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Amanita muscaria

Impressões de um Boticário de Província

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terça-feira, 26 de maio de 2015

Como não podia deixar de ser 

Santa Maria: absolvição no caso da cegueira

Obviamente, ninguém pode ser condenado por não seguir procedimentos que não existem.

Agora resta saber o que foi feito neste e noutros serviços de saúde para que uma tragédia destas não se repita.

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Azrael,   às  15:47
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sexta-feira, 28 de junho de 2013

Obviamente absolvidos 

Os jornais e opinião pública cedo condenaram o farmacêutico e a técnica de farmácia envolvidos no caso dos cegos do S. Maria. Tal como eu tinha previsto seria difícil condenar estes bodes expiatórios num Tribunal justo, e aí está:

Arguidos no caso de cegueira no Santa Maria absolvidos

Fica mais um crime sem culpados (para mim, teriam sido julgados a Ministro da Saúde, Ana Jorge, o Administrador do Hospital, Adalberto Campos Fernandes, e a Directora da Farmácia, Maria da Piedade Ferreira).

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Peliteiro,   às  17:06
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sexta-feira, 10 de maio de 2013

Pior cego é aquele que não quer ver 

No caso de cegueira no Hospital de Santa Maria ficou-se a saber que "o Ministério Público considerou que houve troca de medicamentos (...) provocada por falta de cumprimento dos deveres impostos pelo manual de procedimentos" e que "à data dos factos, não existia manual de procedimentos", "nem havia normas na rotulagem dos medicamentos".

Para além disso "uma ex-inspetora do Infarmed considerou que devia haver mais arguidos no banco dos réus deste julgamento, sobretudo os superiores hierárquicos dos dois arguidos".

Não conheço as normas que existem sobre esta matéria, mas não ter manual de procedimentos nem normas de rotulagem é indesculpável para uma instituição destas dimensões.

O erro está para o sistema de utilização dos medicamentos como a morte está para a vida: não se sabe quando, mas é certo que vai acontecer.

Nos Estados Unidos já há mais de 35 anos que as entidades prestadoras de cuidados de saúde começaram a perceber que a caça às bruxas e culpabilização dos profissionais de saúde na linha da frente (médicos, enfermeiros e farmacêuticos) depois de um acontecimento destes tem como maior consequência a promoção de uma cultura de silêncio e encobrimento não contribuindo para evitar futuros erros.

Em Portugal parece que se começam a dar os primeiros passos nessa direcção.

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Azrael,   às  15:28
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quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Óbvio 

Arquivado processo disciplinar no caso da cegueira no Hospital Santa Maria

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Peliteiro,   às  23:55
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sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Coincidências 

Five patients blinded by Avastin injections - Los Angeles

Recorde-se que os cegos do S.ª Maria teriam sido tratados com o mesmo Avastin. E se afinal não houve troca nenhuma?

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Peliteiro,   às  12:39
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segunda-feira, 24 de maio de 2010

Arrepiem-se! 

À medida que se revelam pormenores sobre a evolução do caso dos cegos do Hospital de S.ª Maria vãõ-se confirmando as piores suspeitas, importando reflectir sobre as condições em que se trabalha na farmácia da nossa maior universidade, instalada no maior e mais diferenciado hospital do país.
Se em Lisboa se trabalha assim, com esta gestão da qualidade, com esta segurança, pode-se bem imaginar como será nas outras farmácias hospitalares por esse Portugal fora...
Mêdo!

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Peliteiro,   às  10:19
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quinta-feira, 1 de abril de 2010

Os custos da não qualidade 

Quando se fala de qualidade é comum referir-se de imediato os custos envolvidos na implementação e manutenção de um sistema de gestão. Ninguém se lembra é dos custos da não qualidade!

Vejamos o caso dos cegos do S.ª Maria:
Pelas notícias vindas a público presume-se que devido a falhas graves no sistema da qualidade da farmácia - nunca conseguirão provar, calculo eu, a responsabilidade de nenhum farmacêutico em particular - do melhor e maior hospital do país 1) seis pessoas ficaram cegas; 2) duas delas de ambos os olhos; 3) o Estado desembolsará centenas de milhar de euros de indemnizações; 4) a carreira de um proto-Ministro, Adalberto C. Fernandes, foi congelada; 5) last but not least, inúmeros doentes de oftalmologia, muitos diabéticos, poderão suspender ou adiar diagnósticos ou tratamentos tendo como consequência o agravamento das patologias e o aumento de custos para o SNS.

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Peliteiro,   às  00:05
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sábado, 19 de dezembro de 2009

Importa-se de repetir? 

No seguimento do in dubio pro reo no caso dos cegos do Hospital de S. Maria chega-nos do Expresso este inacreditável fragmento:

«A técnica foi buscar ao frigorífico o tabuleiro onde se encontravam cerca de 15 alíquotas (sobras de fármacos extraídos da embalagem original) e equivocada na leitura manuscrita do medicamento, pegou numa aliquota que continha Bortezomib, um citotóxico.»

Importa-se de repetir? Sobras de fármacos??? Extraídos da embalagem original??? Tabuleiro com 15 alíquotas??? Citotóxicos "à solta"??? Rotulagem manuscrita??? Esborratada? E a câmara de fluxo laminar? E a validação farmacêutica? E os 24 anos? Mas estamos a falar da Farmácia de um hospital de referência de Portugal ou da Guiné-Bissau?

PS - Quantos farmacêuticos foram admitidos no S. Maria desde que se deu esta tragédia? Porquê?

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Peliteiro,   às  17:44
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quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Prognósticos só no fim do jogo 

Farmacêutico e uma técnica de farmácia acusados de seis crimes de ofensa à integridade física grave.

Dava muito jeito, ó se dava, que a culpa pela cegueira dos seis doentes do S. Maria ficasse confinada a um serviço lá em baixo e a dois jovens inexperientes (mesmo a intervenção simultânea em dois olhos de um doente). Mas convém não esquecer, sublinhar até, que só os Tribunais têm a faculdade de condenar.

A culpa não deve morrer solteira e não é minha intenção defender quem quer que seja. O meu interesse, como o de toda gente, é apenas que se retirem responsabilidades e consequências, ao contrário do que é costume neste país. Mas fico perplexo por num caso tão complexo e de difícil prova - a não ser que haja confissão de acto - muito rapidamente se fazer saber quem são os culpados.

Independentemente do desfecho deste caso interessa chamar a atenção para o trabalho complexo e de muita responsabilidade exercido nas farmácias hospitalares - Compatível com o experiência de dois jovens de 30 e 24 anos? Existem as condições, os meios técnicos e humanos para um bom desempenho? - e para a necessidade imperiosa de procedimentos da qualidade e do cumprimento de boas práticas - A Farmácia tem implementado e mantido um sistema de gestão da qualidade certificado? Os procedimentos documentados são sempre cumpridos? Existe um plano de formação e de integração? Os procedimentos são os adequados, são os esperados para um hospital universitário de referência? Que é isso da "designação manuscrita", é suposto haver "designação manuscrita" em formas injectáveis? Se houve um erro, que factores contribuíram para essa ocorrência, que causas? As boas práticas estão comprometidas por critérios economicistas?

Falta apurar muita matéria!... Se o Vara não é considerado culpado, porque o haverá de ser o farmacêutico Hugo Dourado (que até pode ser culpado, mas talvez não o seja sozinho, seja simplesmente o mexilhão)? Por mim, por enquanto, in dubio pro reo.


_________________________________________

PS - Vem a propósito acrescentar o exelente texto de Vladimiro Jorge Silva:
«(...) Como não conheço os serviços farmacêuticos do HSM nem o farmacêutico envolvido, não me posso pronunciar sobre o que se passou. É no entanto muito estranho que no final das contas a culpa (mediática, não necessariamente jurídica) seja apenas de duas pessoas, ao que parece, peixes menores da cadeia alimentar do maior hospital do país. Em primeiro lugar, porque a haver culpados não seriam só dois - numa farmácia hospitalar que se prezasse, o circuito daquele medicamento teria passado por vários outros profissionais, cabendo a validação final a farmacêuticos mais graduados e em segundo lugar porque não se ouvem referências à necessidade de lançar a discussão pública sobre o modo e as circunstâncias em que funcionam as farmácias hospitalares portuguesas. De facto, nos últimos anos a utilização de medicamentos em meio hospitalar tem sido abordada de uma forma gestionária e economicocêntrica. Os farmacêuticos hospitalares são (des)considerados como engulhos a um processo determinado essencialmente por critérios económicos e médicos, desperdiçando-se as respectivas competências nas áreas farmacoterapêuticas e do conhecimento farmacodinâmico e farmacocinético. Esta cultura errada tem um efeito paradoxalmente oposto, pois a pouco eficaz utilização dos medicamentos hospitalares tem um custo económico significativo, certamente muito maior que os ganhos eventualmente proporcionados pelas micropoupanças conseguidas pelos licenciados em sociologia que cortam as unhas rentes e pululam pelas administrações dos hospitais. No entanto, o que é verdadeiramente grave são as tragédias humanas provocadas pelo desinvestimento nesta área - se se provar que o HSM, o maior hospital do país, não tem um bom serviço de farmácia hospitalar, de quem é a culpa? Se isto for verdade, quem deveria estar no banco dos réus? Os anónimos e possivelmente precários funcionários de 30 e 24 anos que trabalham no HSM entre dois recibos verdes ou os administradores hospitalares que acham que a farmácia hospitalar não serve para nada?»
Ler tudo AQUI

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Peliteiro,   às  23:54
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quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Cegos somos nós 

Lembram-se do caso dos doentes que cegaram no Hospital de S.ª Maria? Lembram-se com certeza, foi culpa de um farmacêutico...
ERRADO!
A verdade é que, ao contrário da ideia que se passou para a opinião pública, nenhum farmacêutico foi condenado, quanto muito foi constituído arguido. Veremos se alguma vez um farmacêutico será condenado neste caso.
Claro que interessa usar um bode expiatório fácil, de preferência um estagiário de um serviço com pouca exposição pública - interessa aqui chamar a atenção para o trabalho complexo e de muita responsabilidade exercido nas farmácias hospitalares e para a necessidade imperiosa de procedimentos da qualidade e do cumprimento de boas práticas - e sobretudo interessa deixar cair rapidamente o caso no esquecimento para que não se retirem responsabilidades nem consequências.

Cegos somos nós que nos deixamos manipular pelas propagandas oficiais, que não vemos o quanto somos sempre enganados.
Neste e noutros muitos casos.

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Peliteiro,   às  23:44
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quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Até que enfim chamam quem sabe 

Ordem dos Farmacêuticos cria comissão para avaliar farmácia do Santa Maria

Se há envolvimento possível das práticas da Farmácia do Hospital de Santa Maria no caso da cegueira provocada em seis doentes então é lógico que essas - boas, de certeza - práticas sejam avaliadas. Avaliadas por quem sabe, pelos pares. É o que parece que está a ser feito - tardiamente mas bem.

Muito provavelmente a actividade da Farmácia e dos farmacêuticos não está relacionada com a terrível ocorrência. Mas podia estar. As Farmácias hospitalares desenvolvem trabalho altamente diferenciado, de muita responsabilidade e com enorme inpacto na saúde dos doentes. Mas poucos responsáveis o sabem. No maior hospital do país, um hospital de referência, não existe um sistema de gestão da qualidade certificado e há carências no quadro de profissionais farmacêuticos. O SNS, nos últimos anos, tem vindo a negligenciar a qualidade - como tenho vindo a denunciar repetidamente - e farmacêuticos é coisa que este Governo ainda não entendeu para que servem.
Muito provavelmente a Farmácia do Santa Maria não está envolvida do trágico acontecimento - mas podia estar...

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Peliteiro,   às  14:34
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terça-feira, 4 de agosto de 2009

Muito grave 

O ex-presidente da Comissão de Avaliação de Medicamentos, José Morais, demitiu-se do seu cargo alegando uma crescente “ingerência administrativa” do Infarmed naquele órgão.

Recorde-se que a demissão do Prof.º José Morais, da Faculdade de Farmácia de Lisboa, coincidiu com a "explosão" do caso dos cegos do Santa Maria, sendo afastada qualquer relação entre estes dois acontecimentos.

Saliente-se que o Farmacêutico «exerceu o cargo durante 15 anos», mas, «nos últimos anos, se tem assistido a uma progressiva deterioração da esfera de acção da comissão e de uma cada vez maior ingerência administrativa no seu funcionamento».
Nos últimos anos! Estará Sócrates mais preocupado com interesses financeiros do que com a saúde dos doentes?

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Peliteiro,   às  00:25
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segunda-feira, 3 de agosto de 2009

A ineficiência do Estado 

São pequenas notas de rodapé, pequenos pormenores, que nos dão informação sobre assuntos importantes, neste caso sobre a ineficiência do Estado que todos nós pagamos.

Se se recordam, no fim do ano passado o Hospital de Santa Maria, o maior do país, inaugurou «o maior laboratório de análises clínicas do País e um dos maiores de toda a Península Ibérica», como salientou a ministra da Saúde, Ana Jorge. Os portugueses gostam do grande, de grandezas.
O dito laboratório tem actualmente 44 médicos patologistas clínicos. 44!

No caso dos seis cegos do Santa Maria a análise fundamental para a avaliação do ocorrido teve que ser efectuado no laboratório Joaquim Chaves, um laboratório privado de Lisboa.

Parabéns ao meu colega analista clínico Carlos Cardoso, Director Técnico do laboratório.
Reprimenda forte a Adalberto Campos Fernandes e a Ana Jorge - como é isto possível, tantos milhões e tantos especialistas???

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Peliteiro,   às  08:01
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sexta-feira, 24 de julho de 2009

Bevacizumab 

Tenho acompanhado com especial atenção o trágico caso do bevacizumab e dos 6 doentes do Hospital de S.ª Maria (uma mácula no currículo do proto-Ministro Adalberto Campos Fernandes) embora, naturalmente, não possua elementos para formular opinião minimamente consistente sobre as causas da ocorrência. Mas isto é apenas um blogue. Posso sempre dar uns palpites. Arriscados. Pois bem, o meu palpite não vai para os efeitos adversos da droga não autorizada pelo Infarmed e que recolhe, neste momento, as principais suspeitas, o meu palpite é:


A culpa é do farmacêutico.

No fraccionamento da ampola de Avastin não foi assegurado o necessário ambiente asséptico na farmácia (câmara de fluxo laminar?), perdendo-se a esterilidade da solução injectável o que ocasionou endoftalmite bacteriana nos 6 doentes.
Vamos lá fazer uma sementeira em gelose sangue, gelose chocolate, MacConkey e, também, um meio para leveduras.


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Adenda: Nem de propósito, no Público de 24JUL09, às 9:09h: «Em Portugal, ao contrário dos EU, não existem normas que definam como devem ser manuseados os fármacos como o Avastin»



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Mudando de tom, mas ainda sobre este caso, que sirva como exemplo, pedagógico, para que no futuro se dê a importância devida ao consentimento informado aos doentes. Para que o consentimento informado seja mais que mais um papel para assinar, uma perda de tempo, uma burocracia inútil e seja antes um início de uma conscienciosa conversa com o doente, onde se explica em palavras simples os riscos e os benefícios do acto a que se vão submeter.

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Peliteiro,   às  00:14
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quarta-feira, 22 de julho de 2009

Ensaio sobre a cegueira 

Seis casos de cegueira no Santa Maria

Enquanto Sócrates e Ana Jorge ultimavam o discurso para apresentar no Fórum Novas Fronteiras, do PS, dedicado ao tema da saúde, seis pessoas eram vítimas de um erro que pode ter sequelas irreversíveis. Claro que na voz de Sócrates a Saúde vai bem e recomenda-se, é tudo uma maravilha - mas na realidade, num Hospital de referência, na capital, onde se esperam padrões de qualidade elevados, erros terríveis como este acontecem. Seis!

Convinha que a Ministra da Saúde não se limitasse a lamentar o caso "à saída" do Museu do Oriente. Convinha que se retirassem responsabilidades e consequências. Aguardemos.

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Adenda: Aguardemos. Aguardemos.

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Peliteiro,   às  00:11
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