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Amanita muscaria

Impressões de um Boticário de Província

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quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Fecharam 50 farmácias? 

Estimaram que em 2013 fechariam 600 farmácias, pelo que até ao momento já poderiam ter fechado aí umas 50.
Por acaso não conheço nenhuma...

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Peliteiro,   às  23:07
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quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Concurso vai baixar preços dos exames médicos 

«O Ministério da Saúde quer abrir concursos regionais para que as empresas compitam e baixem os preços em áreas como as análises clínicas, exames de cardiologia ou otorrino, os meios complementares de diagnóstico e terapêutica. Uma "revolução", em que os hospitais públicos podem entrar, que pode baixar os preços em 10% a 20%, bem como as taxas moderadoras associadas, além de trazer mais escolha em regiões onde a oferta é escassa. Os prestadores temem o efeito contrário, admitindo problemas de acesso em localidades menos povoadas


No tempo de Correia de Campos todos os dias apareciam notícias nos jornais deste tipo, com frases parecidas com "O Ministério da Saúde quer", que sistematicamente não davam em nada. Perante tal frenesim estéril deixei de comentar intenções. Paulo Macedo é muito mais consistente e portanto alguns comentários:

1- Se os critérios de selecção não tiverem em conta critérios de qualidade - actualmente o pão nosso de cada dia na saúde - e uma forte fiscalização este concurso é um convite à fraude (pelo menos nas análises clínicas, que conheço melhor, será muito difícil descer os preços em 10 a 20%!) e muitos exames nunca serão feitos... mas terão resultados!

2- Querendo, os hospitais públicos "limpam" qualquer concurso, seja ele qual for. Contabilidade de custos é uma disciplina difícil na função pública (por exemplo, ainda hoje não sabemos os custos da aventura da ULS de Matosinhos na eliminação por decreto da concorrência nas análises clínicas no concelho); custo indirecto é um conceito alienígena e muitas facturas perdem-se nos extensos corredores...

3- Se a vergonha das convenções - congeladas há anos, com as ARS, a ADSE e outros subsistemas do Estado com práticas suspeitas, muito suspeitas, contrariando a própria legislação, impedindo a entrada de novos prestadores e a livre concorrência - for exterminada e se for incrementada a concorrência, então poderá haver alguma vantagem para os doentes e para o financiador.

Concluindo, pode parecer simples mas não é um processo nada fácil e os resultados podem ser paradoxais.

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Peliteiro,   às  23:23
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quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Finalmente boas notícias 

Portugal coloca 2500 milhões nos mercados com forte procura do estrangeiro. Juro ficou nos 4,891%.
 
Execução orçamental para 2012 cumpriu limites impostos pela troika, com défice provisório de 5%.

Parabéns Vítor Gaspar.

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Peliteiro,   às  23:22
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UPS 

Falta de electricidade inutilizou vacinas em vários centros de saúde, com milhares de euros de prejuízo 

Desperdício, incúria, incompetência, má gestão, enfim, o costume.
O mesmo não aconteceu - presume-se, se não sabia-se - nas farmácias privadas, pelo que duas coisas se podem aventar: i) os enfermeiros (pelo que se lê na notícia parece que na função pública são os enfermeiros que tratam de medicamentos!) não estudaram os ensaios de estabilidade das vacinas e, portanto, estão a deitar ao lixo milhares de euros indevidamente; ii) as farmácias privadas sem gerador estão a dispensar vacinas e muitos outros medicamentos com comprometida segurança e com perda de eficácia terapêutica.
Qual dos dois cenários estará certo???

Peliteiro,   às  17:34
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terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Um país desregulado 

Estava agora a rever umas matérias na bíblia dos analistas clínicos e ao ler a frase abaixo sublinhada, uma vez mais senti, que vivemos num país onde tudo é permitido:



Peliteiro,   às  22:22
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segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Farmácias como cogumelos 

Demorou, mas o INFARMED lá acabou, bem, com a dádiva aos pobrezinhos de sobras de medicamentos no estranho caso da "farmácia" da Lourinhã. Espero que as farmácias e profissionais de farmácia que participaram neste imbróglio sejam adequadamente punidos. Aguardamos as reacções dos indignados profissionais.

Por falar em caridade, foi inaugurada uma "farmácia social" na Covilhã, «só para sócios» (!), «com descontos de 10% em todos os produtos», «ao lado de um centro clínico, onde os associados já dispõem de médico de família».
Se me fosse permitido - a mim e a muita gente! - também abriria uma farmácia nova, sobretudo se ao lado de um "centro clínico", e faria descontos de 10%, não só para os amigalhaços mas para toda a gente.

Se assim é, imagine-se o que será o sector das farmácias se um dia se liberalizar a abertura: todo e qualquer bufarinheiro quererá abrir a sua botica, com modelos de negócio variados, desde velhinhas com cataratas a aviar Valium para as colegas, até médicos a receitar, em ligação directa, no cubículo ao lado do balcão.

Peliteiro,   às  23:21
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sábado, 19 de janeiro de 2013

Equidade na saúde 

Equidade é isto: «Mário Soares teria ficado nos Cuidados Intermédios (e não nos cuidados intensivos) não fosse ... ser um ex-Presidente...».

Peliteiro,   às  15:42
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sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Ora tomem! 

Agora as pessoas não entendem porque faltam medicamentos nas farmácias, porque se assiste a açambarcamentos e se fala de tráfico de medicamentos "raros", ao triplo e mais daquele preço fixado, artificialmente, pelo Estado: é a lei da oferta e da procura, é o mercado a funcionar. Não era isso que queriam para o sector das farmácias, igual a qualquer outro?
Enjoy.

Peliteiro,   às  17:57
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É vender, não falta quem compre 

Mais de metade das farmácias do país com fornecimentos suspensos

Estará na hora de muitas farmácias se adaptarem ao actual envolvimento político e económico, de abandonarem modelos de gestão obsoletos e estruturas de custos pesadas - sobretudo com recursos humanos diferenciados -, nada consentâneas com os novos tempos. É vender, é vender enquanto é tempo...

Peliteiro,   às  00:21
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terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Médicos e gestores sacaram milhares de euros 

«LabGuima e Deguima cobraram exames médicos não realizados e inflacionaram outros, tendo lesado o Estado em centenas de milhares de euros.»

Já escrevi sobre este caso pelo menos em 2007 e este caso remonta, pasme-se!, a 2003. E hoje, com um sistema de convenções impedindo a entrada de novos prestadores sem cunhas, sem qualquer fiscalização no terreno, a fraude já não será colossal?

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Peliteiro,   às  23:18
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Concessão de farmácia no Hospital de Loures 

Está aberto concurso para concessão de exploração de uma farmácia de dispensa de medicamentos ao público a instalar no Hospital Beatriz Ângelo, em Loures. Mais um disparate.

Mas, neste assunto, o que não consigo perceber é porque mantém o actual Governo as outras farmácias instaladas pelos socialistas, com pompa, nos hospitais quando se sabe que todas elas não respeitam os compromissos financeiros, e eventualmente outros, assumidos. Ou seja, porque não fecham essas farmácias com dívidas de milhões e não abrem novos concursos?
Era uma oportunidade mais para, mostrando as contas, demonstrar toda a incompetência e governo danoso socialista.

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Peliteiro,   às  22:47
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O estranho caso da farmácia "social" da Lourinhã 

Já conhecia a notícia há dias. Mas julquei tratar-se de um equívoco que prontamente seria resolvido. Enganei-me. Hoje no Jornal da Noite repetem a notícia, em tom de boa nova:
A paróquia da Lourinhã, umas simpáticas beatas, recolhe sobras de medicamentos e distribui-os pelos pobrezinhos.

As velhinhas nem têm noção que o risco de uso indevido de medicamentos é enorme - quantos erros LASA por cataratas teriam acontecido já? - e que as reacções adversas com medicamentos representam a principal causa de acidentes, até no controlado ambiente hospitalar. A Organização Mundial de Saúde não aceita práticas desta natureza nem em cenários de pobreza extrema porque os benefícios podem ser largamente ultrapassados pelos prejuízos. Isto nem no Burundi!

O que dirá a este grave problema a Direcção de gestão do risco de medicamentos do INFARMED, o Observatório de segurança do doente da Direcção Geral de Saúde, a Ordem dos Médicos, a Ordem dos Farmacêuticos???

Peliteiro,   às  22:30
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segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

E se o Estado se preocupasse com temas sérios? 

Farmácias deixam se ser obrigadas a abrir ao sábado

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Peliteiro,   às  12:18
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eheh eh eh 

Validade do Tamiflu alargada até 2020
«O prolongamento da validade do Tamiflu deve-se às excelentes condições de armazenamento do medicamento

Peliteiro,   às  12:15
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domingo, 13 de janeiro de 2013

O SNS é dos melhores do mundo! 

Mário Soares internado num hospital privado, dos Espírito Santo.

Peliteiro,   às  23:22
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terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Se o hospital fosse privado 

Presidente do hospital de São João podia prescindir de mil funcionários

«Temos um problema de produtividade do Serviço Nacional de Saúde. É preciso um sistema que garanta produtividade com qualidade. Há várias mudanças que proponho: uma é a ideia de exclusividade, a outra é de avaliação do que se faz e a implementação de políticas de reconhecimento ou incentivo. Podemos discriminar as pessoas pelo trabalho e qualidade do que fazem.»

Enfim, o que o Prof.º António Ferreira, corajosamente, quererá dizer é que «conseguia cortar recursos humanos em 20%» se... os gerisse como funcionários do sector privado.
É uma grande verdade, embora tal choque muita gente.


Peliteiro,   às  13:00
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segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Dr. Cordeiro na política 

O Dr. João Cordeiro, um homem que gosta de desafios, estará prestes a abraçar um novo projecto, desta vez de cariz político.
Uma boa notícia, é assim que deveria ser: os melhores, mais competentes, experientes e mais sérios contribuem para a construção de um país melhor.

Peliteiro,   às  10:59
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sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

O Socialismo é lindo... enquanto há dinheiro. 





Peliteiro,   às  18:39
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Manuais da OF 

Embora não sendo especialista nas matérias parecem-me excelentes - até na apresentação e leitura - os manuais agora editados pela Ordem dos Farmacêuticos:
Manual de Material de Penso com Acção Terapêutica
Manual de Gases Medicinais

Peliteiro,   às  18:33
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Farmácia: Confiança 

«Quem entrava na farmácia não notava a presença de Maria Vieira. De pé, e de pano na mão esta consultora disfarçada ia limpando as prateleiras enquanto, discretamente, ouvia tudo o que se passava no balcão. Se, por exemplo, o cliente pedisse um medicamento e o funcionário o fosse buscar de imediato, sem fazer mais perguntas não passaria no teste da Ideias & Desafios especializada em consultoria a farmácias.
Mudar o guião das perguntas fez com que uma farmácia da Amadora duplicasse as vendas: em vez de 300 produtos por dia, um por cliente, passou a vender 600, dois por pessoa
As pessoas são capazes de descer uma rua de propósito para ir lá e compram um produto mais caro porque confiam neles.»

Isto pode ler-se na revista Sábado desta semana, na secção "Dinheiro". Para além das questões legais e deontológicas, que o Infarmed e a Ordem dos Farmacêuticos deveriam investigar, relacionadas com a confidencialidade de dados do doente e o dever de sigilo - discretamente, ouvia tudo o que se passava no balcão -, com o exercício farmacêutico - um medicamento e o funcionário o fosse buscar de imediato - compram um produto mais caro porque confiam neles - e com o dever da promoção do uso racional do medicamento - farmácia da Amadora duplicasse as vendas - não me parece que este caminho, o dos cross-selling e afins, seja o melhor caminho para as farmácias portuguesas, mesmo na perspectiva económica e apesar da crise. É que as pessoas não são parvas, as pessoas não confiam neles para sempre e se o capital confiança das farmácias for desbaratado por repetida empurroterapia, então não haverá retorno e acabarão transformadas numa espécie de Farmobazar que tudo vende:






Peliteiro,   às  00:36
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quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

O pão nosso de cada dia na saúde 

D'O Efervescente Vladimiro Jorge Silva, uma cena do dia a dia de há alguns para cá e que não se pode atribuir apenas ao actual estado do país:

«(...) Tudo começou quando um dos principais centros hospitalares nacionais decidiu abrir um concurso para fornecimento de um determinado produto. Concorreram as quatro principais empresas a operar no sector, tendo a melhor proposta (em termos técnicos e financeiros) sido a da empresa X, que há já alguns anos fornece os materiais em causa, sendo líder de mercado em Portugal e uma referência técnica incontestável a nível internacional.
(...)
Confrontada com o facto de nesta segunda frase uma empresa concorrente, recém-adquirida por uma multi-nacional, apresentar uma proposta arrasadora e que pulverizava a inicialmente apresentada, o Administrador da empresa X alertou: "atenção que este preço é impossível".
(...)
A concorrência conseguia fazer um preço tão incompreensivelmente baixo - iriam fazer a produção num aparelho antigo e que há já alguns anos que havia sido abandonado pelos principais players do sector devido a problemas de exactidão e precisão, iriam recorrer a matérias-primas low-cost provenientes de fornecedores asiáticos e a produção iria ser feita com uma versão “abreviada” e também “low-cost” do processo de controlo de qualidade.
(...)
A Directora-Técnica pediu a palavra e disse logo que uma solução desse género seria inaceitável para ela, pois a qualidade do produto era um valor inalienável para a a empresa.»

Peliteiro,   às  23:36
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Medicamentos mais baratos? 

Governo altera regras para poder baixar preço dos medicamentos

Uma boa medida esta a de flexibilizar os critérios para fixação do preço dos medicamentos, quer nas farmácias, quer nos hospitais. Só não se percebe porque é aplicável apenas em 2014.
Veremos como reage a astuta indústria farmacêutica a nível hospitalar, onde se verifica grande resistência ao controlo da despesa com medicamentos (dispositivos médicos e material clínico ninguém saberá ao certo).

Peliteiro,   às  14:04
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quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Mereciam uma boa seringadela! 

O Ministério da Saúde merecia uma boa reprimenda porque não chegou a acordo com as farmácias  deixando terminar o programa de troca de seringas, um programa que salvou muitas vidas e contribuiu para limitar a disseminação de infecto-contagiosas.
Não há prevenção ou educação em saúde de grande escala sem a participação das farmácias; e isso, directa ou directamente, obviamente tem que ser pago. Se a guerra de lóbis e interesses obscuros não o permitirem, uma vez mais, o povo é que paga.

Peliteiro,   às  21:55
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Economía estudia liberalizar las farmacias  

Interessante esta dicotomia Economia/ Saúde:
España: El Ministerio de Economía y Competitividad estudia liberalizar las farmacias, de forma que cualquier persona o empresa pueda abrir una - El Ministerio de Sanidad afirma que su apuesta es mantener el modelo actual.

O lóbi farmacêutico em Espanha é poderoso - apesar das empresas de distribuição também o serem -, a legislação actual já foi confrontada várias vezes em Tribunal, incluindo Tribunais europeus, pelo que não acredito que a Economia leve a melhor à Saúde.

Peliteiro,   às  21:43
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Mártir ou pouco esperto? 

O que teria levado Hugo Chávez a preferir um Hospital em Cuba a um Hospital nos EUA, por exemplo o Johns Hopkins Hospital, para tratar um cancro? Parece ser a cegueira ideológica levada ao extremo, uma espécie de Patria o muerte...

Peliteiro,   às  20:15
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ARQUIVOS

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