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Amanita muscaria

Impressões de um Boticário de Província

Desde 2003


segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Social interesse 

Há mais de 30 anos que ninguém - excepto em algumas poucas carreiras com escassez de efectivos ou com concursos de acesso muito regulados e escrutinados - entra na função pública ou é admitido numa empresa com capital do Estado que não seja por intermédio de uma valente cunha. Consequentemente, o "aparelho" do Estado, e arredores, está irremediavelmente contaminado e dominado por corruptos e incompetentes. Consequentemente, as organizações públicas, e similares, são sorvedouros de recursos profundamente ineficazes.
É por isso que a solução timidamente apresentada por Passos Coelho, a extinção de empresas públicas cronicamente deficitárias, é a solução final única para um problema que nunca se resolverá por outra via.
Claro que, com o pretexto da insubstituível função social do Estado, as críticas chovem de todos os lados; dizem defender os interesses do povo, mas é precisamente o dinheiro do povo quem paga os interesses de alguns. Até quando?


Peliteiro,   às  22:05
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Grupo dos Jovens Farmacêuticos Hospitalares 

Manifesto
«Num momento em que não existe respeito pelos profissionais de saúde que exercem a sua actividade profissional, transversalmente nas diferentes instituições de saúde Portuguesas, num momento em que não se perspectiva qualquer evolução nas carreiras, vivemos tempos de mentira, do “dito pelo não dito” e falta de seriedade pelas funções incumbidas aos altos quadros do Ministério da Saúde. Com efeito, serve o presente manifesto para declarar a falta de valores que assola a mentalidade do Ministério da Saúde e dos Conselhos de Administração Hospitalares. Nos hospitais, cada vez mais o enfoque é dado na rentabilidade, esquecendo o sentido de equidade e justiça distributiva, o respeito pelo trabalho físico e psicológico aí desenvolvido pelos diferentes profissionais. Com efeito, e no que diz respeito aos farmacêuticos hospitalares, quiseram os Conselhos de Administração de vários hospitais, com o seu sentido de oportunidade único, criar e tentar desenvolver uma falsa categoria para contratar farmacêuticos, que por motivos de única e exclusiva incompetência do Ministério da Saúde (que não abre vagas para o internato farmacêutico) não realizaram o estágio de especialidade de acesso à carreira dos Técnicos Superiores de Saúde - Ramo Farmácia, acessível por concurso público, aberto pelo Ministério da Saúde.
...
Nos últimos tempos, a área do medicamento hospitalar ganhou grande atractividade por parte de vários profissionais sem competências para a mesma, contribuindo para a “salgalhada” e descontrolo orçamental das instituições. Em tempos, as Comissões de Farmácia e Terapêutica eram constituídas por médicos e farmacêuticos, que articulavam os seus saberes na avaliação dos medicamentos e terapêuticas farmacológicas a introduzir nas adendas ao Formulário Hospitalar Nacional dos Medicamentos. Actualmente, as mesmas são constituídas não só pelos elementos anteriormente referidos, mas também por gestores e responsáveis pelos aprovisionamentos hospitalares, que pela tremenda falta de conhecimento na área do medicamento, nada contribuem para a decisão eficiente e racional da gestão dos recursos farmacoterapêuticos disponíveis nas instituições de saúde, assumindo decisões de compra numa lógica apenas comparável à da compra de “arroz”.
...
Como se explica ainda, que apenas após um incidente grave de um determinado Hospital, reparasse o Conselho de Administração da mesma instituição, nas limitações e carências graves dos procedimentos e do número de profissionais farmacêuticos aí a exercer, decidindo reforçar os serviços farmacêuticos da instituição com.... mais farmacêuticos.
...
Os jovens farmacêuticos querem ainda deixar um alerta: será que as condições físicas e o número de profissionais de saúde envolvidos na preparação e administração de medicamentos, existentes nas diferentes instituições de saúde portuguesas são suficientes para assegurar a inexistência de risco para o doente e para os próprios profissionais de saúde? O Ministério da Saúde e o Infarmed estão ao corrente da grave carência de condições físicas em vários hospitais, no que diz respeito à preparação e manipulação de medicamentos destinados ao tratamento de doenças oncológicas? O Ministério da Saúde tem conhecimento que em vários hospitais a manipulação destes medicamentos não se restringe apenas aos Serviços Farmacêuticos? Quantos incidentes serão necessários para que o Ministério da Saúde e as autoridades competentes tomem as medidas correctas? ...»
Ler tudo.

Peliteiro,   às  21:50
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quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Desviando atenções 

PJ faz buscas em farmácias de Lisboa

Nada de novo. Repito apenas o que já escrevi isto:
«O Ministério da Saúde é pródigo em investigações criminais. Desde ameaças de morte até fraudes milionárias, tudo serve para chamar a Polícia e, claro, desviar as atenções. Nunca se descobre nada.»

Peliteiro,   às  14:12
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domingo, 23 de janeiro de 2011

Spam Alegre 

 «Leiam, foi pessoal que trabalha no BES que alertou a malta! Não custa tentar!»

M'espanto às vezes quando recebo mensagens de correio-e, como esta acima citada, particularmente quando vindas de pessoas que considero inteligentes e informadas. Como é possível participarem nestas patranhas?

M'espanto do mesmo modo com o apoio que teve Alegre de alguns amigos que considero inteligentes e esclarecidos. Como é possível votar num homem que nunca fez nada que não fosse andar pendurado, que não acabou os estudos, não acabou a tropa, não construiu carreira profissional (embora tenha reforma de uma empresa pública), nunca fez nada e não é bom em nada, nem na poesia, nem na caça, enfim um tipo vulgaríssimo, normal se quiserem, o rei das banalidades, um treteiro.

Não m'espanto portanto com a expressiva derrota deste spam da democracia que é Manuel Alegre. Esta derrota, conjugada com os votos de Coelho, os votos em branco e os nulos, fazem-me ter a esperança de que o povo, enfim, vai acordando.

Peliteiro,   às  22:19
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Liberalização da Farmácia 

Aparentemente a liberalização da abertura da Farmácia faz carreira novamente na Europa, agora pela mão do FMI, enquanto movimento capaz de criar emprego e dinâmica económica, com sinais na Irlanda «END Q3 2011 - Legislation to liberalize legal and medical services sectors, including pharmacists» e também na Grécia:


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Peliteiro,   às  21:32
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quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

O suspeito Infarmed 

A actuação do Infarmed (DGF, antigamente) sempre foi questionável. As suas relações com as Farmácias e com a Indústria Farmacêutica sempre foram alvo de críticas e dúvidas, desde a atribuição de alvarás de novas farmácias, nos anos 60 a 80, até aos processos de autorização de introdução no mercado de medicamentos, sempre, até aos mais actuais casos da desobediência a decisões de Tribunais até às denúncias do Dr. João Cordeiro.
Eu percebo que se abra um Posto Farmacêutico Móvel - se bem que nem saiba ao certo o que isso é! - em Avelanoso ou em Galeana, mas fazê-lo em Pombal, - num sítio em que qualquer farmácia vale mais que 1 milhão de euros e onde certamente haverá centenas de interessados em abrir uma Farmácia - abrir um Posto Farmacêutico Móvel é mais que questionável, é suspeito.

Peliteiro,   às  23:03
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E em Portugal? 

Enquanto o Infarmed se entretém a abrir Postos Farmacêuticos Móveis, ou lá o que é isso, outras suas congéneres defendem os interesses dos cidadãos:

Ces 59 médicaments sont sous surveillance en France

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Peliteiro,   às  15:28
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domingo, 16 de janeiro de 2011

Brejeirices políticas 


Supostamente, pelo itinerário anunciado na imprensa, Cavaco Silva iniciaria a visita à Póvoa na Praça do Almada, percorreria a Rua da Junqueira e terminaria no Largo do Passeio Alegre. Ontem ligaram os jactos de água. O resultado é o que se vê; só um dos esguichos funcionou, e pouco (as mortíferas Legionelas entupiram a canalização?). Cavaco não passou da Junqueira. Falta de manutenção e/ ou de verba para pagar a mesma ou simplesmente falta de potência na Câmara Municipal.


Por outro lado, a julgar pelas apreciações de uma pescadeira, «Cavaco da cinta para baixo está muito jeitoso» e queria era dar-lhe «um beijinho de boca a boca».

São retratos da Póvoa...

Peliteiro,   às  12:25
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sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Ainda não sei em quem vou votar 

Eu, que já fui um cavaquista convicto, que já participei em discussões medonhas em defesa de Cavaco Silva, ainda não sei em quem vou votar.

Peliteiro,   às  21:46
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Falta de médicos 

Quando escrevo sobre o tema "falta de médicos" logo os médicos retaliam dizendo que as minhas opiniões estão vinculadas a frustração, recalcamento, etc, pelo facto de eu ser licenciado em Ciências Farmacêuticas e não em Ciências Médicas. Não é verdade e não é por causa desse tipo de argumentação, pobre, que deixo de escrever o que bem me parece. A verdade é que julgo que um dos principais problemas da saúde em Portugal é precisamente a falta de médicos e a consequente falta de poder negocial do Estado; situação tão evidente que me espanta, muito, como é possível perpetuar-se ano após ano, década após década.

O Prof.º João Cardoso Rosas escreve hoje no DE um artigo que vale a pena ler:

«Falta de médicos
Quase todos os dias nos chegam notícias relacionadas com a falta de médicos em Portugal. Há centros de saúde no interior do país onde a situação é dramática.
Muitos portugueses, mesmo nos grandes centros urbanos, não têm médico de família e encontram-se numa situação de discriminação em relação aos restantes. Mas o problema afecta também as urgências hospitalares e nem a cidade de Lisboa é excepção.
Diante disto, o que diz a Ordem dos Médicos? O seu actual bastonário - e, pelo que vou lendo, também os candidatos a bastonário - acentua o processo de reformas antecipadas como responsável pela situação. Ou seja, empurra todas as culpas para o Governo. É da mais elementar honestidade intelectual admitir que as reformas antecipadas são parte do problema. Mas é desonesto não mencionar a política de estrangulamento do acesso aos estudos de medicina seguida durante anos, com o apoio e incitamento da Ordem dos Médicos. O actual bastonário disse recentemente que nunca tinha pressionado o poder político nesta matéria. Mas todos nos lembramos da crítica violenta que ele dirigiu, ainda há pouco tempo, à abertura do curso de medicina na Universidade de Aveiro, acenando com o fantasma do desemprego entre os médicos.
Os resultados directos da política de estrangulamento do acesso aos estudos de medicina estão à vista de todos. Mas há um resultado indirecto e ainda mais devastador que não costuma ser mencionado. Refiro-me ao facto de a solução - sempre parcial - para o problema português assentar na imigração de médicos estrangeiros para o nosso país. Ora, muitos deles vêm de países africanos, do Brasil e de outros países da América Latina, etc.
Devido a este movimento migratório, há áreas extensíssimas e muito povoadas em países menos desenvolvidos que hoje em dia estão abandonadas em termos de assistência médica. Ou seja, a solução - parcial - para o nosso problema cria problemas ainda maiores em outros países com muito menos recursos do que o nosso.
Em suma: o problema da falta de médicos é global, mas a situação extrema de países como Portugal está não só a prejudicar directamente os nossos concidadãos, como também a causar grande dano no mundo em desenvolvimento. Só mesmo alguém mal formado ou cego pela defesa de interesses corporativos pode considerar que não devemos correr o risco de formar (muitos) mais médicos.
No entanto, é necessário ter em atenção que a culpa não se esgota no lóbi da Ordem dos Médicos. Sucessivos Governos foram cedendo a esse lóbi e compartilham a responsabilidade pela situação actual ao não abrir mais vagas nas universidades estatais, ou ao bloquear a abertura de cursos de medicina no sector privado.»

Peliteiro,   às  11:30
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Pelo menos! 

«Um total de 522 casos de doença do legionário, provocada pela bactéria legionella, foi registado no período de 1999 a 2008. A exposição à bactéria pode ser mortal

Número subestimado este, de certeza, já que muitos casos não serão identificados ou, por outro lado, intencionalmente dissimulados de modo a não evidenciarem deficiências de manutenção e higienização dos equipamentos.

Peliteiro,   às  10:45
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terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Resumo da acção política de Ana Jorge 

Adivinhando-se que a despesa do Ministério da Saúde por esta altura já excede em 10 % o orçamentado, apresenta-se um resumo das acções políticas desenvolvidas ultimamente por Ana Jorge:













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Peliteiro,   às  23:59
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quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Investigue-se! 

Já tinha perguntado se a Bial não processaria o Dr. João Cordeiro por causa das suas declarações na A.R. a propósito da política de comparticipações do Estado. Afinal foi o Infarmed que processou o Dr. João Cordeiro! Está certo.

Peliteiro,   às  14:34
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segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Zandinga Peliteiro 

Retomando uma iniciativa antiga, as minhas previsões para 2011:

  • A crise económica continua a assolar o país; a economia não descola, as exportações mirram, o desemprego prolifera, a despesa pública persiste refractária; Portugal vê-se forçado a recorrer ao FMI.
  • Os políticos continuam corruptos, especialmente os autarcas, e incompetentes, a soldo dos grandes interesses.
  • Os portugueses são fustigados por impostos e taxas.
  • Cavaco Silva ganha facilmente as eleições, na primeira volta.
  • José Sócrates permanece bem colocado nas sondagens.
  • Ana Jorge é expulsa do Governo, sem glória. É substituída por uma outra personagem anódina. O Ministério da Saúde continua pasto para a voracidade dos interesses.
  • As Farmácias, os Laboratórios de Análises e outros pequenos fornecedores de serviços de saúde são altamente penalizados por sucessivos cortes de preços e margens. Em compensação o Estado garante a eliminação de nova concorrência.
  • Incêndios devastam floresta em Agosto.
  • Os computadores, a internet e as redes sociais desempenham um papel cada vez mais importante na vida das pessoas.
  • O FCP é campeão.

Peliteiro,   às  22:20
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