mercado - indústria, distribuidores e farmácias - não têm só direitos e privilégios, também têm deveres e obrigações: é fácil saber quem prevarica e há muitos alvarás e AIM que podem ser retiradas. De que estão à espera?

PS: É claro que estas notícias saem apenas, em grupo, ordenadas, controladas, por pressão das agências noticiosas e dos lóbis que lhes pagam; quem quer saber dos doentes?

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Peliteiro,   às  22:08
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domingo, 2 de junho de 2013

É a estupidez, estúpido! 

À primeira vista podemos pensar que é apenas da economia a culpa destes problemas - «Farmácias deixam esgotar medicamentos baratos para crianças» - mas não é só, é muito mais de uma legislação caótica e ignorante, iniciada pelo Ministro Correia de Campos - acompanhada e criticada neste blogue - e ainda não contrariada por este Governo nem pelo Infarmed que continuam a produzir pérolas de tipo Chavista como: «Laboratório militar disponível para produzir remédios para crianças».
Enfim...

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Peliteiro,   às  23:24
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Palestra deveras interessante 

Será o palestrante capaz de criar debate e controvérsia?
 
Gestão da Qualidade num Laboratório de Análises Clínicas

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Peliteiro,   às  12:02
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