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Amanita muscaria

Impressões de um Boticário de Província

Desde 2003


terça-feira, 30 de dezembro de 2003

Bom Ano 

Um Bom Ano para todos vós.
Não tenho tido tempo nem inspiração para as minhas escritas, mas se tudo correr bem logo voltarei com forças redobradas.

Peliteiro,   às  23:55
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domingo, 28 de dezembro de 2003

Hermano 

E já não há pachorra para o Herman. Reformem-no!

Peliteiro,   às  23:29
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Limbo 

Estes dias entre festas são uma seca.
O país está meio parado, não acontece nada, espera-se, mata-se o tempo até a uma nova etapa.
É pior que Agosto. Aí pelo menos temos praia e sol.
Fico impaciente, ansioso, preciso de mais ritmo, acção.
Venha daí um Lexotan!

Peliteiro,   às  23:28
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Capicua 

4.444 visitas ao "trenguices"!

Peliteiro,   às  23:21
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Acidentes? 

Esta tarde de Domingo foi passada na entrada das urgências do Hospital de Famalicão.
Parece que é um passatempo apreciado por muita gente. O que as pessoas lá se divertem a ver chegar as ambulâncias. E a ver as discussões entre as partes intervenientes nos "casos" da estrada e da vida. O meu filho enriqueceu imenso o seu léxico obsceno.
Familiares próximos tiveram um acidente de estrada e sofreram lesões ligeiras. RX, ortopedista, essas coisas. O serviço hospitalar foi bom e razoavelmente rápido.
Mas serão acidentes o que se passa em muitos casos na nossas estradas, principalmente nestas alturas do ano e principalmente no início das tardes de Domingo? Um condutor, calmamente, reduz a velocidade e pára num semáforo vermelho de uma estrada secundária; passados breves instantes aparece outro veículo, disparado, trava mas não pára e já está.
Desculpem lá o mau jeito, são coisas que acontecem, o seguro há-de pagar as chapas; as dores e os contratempos fazem parte da vida, enfim... podia ser pior... até foi uma sorte...
Isto são acidentes ou é estupidez pura montada em quatro rodas?

Peliteiro,   às  22:41
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sexta-feira, 26 de dezembro de 2003

Hipersexualidade 

Courbet

Um destes dias li, não sei bem onde, um texto sobre hipersexualidade.
Não conheço bem o conceito, nunca li nada sobre, sólido e credível.
No entanto, o texto despertou-me a atenção para um fenómeno que, pensando bem, pode ser característico da sociedade actual.
Não que eu vá a partir daqui, escrever uma tese de doutoramento em Sociologia, mas ainda há pouco num JN reparei que naquelas colunas, típicas do jornal, dedicadas à parvónia profunda (como a minha rica terrinha), as notícias eram mais ou menos assim: "Avó viola neto"; Dois violadores fogem sem deixar rasto"; Assaltada e violada pelo irmão"; "Pedófilos no infantário"; etc, etc, cada notícia na sua parvónia diferente. Pensei, este país está em fogo! É só tarados!
Será que sempre houve casos destes e apenas não os conhecíamos porque não eram levados à praça pública?
Ou assistimos a uma era de hipersexualidade que emerge aos olhos de todos, sobretudo, através de casos "desviantes"?
Diz-se que os animais tem apenas três instintos básicos: comer, dormir e repoduzir; os homens terão bastantes mais. Estará a civilização, com a tremenda evolução dos últimos séculos, a aproximar-nos do básico: obesidade, hipnóticos e sexo desenfreado?
A religião tem algum papel nisto tudo? Teria a religião contribuído para a repressão sexual da humanidade durante toda uma era, e o que observamos agora não é mais que um movimento libertador, que conquistará a normalidade sexual de uma espécie animal? Ou, pelo contrário, o que se vive na actualidade não é mais que um exacerbação anormal, um priapismo agudo, que logo de seguida retomará os valores normais para a humanidade...
O que é certo é que o sexo faz rodar uma boa parte do mundo, veja-se a publicidade, a música, o cinema, a televisão, a moda e as verbas que giram na industria da prostituição e da pornografia.
Como dizia o velhinho a propósito do comprimento das mini-saias: Não sei onde isto vai parar, mas quero estar cá para ver!

Peliteiro,   às  23:49
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quarta-feira, 24 de dezembro de 2003

Um Bom Natal para todos vós 

Corregio;secXVI

Peliteiro,   às  00:16
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Poemas de Natal 

DIA DE NATAL

Hoje é dia de ser bom.
É dia de passar a mão pelo rosto das crianças,
de falar e de ouvir com mavioso tom,
de abraçar toda a gente e de oferecer lembranças.
...
Dia de Confraternização Universal,
dia de Amor, de Paz, de Felicidade,
de Sonhos e Venturas.
É dia de Natal.
Paz na Terra aos Homens de Boa Vontade.
Glória a Deus nas Alturas.

António Gedeão; "Máquina de Fogo"

NATAL À BEIRA-RIO

É o braço do abeto a bater na vidraça?
E o ponteiro pequeno a caminho da meta!
Cala-te, vento velho! É o Natal que passa,
A trazer-me da água a infância ressurrecta.
Da casa onde nasci via-se perto o rio.
Tão novos os meus Pais, tão novos no passado!
E o Menino nascia a bordo de um navio
Que ficava, no cais, à noite iluminado...
Ó noite de Natal, que travo a maresia!
Depois fui não sei quem que se perdeu na terra.
E quanto mais na terra a terra me envolvia
E quanto mais na terra fazia o norte de quem erra.
Vem tu, Poesia, vem, agora conduzir-me
À beira desse cais onde Jesus nascia...
Serei dos que afinal, errando em terra firme,
Precisam de Jesus, de Mar, ou de Poesia?

David Mourão-Ferreira, Obra Poética 1948-1988


Natal

Leio o teu nome

Na página da noite:

Menino Deus...

E fico a meditar

No milagre dobrado

De ser Deus e menino.

Em Deus não acredito.

Mas de ti como posso duvidar?

Todos os dias nascem

Meninos pobres em currais de gado.

Crianças que são ânsias alargadas

De horizontes pequenos,

Humanas alvoradas...

A divindade é o menos.

Miguel Torga; 1966

Natal

O sino da minha aldeia,
Dolente na tarde calma,
Cada tua badalada
Soa dentro de minha alma.

E é tão lento o teu soar,
Tão como triste da vida,
Que já a primeira pancada
Tem o som de repetida.

Por mais que me tanjas perto
Quando passo, sempre errante,
És para mim como um sonho.
Soas-me na alma distante.

A cada pancada tua,
Vibrante no céu aberto,
Sinto mais longe o passado,
Sinto a saudade mais perto.

Fernando Pessoa

Peliteiro,   às  00:05
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segunda-feira, 22 de dezembro de 2003

Orgulho e preconceito 

A "Pluma Caprichosa" da Clara Ferreira Alves é uma crónica que habitualmente dá gosto ler.
A Clarinha escreve bem, tem opinões e nos seus textos retrata muito bem personagens, cenários e ambientes.
Por exemplo, em Outubro de 2002 escreveu um texto com o título "A Farmácia" que revela, para uma pessoa exterior ao sistema de Saúde, uma perspicácia e uma capacidade de análise notáveis.
Às vezes, no entanto, exagera.
Esta semana escreveu "O ser português".
Quem ler a descrição da nossa sociedade e não conhecer Portugal e os Portugueses, ficaria com a impressão de que este país é bem pior que a Indonésia e as Filipinas juntas. Já uma vez tinha escrito sobre o Brasil e Portugal e dava a impressão que o primeiro ficava na Europa e o segundo na América do Sul.
"Há qualquer coisa neste país que me desgosta, qualquer coisa que me obriga a sair, ir tomar ar, desaparecer..."; " ... o meu país ainda é isto, um lugar usado, estreito e atrasado."; "em nenhum lugar se vê a pobreza que se vê em Portugal."; "o país não funciona e o estado não é pessoa de bem";"A estes comportamentos de uma gentalha que parece estar sempre à espera de ordens, de intervalos, de parêntesis, de desculpas."; etc.
O país tem muitos defeitos e devemos ser autocríticos (eu sou, como todos sabem!), mas não é só em Portugal que há pedofilia, assimetrias sociais, miséria, televisões de má qualidade, listas de espera na Saúde, cheias e incêndios, abortos clandestinos ou acidentes de viação.
Tanto felle Clarinha?
Já agora devia ter falado numa característica inata dos Portugueses, a falta de Orgulho Nacional, que muito contribui para muitos defeitos da nossa sociedade. E do preconceito dos Portugueses em relação aos próprios Portugueses; o que é estrangeiro é que é bom.
Não sejas patega Clarinha!
E repara tu Clarinha, que terminas o texto com a frase do Kennedy - "Não perguntes o que o teu país pode fazer por ti..." -, que até nos Esteites há muitas das misérias e dos problemas sociais que apontas como exclusivas deste pobre e humilde país à beira-mar plantado.

Peliteiro,   às  23:11
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Rigor e austeridade 

A confirmar-se a candidatura de Cavaco Silva à Presidência da República esperem-se, no Trenguices, muitos manifestos de apoio entusiasmado.

Peliteiro,   às  23:08
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Não te amo 


Não te amo, quero-te: o amor vem d´alma.
E eu n´alma - tenho a calma,
A calma - do jazigo.
Ai! não te amo, não.

Não te amo, quero-te: o amor é vida.
E a vida - nem sentida.
A trago eu já comigo.
Ai, não te amo, não!

Ai! não te amo, não; e só te quero
De um querer bruto e fero
Que o sangue me devora,
Não chega ao coração.

Não te amo. És bela; e eu não te amo, ó bela.
Quem ama a aziaga estrela
Que lhe luz na má hora
Da sua perdição?

E quero-te, e não te amo, que é forçado,
De mau,
feitiço azado
Este indigno furor.
Mas oh! não te amo, não.

E infame sou, porque te quero; e tanto
Que de mim tenho espanto,
De ti tenho medo e terror...
Mas amar!... não te amo, não

Almeida Garret; Folhas caídas

Picasso

Peliteiro,   às  00:37
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Memórias 

Falar de estagiários fez-me regressar ao tempo em que eu tinha a idade deles.
Todas as idades têm as suas coisas boas. E más, mas essas a nossa memória encarrega-se de as apagar, ou pelo menos, de as esbater.
A época em que comecei a trabalhar foi uma fase extraordinária por uma razão muito simples: tinha dinheiro.
Muito dinheiro, não houve fase da minha vida em que eu me sentisse tão rico. Para quem estava habituado a não ter orçamento nem para o café, e tinha passado seis anos a comer - sempre - em cantinas, tudo era incrivelmente faustoso.
Nessa altura trabalhava num pequeno Hospital de província, como analista clínico, e á noite dava aulas de matemática a adultos e aulas de Higiene em cursos de formação profissional. Além disso fazia as urgências de toda a gente; sábados, domingos, feriados, férias, casamentos, baptizados era tudo para mim; "logo à tarde tenho que levar o meu filho ao Pediatra, fazes a minha urgência, por favor?"; sem favor, passava meses sem folgas. Em contrapartida, as horas extraordinárias asseguravam-me uma remuneração que devia ser das maiores do Hospital.
E gastava, também, muito dinheiro. Fantástico, boa vida, energia pura!
Um dia, com dois amigos, saí de carro, sem destino. E fomos para o sul de Espanha, depois Catalunha Francesa, Côte D'Azur, S. Tropez, Cannes, Mónaco, S. Marino, Rimini, Veneza, e só paramos na Jugoslávia, em Portoroz. Aparecemos em casa um mês depois!

Peliteiro,   às  00:36
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quinta-feira, 18 de dezembro de 2003

Bloco de esquerda 

Tenho cinco estagiários lá na Botica.
Gosto de lidar com estagiários; aprendo sempre com eles; eles, se calhar, é que não aprendem nada comigo...
São impecáveis. Gosto de sentir aquele idealismo, os projectos, os anseios e angústias; enfim, é bom ser jovem e ter uma vida pela frente.
Bom, adiante.
Hoje fiz uma mini-sondagem às tendências políticas da "malta".
E como sou curioso e directo, perguntei, sem cerimónias, a cada um deles e em separado: Então, de que partido és?
Embora não o esperasse, são todos próximos do bloco de esquerda! Do bloco de esquerda?
Ser do PC é que já não está a dar, apercebi-me. E dizem eles que há muitos e muitos universitários a apoiarem o B.E..
Donde se conclui que o B.E. pode ter um futuro promissor no quadro político Português e que o PC pode mesmo vir a desaparecer.
Isto acreditando nas minhas sondagens...

Peliteiro,   às  23:53
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Desafio 

Eu e o meu irmão, desafiámos quem quiser, para uma partidinha de Jorkyball (2/2), ao perde pagas.
Jorkyball

Peliteiro,   às  23:50
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Valeu a pena 

Já está. Foi dito e feito. Até parece que me leram...
Escrevi ontem sobre a armadilha no acesso às obras do nó de Francos e hoje à noite, quando lá passei, já tinham reforçado a berma que dava para precipício, com uns grandes separadores de betão.
Muito bem.
Se Domingo for a Famalicão espero que já tenham construído a auto-estrada e que o limite de velocidade já esteja fixado em 150 Km/hora, sem tolerância.

Peliteiro,   às  23:43
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Os limites da lei 

Stop

Um dia destes fui da Póvoa a Famalicão pela estrada, que deve ser, a mais antiga de Portugal (construiram-se auto-estradas, IC's, IP's, rasgaram-se vales e montes com novas estradas, mas esta mantém-se exactamente igual desde que a conheço, muito embora registe um tráfego intenso) e de repente vejo um sinal de proíbido circular a mais de 30 Km/h; reduzo para terceira! Logo a seguir 20; segunda! e imediatamente 10 Km/hora!!!
O que faço? O meu carro nem marca 10 Km/hora! Páro?! Vou em primeira sem acelerar? E os veículos que estão atrás a businar?
Esperava eu enfrentar um troço com obras ou impedimentos perigosíssimos para o trânsito. Nada disso, apenas uns cantoneiros, calmamente, a roçar as valetas. Riem-se para mim e eu digo-lhes, simpaticamente, adeus.

Hoje vinha do Porto, subia aquela rampa do SMIC, aproximando-me das intermináveis obras do nó de Francos quando vejo as mesmas limitações de velocidade.
Cantoneiros à noite? Pensei. Desta vez não me enganam e não vou agora, cheio de apetite, atrasar o meu jantar.
Curvo à direita fechada e... Oops... Um precipício de 4 metros tendo como barreira de separação e segurança uma rede de manter sebes em jardins. Até me faltou o ar!

Para quando critérios fiáveis na sinaléptica das nossas estradas? Quem decide sobre os avisos colocados nas obras das nossas estradas? Os cantoneiros? Os capatazes? Os polícias? O prasidente da xunta?

Porque se impõe regras e limites que nos habituamos por sistema a transgredir?
Como é o caso do limite de velocidade nas auto-estradas, em que se sabe que a polícia admitirá sempre uma determinada margem de excesso.
E as campanhas da tolerância zero nas estradas mais perigosas?
Então a tolerância não devia ser sempre zero? O desvio tolerado é de quanto? É fixado por quem? Pelos polícias ou pelo prasidente da xunta?

Peliteiro,   às  00:08
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quarta-feira, 17 de dezembro de 2003

Aborto 

De referendo em referendo até a vitória final!
Não entenderam o que os Portugueses disseram no último, e recente, referendo sobre a despenalização do Aborto?

Peliteiro,   às  23:53
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Justiça 

Tenho a impressão que cada vez acredito menos na justiça da Justiça.

Peliteiro,   às  23:44
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terça-feira, 16 de dezembro de 2003

Melga 

Onde é que o PS foi desencantar esta porta voz, a Ana Gomes?
Que mulherzinha irritante.

Peliteiro,   às  23:59
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É burro ou quê? 

O treinador do SLB está em Portugal há tanto tempo, e ainda não diz uma palavra em Português?!!!
O Carlos Queirós de certeza que já domina bem o Castelhano...
Esperar-se-ia que um treinador da super-liga fosse mais expedito em relação à aprendizagem de línguas.
Ou será birra chauvinista do Capacho?Padre Frederico
O homem não tem cara de muito esperto e, por outro lado, não adianta dizer que os espanhois não têm queda para a aprendizagem de línguas; é ver se eles quando emigravam não aprendiam rapidamente a linguagem do país de acolhimento...
Só tem desculpa se esta atitude for de despeito ou desprezo para quem lhe paga o salário, os sócios do Benfica.

A Académica, hoje, vai-lhes dar forte!
Ó Briosa!

Peliteiro,   às  23:56
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THS 

Para tentar evitar especulações, imprecisões e deturpações edito aqui o alerta de segurança do Infarmed relativo ao uso prolongado da terapêutica hormonal de substituição (THS), por mulheres na pós-menopausa, na prevenção da osteoporose.

Peliteiro,   às  23:33
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segunda-feira, 15 de dezembro de 2003

Matar ou não matar, eis a questão 

Matar ou não matar é um exercício de autoanálise difícil.

Numa primeira abordagem e fazendo uma pesquisa rápida aos ficheiros da minha consciência (como o "search" do "google")ocorrem-me 2.327 razões para matar. Sim, eu assassino me confesso. Tenho pelo menos umas 2.327 razões para matar, sempre com o meu Magnum fumegante, de calibre de arma de guerra.
A legítima defesa é mais uma, ou seja 2.328 razões. Uma vez, na auto-estrada, numa picardia de condução fui perseguido por uma velha Ford Transit aí com uns 12 homens de mau aspecto e barba por fazer. Por acaso eu ia num Passat TDi e fugi como um rato. Senão a esta hora escreveria um blogue com o nome de: Impressões de um "serial Killer" em Custoias.
Já ajudei numa autópsia de um jovem adulto baleado. A bala estava alojada no abdomen, e por um imperativo legal qualquer, tinha que ser encontrada, pelo que teve que ser feita numa sala de Rx. Impressionou-me. Pensei na vida daquele homem, dos momentos de alegria que ele viveu, na família, no futuro que foi eliminado, apagado de uma forma irreversível.

Enfim, nada justifica tirar a vida a um homem. Sou contra a pena de morte, em qualquer circunstância, e pensando bem, em consciência, acho seria incapaz de matar nem que fosse uma mosca.

Um tema mórbido, este, penoso mas muito importante. Alinhar ideias e prever reacções em situações extremas é muito complicado. Não fiquei satisfeito nem com o texto que escrevi, nem com as conclusões a que cheguei, ou não cheguei.

E os que me lêem, seriam capazes de matar um ser humano? Em que circunstâncias?

Peliteiro,   às  23:41
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domingo, 14 de dezembro de 2003

Matar 

Dei comigo a pensar no acto de matar.
Seria eu capaz de, conscientemente, matar? Em que circunstâncias?

Peliteiro,   às  23:12
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As voltas que o mundo dá 

Ver a figura do velho Saddam, envelhecido, cansado e derrotado fez-me pensar nas voltas que o mundo dá.

Nunca esperei que fosse capturado num buraco imundo, sózinho e indefeso como uma ratazana. Um homem habituado a viver em palácios, ao luxo, ao poder e à fama surge agora, à vista do mundo, com o aspecto de um miserável.

Ninguém sabe o dia de amanhã! Hoje estamos confortavelmente sentados a ouvir a dissertação do Prof Marcelo e amanhã não sei. A vida é feita de incertezas e o mundo é uma selva cada vez mais perigosa.

Ele merece concerteza o destino que escolheu. Mas nem sempre a desgraça procura quem a merece.

Peliteiro,   às  22:41
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Saddam 

Às vezes as notícias das misérias do mundo passam por nós como um "zapping" aleatório de várias cenas, distantes e a que somos alheios.
Não é agradável ver um homem ser exibido como troféu de guerra. Mesmo que esse homem seja o Saddam.
É uma boa prenda de Natal para o mundo.
Esperemos que não seja tratado da mesma maneira que ele trataria um dos seus opositores.

Peliteiro,   às  22:29
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quinta-feira, 11 de dezembro de 2003

Lápis de cor 

O Lápis de cor, um blog escrito por um ilustre Gulbenkian PhD Student nos EUA, mas concidadão do Régio, achou estranho que os blogueiros ligados às ciências da saúde não tivessem comentado uma notícia publicada no "Público" de terça-feira e que tinha como título:
"Responsável da Glaxo diz que medicamentos não funcionam na maior parte dos doentes".

Por acaso passei os olhos nessa notícia, só na quarta-feira, e quando li o mail do "Lápis" ainda guardei o jornal, mas o meu filho mais novo, entretanto, atirou-o para a lareira.

Então cá vão os meus comentários:

~~~ Não dou atenção a notícias de cariz técnico em meios de comunicação generalistas.
São quase sempre adulteradas ou superficiais. Baralho-me. Os meus ficheiros de memória ficam desindexados e acabo por perder informação. Tenho as minhas fontes "bíblicas" e são elas que me guiam.

~~~ Um vice-presidente de um império farmacêutico quando presta declarações públicas tem sempre em mente o capital dos accionistas.
Por isso este tipo de notícias são sempre tendenciosas, e neste caso para "Inglês ver". O vice-presidente da divisão de genética do grupo farmacêutico GlaxoSmithKline forçosamente teria que desvalorizar as terapias convencionais (julgo que foi aquele teste de ADN que foi proíbido nos EUA). Todos sabemos - já ouço dizer isso desde o tempo da faculdade - que o futuro das terapias passa pela genética; mas gostava mais de ouvir o CEO da Glaxo a anunciar que a companhia estava a investir fortemente no tratamento e na vacinação do SIDA ou da malária.

~~~ Em Portugal são comercializados, (mais grave) comparticipados e (mais grave ainda) largamente prescritos medicamentos de eficácia mais que duvidosa.
Isto para qualquer tipo de genoma! Isso, medicamentos que não servem para nada, a não ser como placebo. Verdade! Ou seja, não é preciso vir para aqui com grandes avanços terapêuticos para se descobrir que há muitos medicamentos de baixa eficácia.


E isto acontece porquê?
~ Porque os médicos percebem pouco de medicamentos, estudam pouco, agem muito numa base empírica e deixam-se embalar pelas cantigas mal ensaiadas da propaganda dos laboratórios (não, não estou a falar de corrupção!). Preferem ter um arsenal terapêutico variado e poderoso a ter uma cartucheira bem arrumada e muito bem conhecida; e depois matam moscas com basucas e caçam elefantes com chumbadas.

~ Porque o estado é incompetente, como sempre. Durante anos foram atribuídas A.I.M. e comparticipações a tudo e mais alguma coisa que se apresentasse sob a forma de um dossier bem lindinho, com muitos números, gráficos e citações em revistas. Por acaso, agora, tem vindo a ser descomparticipados alguns monos e algumas falsas estrelas. E deixem-me ser corporativista, foram dois Farmacêuticos, enquanto presidentes do Infarmed que começaram a varrer a "tralhada": o Dr. Aranda da Silva mandou seleccionar os medicamentos candidatos à exclusão, ainda no tempo socialista; e o Dr. Rui Ivo está, neste momento, gradualmente, a executar a "limpeza". Mas há ainda muito trabalho a fazer, a lista de medicamentos comercializados, ou pelo menos comparticipados, bem podia ser reduzida a um terço. Mas isto é um país rico e a indústria farmacêutica é influente, as farmácias podiam ir á falência e os médicos recusam-se a obedecer a protocolos terapêuticos.


Resumindo, caro amigo Lápis de cor, de facto só "passei os olhos" pela notícia, só a li com alguma atenção hoje, on-line, e continua a não me despertar grande interesse porque antes de irmos todos a Marte devíamos conhecer bem a nossa Terra.

Peliteiro,   às  23:56
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Impressões de Madrid 

Estive várias vezes em Madrid mas sempre "a correr". Depois de uns dias na capital vizinha aqui vão umas impressões generalistas e apressadas, como de costume:

- O centro da cidade está bem tratado, com prédios impecavelmente conservados e vê-se gente, muita gente - de dia e de noite - na rua.
- Os museus são muito procurados, o Prado, o raínha Sofia e a exposição no Palácio Real tinham bichas de horas.
- Os restaurantes e cafés são pouco asseados, há lixo aos pontapés no rodapé dos balcões, as casas de banho são uma miséria. Os preços são altos e o serviço sofrível. Um restaurante típico com ambiente agradável, embora nada de excepcional, é o Las Cuevas de Luis Candelas.
- Os empregados dos hoteis, dos cafés, dos restaurantes, das lojas comerciais são pouco profissionais, pouco educados e simpáticos, só entendem castelhano e são pouco espertos.
- A plaza Mayor não é tão imponente como esperava e estava atafulhada com umas barracas imundas de comércio de bugigangas horríveis.
- Madrid é fria, rodeada de neve, e os espaços fechados são absurdamente quentes. Qualidade de vida é, também, o clima temperado das nossas cidades do litoral.
- Os "El Corte Inglés" dominam e esmagam o comércio de grande superfície. No entanto o pequeno comércio parece sobreviver bem.
- Há poucos buracos na rua, mas não há casas de banho públicas.
- Algumas passadeiras são pintadas de azul e branco (O Rui Rio gostará da ideia?)

Peliteiro,   às  00:18
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Impressões do Jogo 

- O estádio Santiago Bernabéu é velho e incrivelmente inseguro. O terceiro anel tem bancadas com um declive de 50% e apenas um frágil varandim separa a primeira linha de um abismo de 10 metros. Os Portugueses ficaram empilhados num canto desse anel, com uma rede - como barreira visual - para impedir o eventual lançamento de objectos. Só faltou colocarem-nos açaimos.
- O Zidane é mesmo muito bom.
- Gostei particularmente do "ninja" Derlei porque mesmo depois de esgotado, estafado, abafado, esfalfado, cansado e afadigado continuou a trabalhar no duro. Eu gosto de gente esforçada! É preciso acreditar; e por isso esteve quase a fazer a vitória.
- O Scolari é um grande morcom se não levar o Baía à selecçom. A experiência de um guarda-redes nos grandes jogos pode ser decisiva.

Para maior detalhe consulte-se o ex-blogue Terceiro anel.

Peliteiro,   às  00:06
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quinta-feira, 4 de dezembro de 2003

Mini-férias 

Agora vou tirar uns dias de férias.
Vou a Madrid passar o fim de semana e aproveito para ver o FCP a envergonhar o Real.
Las meninas de Velazquez

Peliteiro,   às  23:51
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Genéricos 

Há uns dias atrás escrevi um pequeno texto, Medo de quê?, sobre os comentários do Ministro da Saúde à renitência que os médicos apresentam em relação à substituição de medicamentos de marca por genéricos.
O simpático blogue O Vilacondense atreveu-se a referir o meu texto.
Os médicos blogueiros (o Besugo do Blogame mucho, o Médico explica, o Gasel do Dias que voam e o O Coiso) não perderam a oportunidade para cerrar fileiras e refilar em uníssono. Entre outras coisas disse-se que parece que a furosemida genérico faz fazer menos chichi do que a marca Lasix. Que nabos, que cientistas de meia tigela, porque não produzem um ensaio clínico que prove estas patéticas afirmações? A Aventis (ex-Hoescht) havia de lhes dar a ganhar um dinheirão a proferir palestras por esse mundo fora. O Daniel Kenedy teria sido afastado da selecção nacional por se ter dopado com o genérico ou com a marca? Que parolos!
Eu, se pensar só em mim, só lhes tenho a dizer: é assim mesmo, continuem a não receitar genéricos.
Curiosamente, e talvez não, o texto inicial da discórdia, o meu, nunca foi referido pelos ilustres médicos. O respeitinho é muito bonito...

Peliteiro,   às  23:33
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Impostos 

Recebi um mail que achei interessante e que passo a editar:


Em cada 100 euros que o patrão paga pela minha força de trabalho, o Estado, e muito bem, tira-me 20 euros, no mínimo, para o IRS e 11 euros para a Segurança Social. O meu patrão, por cada 100 euros que paga pela minha força de trabalho, é obrigado a dar ao Estado, e muito bem, mais 23,75 euros para a Segurança Social. E por cada 100 euros de riqueza que eu produzo, o Estado, e muito bem, retira ao meu patrão outros 33 euros.

Cada vez que eu, no supermercado, gasto os 100 euros que o meu patrão me pagou, o Estado, e muito bem, fica com 19 euros para si.

Em resumo:
· Quando ganho 100 euros, o Estado fica quase com 55.
· Quando gasto 100 euros, o Estado, no mínimo, cobra 19.
· Quando lucro 100 euros, o Estado enriquece 33.
· Quando compro um carro, uma casa, herdo um quadro, registo os meus negócios ou peço uma certidão, o Estado, e muito bem, fica com quase metade das verbas envolvidas no caso.

· Eu pago e acho muito bem, portanto, exijo: um sistema de ensino que garanta cultura, civismo e futuro emprego para o meu filho. Serviços de saúde exemplares. Um hospital bem equipado a menos de 20 km de minha casa. Estradas largas, sem buracos e bem sinalizadas em todo o País. Auto-estradas sem portagens. Pontes que não caiam. Tribunais com capacidade para decidir processos em menos de um ano. Uma máquina fiscal que cobre igualitariamente os impostos.

· Eu pago, e por isso quero ter, quando lá chegar, a reforma garantida. E jardins públicos e espaços verdes bem tratados e seguros. Policia eficiente e equipada.

· Os monumentos do meu País bem conservados e abertos ao público. Uma orquestra sinfónica. Filmes criados em Portugal. E, no mínimo, que não haja um único caso de fome e de miséria nesta terra.

· Na pior das hipóteses, cada 300 euros em circulação em Portugal garantem ao Estado 100 euros de receita. Portanto Doutor Durão Barroso, governe-se com o dinheirinho que lhe dou porque eu quero e tenho direito a tudo!

O Português



Peliteiro,   às  22:56
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quarta-feira, 3 de dezembro de 2003

Tolerância 

Neste mundo há malucos para tudo, diz-se por aí.
E por muito estranhas e bizarras que sejam as atitudes e comportamentos dos humanos procuro sempre ser tolerante e compreensivo.
Mas não consigo entender o que faz um homem ir a casa de outro, deixar que ele lhe corte o pénis (deve doer!) e de seguida o cozinhe e o sirva num jantar para os dois, à luz das velas. Muito romântico!
Isto tudo filmado para a posteridade! Mas para a posteridade de só um deles. Porque de seguida esse homem oferece-se para ser morto, esquartejado e congelado no frigorífico para no Inverno servir de repasto a um canibal que não conhecia de lado nenhum.
Isto parece o argumento de um filme barato mas não é. Parece que aconteceu mesmo e o caso encontra-se em julgamento na Alemanha. Além disso o Sr. Meiwes diz que só na Alemanha há cerca de oitocentos canibais e que teve oitenta respostas ao seu anúncio macabro. Devem ser humanos mutantes com genes de aranha viúva negra ou de louva-a-deus.
Inacreditável! Que mundo o nosso...

Peliteiro,   às  23:37
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Madrugada II 

Hoje deitei-me já o sol ia bem alto.
Estive de serviço durante a noite. Foi muito calmo, no Porto não há surto de gripe nenhum.
Já que houve poucos doentes, fiquei eu doente, dói-me o pescoço, deve ser do frio. Nunca me tinha doído o pescoço, que estranho.
Agora não vou conseguir adormecer tão cedo, ando com o sono todo baralhado. Aliás desde que tenho memória de mim que sempre tive distúrbios de sono, na escola primária já era um menino constantemente atrasado e nunca chegava a horas à Missa Dominical. E não é preguiça, são os ritmos circadianos alterados, eu devia ser guarda nocturno.

Peliteiro,   às  23:14
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segunda-feira, 1 de dezembro de 2003

Madrugada 

Hoje deitei-me já o sol ia bem alto.
Fiquei na conversa com os amigos e distraímo-nos nas horas. Abordamos os grandes temas da actualidade, eu, o Galo, o Freamunde e o Luís Pato.
O Luís Pato estava geladinho, é um bom espumante.
No fim do serão só quase o Luís Pato é que falava.

Peliteiro,   às  22:34
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