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Impressões de um Boticário de Província

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sábado, 21 de janeiro de 2012

The Burning Platform 

A estratégia de comunicação seguida pela ANF baseada no "ai, que metade das farmácias estão na falência!..." é perigosa. Se o poder político decidir prevenir antecipadamente segundo um plano de change control os efeitos desse cataclismo financeiro, uma das medidas que pode tomar é a liberalização da abertura de farmácias - o pior que pode acontecer ao statu quo farmacêutico, a mais temida das decisões políticas.

A não ser que estes perigos - inclui-se também o da remuneração por acto farmacêutico - estejam bem pensados e façam parte de uma estratégia do tipo Burning Platform onde se assume que mais vale uma morte provável do que uma morte certa e se decidem inflexões radicais.

Peliteiro,   às  00:53

Comentários:

 

???

 

 

 

Esta não percebi ????
# por Anonymous Anónimo : sábado, janeiro 21, 2012

 

 

 

Como não sei comentar o mote,direi:
O P.R. não ganha para as despesas!
É acusado de ser um saloio com marquse de " alumim ". Se calhar as más linguas têm razão! (Alegadamente)
# por Anonymous Anónimo : sábado, janeiro 21, 2012

 

 

 

Olha, é um postítulo!
# por Anonymous Anónimo : domingo, janeiro 22, 2012

 

 

 

A plataforma de gravação ?
# por Anonymous Anónimo : domingo, janeiro 22, 2012

 

 

 

Ou plataforma ardente ?
Comentar o quê ?
«Josefo»
# por Anonymous Anónimo : domingo, janeiro 22, 2012

 

 

 

Parabéns pela passagem à finalíssima!
Logo à meia noite lá terás o meu voto.
Um abraço.
# por Blogger mfc : domingo, janeiro 22, 2012

 

 

 

Já não tenho mais pachorra para andar a rebater pontos, a perguntar pelo cartãozinho dos pontos e a promover descontos na farmácia ora desta ou daquela marca do cremezinho para a ruga ou da consulta na sôtora nutricionista que até dá margem à farmácia com os produtos da banha da cobra que "passa" às senhoras com uns quilos a mais. Após 5 anos de químicas, biologias, matemática, física, farmacologias e farmacoterapias eis o que ocupa boa parte do meu tempo no balcão da farmácia... 5 anos + 6 meses de estágio (melhor, TRABALHO) não remunerado + uma monografia para isto - e mais, pois já há muitos farmacêuticos recém-formados a ganhar à volta dos 800 euros (bem abaixo do que está no CCT da ANF com o Sindicato Nacional dos Farmacêuticos que muitos donos de farmácia fingem desconhecer), ou seja, MENOS do que muitos técnicos de farmácia que já trabalham há mais tempo. Ou as manobras dos comerciantes de medicamentos que, pretendendo o serviço de um dado funcionário na farmácia, engendram o seu despedimento para logo depois readmitir esse mesmo funcionário para escaparem às obrigações legais. Tenho pena dos incautos que entram todos os anos nos cursos de Ciências Farmacêuticas porque grande parte dele verá as suas expectativas goradas. Nem sabem no buraco em que se enfiam. Os farmacêuticos têm de acordar e revitalizarem o Sindicato, ou os comerciantes de medicamentos farão o que querem connosco, e ficaremos reduzidos a meros assalariados de balcão, sem independência técnica e científica e resignados perante a precariedade a que nos querem relegar. Por incrível que pareça, há IMENSOS jovens farmacêuticos que nem sabem que existe um Sindicato. Muitos só ficam a sabê-lo por meio do gabinete jurídico da Ordem dos Farmacêuticos... Enfim!
# por Anonymous Estagiário : domingo, janeiro 22, 2012

 

 

 

Tem uma certa razão o Sr. Estagiário.
Nunca fui com essas arrobas de dermocosmética da treta, das marcas mais desvairadas, nem da ginástica para empurrar semelhantes aldrabices,
Uma dúzia de produtos bem escolhidos resolvem o assunto, com mais garantia, porque bem estudados. Nas vendas " livres " o mesmo método. ( na Farm. onde trabalho não se perde tempo com lérias)
Cartões, pontos, batas com verdinhos e outas merdas, comigo não!
Quanto a sindicatos estamos conversados: é desamassar que o forno caiu!
Ordenados idem, idem, é a crise...
-Veterano- (em pequena Far. de aldeia)
# por Anonymous Anónimo : segunda-feira, janeiro 23, 2012

 

 

 

Safa que o Estagiário ali de cima nunca mais acaba o estágio.
Pelas minhas contas, ao tempo que por aqui vai largando a sua posta, já deu para, pelo menos, meia dúzia deles (estágios).
Na verdade o tempo vai mau para os farmacêuticos, proprietários ou assalariados.
E o que aí vem não se anuncia nada melhor.
Se "os comerciantes de medicamentos" passarem a ser os tubarões das multinacionais que a tríade, troika, ou lá o que é, nos vier a impor, ou os merceiros Belmiro ou Alexandre, ai de ti, Estagiário, hás-de chorar baba e ranho e implorar entre soluços:
Volta ANF, volta João Cordeiro, estais perdoados...
# por Anonymous Anónimo : segunda-feira, janeiro 23, 2012

 

 

 

Sou o mesmo imediatamente acima.
É só para corrigir um pequeno erro:
Falta um E na palavra MERCEEIROS.
# por Anonymous Anónimo : segunda-feira, janeiro 23, 2012

 

 

 

Enquanto a Ordem tiver ordem de extorsão, o sindicato não terá poder. Quem tem de defender os farmacêuticos é a Ordem, através do gabinete jurídico desta. Existe um código deontológico muito claro no que toca a direitos e deveres dos farmacêuticos. Caberia à Ordem verificar dos atropelos que todos conhecemos.
O problema é que a Ordem foi tomada desde há muito pelo bando dos amigos da ANF, o que consequentemente tornou a Ordem redundante na maioria das vezes e por isso, insignificante no que toca a definir políticas de saúde pública que incluam os farmacêuticos comunitários. Infelizmente, a debilitada posição da Ordem contribui para que esta perca importância na defesa do papel e na protecção do emprego destes profissionais.
# por Blogger GreenMan : segunda-feira, janeiro 23, 2012

 

 

 

As intervenções dos (mais) jovens farmacêuticos (do que eu) neste blogue são compreensíveis tendo em conta o desencanto com a profissão que encontram no final da sua formação profissional. Esse desencanto sempre existiu, pois sempre houve um grande desfasamento entre a formação pré-graduada e a prática profissional. No entanto, como vivíamos em tempos de vacas gordas, foi dando para toda a gente se acomodar ao sistema instalado. Ora iam para a indústria, nomeadamente para o marketing, ou para as análises (onde até se iam arranjando umas vagas), ou para os hospitais, onde lá se faziam uma prevenções para compor o vencimento. Na farmácia, muitos ficaram com ordenados muito razoáveis apesar de muitos não se sentirem profissionalmente realizados, o que também contribuiu para o seu acomodamento.
Agora, em muito pouco tempo, tudo mudou. Já não há dinheiro para deixar tudo na mesma. As farmácias não podem continuar a pagar o que pagavam, os hospitais irão tendencialmente acabar com as prevenções e a indústria está a despedir em catadupa. E isto acontece porquê? Será que os patrões se juntaram para dar cabo da classe operária? Não sei se já perceberam, mas essa cartilha Merxista-Leninista, não nos leva a lado algum, a não ser à revolta pela revolta e à destruição do que ainda está a produzir.
O País está a mudar de uma forma dramática e desengane-se quem pensa que é para melhor, porque não é. E a farmácia, por arrasto, caminha para o mesmo. Pelo panorama actual, iremos ter no futuro uma farmácia menos diferenciada, em que o farmacêutico tendencialmente será irrelevante, porque caro! E o País e os cidadãos, estão cada vez menos dispostos a pagar.
E se não pagam, não deixam €€€ para a farmácia pagar os vencimentos que os estagiários e afins tanto exigem, como direito adquirido... Também o Cavaco tem direito às suas reformas...
# por Blogger Farmasa : segunda-feira, janeiro 23, 2012

 

 

 

Desculpem os caros leitores e comentadores mas enquanto escrevia estas palavrinhas fui interrompido por motivo de força maior, publicando apenas o título.
Postal terminado pelas 14h de 23/1/2012.
# por Blogger O Peliteiro : segunda-feira, janeiro 23, 2012

 

 

 

«Parabéns pela passagem à finalíssima!»

O meu em si ntambém já lá está, mfc.
Abraço
# por Blogger O Peliteiro : segunda-feira, janeiro 23, 2012

 

 

 

Como veterano,concordo com Farmasa.
O tempo das vacas gordas acabou, e
a desilusão com a profissão já venm de longe,desde o fim da preparação de medicamentos pelos Farmacêuticos.
# por Anonymous Anónimo : segunda-feira, janeiro 23, 2012

 

 

 

Caro estagiário, compreendo a sua frustração, talvez seja melhor tirar outro curso se tiver essa possibilidade e interesse. A única alternativa é verificarem-se alterações no sistema, à semelhança do que se verifica em Inglaterra e que o Dr. Eugénio e o Dr. Peliteiro fizeram referência neste blogue. O Farmacêutico tem que ser visto como um elo essencial da cadeia terapêutica e que efectivamente contribui para o sucesso desta a baixíssimo custo quando comparado com os médicos; embora não possa fazer diagnósticos, tem capacidade técnica e científica para acompanhar os doentes e ter um papel mais relevante e valorizado de acordo com a sua formação. Neste momento parece-me que 800 euros já é uma visão optimista da realidade, parece-me mesmo que em determinadas regiões do país já não existe emprego para os recém-licenciados e as propostas raras rondam os 700 euros incluindo o sábado... Não alimente essa frustração, pois o único prejudicado acaba por ser você, auto-contentamento ou mudança é a única atitude. Abraço e força
# por Anonymous Anónimo : segunda-feira, janeiro 23, 2012

 

 

 

Se a desilusão existe e vem de longe, porque é que não se fez nada entretanto? O fim da preparação dos medicamentos nas farmácias vem da década de 60, o que andaram a fazer os dirigentes associativos que tomaram conta disto durante estes anos? Nesse tempo havia as tais vacas bem gordas e a mama era bem fornecida dando para toda a família, mas foi havendo dificuldades que se souberam ultrapassar, sempre com a bênção do Estado português. Quando nesse Estado houve alguém que se lembrou de afrontar o poder instalado e mandou os MNSRM para o Pingo Doce, toda a classe acordou para a realidade, e a mama secou.
Também concordo que temos de ser "vistos como um elo essencial da cadeia terapêutica". O problema não é só a percepção que os outros têm de nós, que bem sabemos está quase sempre relacionada com o comércio. É também a percepção que temos de nós próprios como profissionais de saúde. Seremos capazes de assumir responsabilidades no processo terapêutico e queremos assumir essas responsabilidades? Ou preferimos ficar na confortável posição de espectador, vendendo caixinhas e chutando para outros as chatices dos acompanhamentos farmacoterâpeuticos?
# por Blogger GreenMan : segunda-feira, janeiro 23, 2012

 

 

 

Existem muitos grupos protegidos em Portugal. O proprietários das Farmácias são, apesar de tudo, um deles. Isto pela limitação à abertura de novas Farmácias.
Durante este período de "ajustamento" alguns grupos vão perder as protecções, outros vão conseguir que tudo fique essencialmente na mesma. A que grupo pertencerão os donos das Farmácias é o que iremos ver.
# por Anonymous Anónimo : segunda-feira, janeiro 23, 2012

 

 

 

Quando se pede o regresso do velho João Cordeiro, está tudo dito. Já não voltam mais os tempos gloriosos dos trespasses multimilionários. Habituem-se. Arrisquem se querem ganhar. Até agora, bastava "sair-lhe o brinde" e eram logo riquitos!
# por Anonymous Anónimo : segunda-feira, janeiro 23, 2012

 

 

 

A ANF pisa areias movediças.
Se não der o salto em frente afunda as farmácias.
Paliativos parvos, como os célebres cartões de pontos e outras tretas a imitar o comércio em geral nada mudam.
É urgente uma revolução que ponha tudo em causa. Quem tem medo compre um cão.
E repito : O tempo das vagas gordas acabou.
Façam-se á vida e quem andou a brincar ás farmácias levará um lindo enterro.
#Veterano#
# por Anonymous Anónimo : segunda-feira, janeiro 23, 2012

 

 

 

A ANF sob um manto diáfano de lobi competente e poderoso esconde muitos erros de trajetória. Veja-se o caso da Alliance Unichem um exemplo de empresa mal gerida que com a dimensão, a vantagem "política" face a multinacionais e a concorrência fraquíssima de cooperativas não sai da cepa torta.
É só amigos, negociatas e cunhas. Um bom espelho do que será a gestão da cadeia de farmácias futura.
# por Anonymous Samuel : segunda-feira, janeiro 23, 2012

 

 

 

Greenman, a ordem não tem como missão proteger nenhum emprego. Tem sim que proteger a profissão. São coisas muito diferentes.

Estagiário, os sindicatos servem para proteger os interesses dois que estão empregados. Os jovens desempregados não precisam mais disso, como deve imaginar.

A estratégia parece ser claramente a burning platform, mas não julgo que seja tão certo quanto isso que o governo passe ao change control apenas pela estratégia de comunicação da anf.
# por Blogger Azrael : terça-feira, janeiro 24, 2012

 

 

 

Exactamente. A Ordem tem que proteger os farmacêuticos, foi o que eu disse. E isso inclui farmacêuticos em conflito com outros. Pelo menos, penso que o que se paga de quotas devia dar para ter um gabinete jurídico funcional, em vez de termos um que constantemente chuta para canto.
# por Blogger GreenMan : terça-feira, janeiro 24, 2012

 

 

 

Não será de memória curta que o plano Farmácias Portuguesas, com homogeneização de imagem e cartãozinho associado, surge num combate explícito ao surgimento das Parafarmácias. Vitória ganha ainda que custe aos proprietários que o escolheram fazer, a entrada no programa.

Lembro ainda que a (in)sustentabilidade das farmácias tem sempre no outro prato da balança a "nacionalização" do serviço.
Momento Teresa Guilherme: Você / Já Pensou / O que era / se / de repente / ...o estado desatasse a abrir farmácias sociais (vá, só para os cidadãos "RT") assumindo também capacidade instalada à semelhança do que acontece nas Análises Clínicas?
# por Anonymous Moustique : sexta-feira, janeiro 27, 2012

 

 

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