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Impressões de um Boticário de Província

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terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Perigoso! 

«As farmácias afirmaram-se hoje disponíveis para dissociar o seu lucro do preço dos medicamentos e apelaram ao Governo para que passe a remunerar o sector com um valor fixo.»

Esta ideia, a de remunerar o acto farmacêutico por um preço fixo independente do preço dos medicamentos, tem vindo a ser defendida por muitos ilustres farmacêuticos e é, sem dúvida, agradável à classe, afastando a origem dos honorários do acto comercial e aproximando-a à prestação de um serviço de saúde.
Mas se em teoria pode ser uma evolução interessante, com vantagens para os profissionais e para os doentes, na prática pode vir a revelar-se catastrófica. O valor atribuído à actividade das farmácias é baixo, seja do lado da população, do lado do poder político e mesmo na perspectiva dos outros profissionais de saúde; ninguém valoriza muito o trabalho desenvolvido nas farmácias, por exemplo como peça fundamental nos cuidados de saúde primários, ninguém está interessado em desenvolver o potencial dos serviços farmacêuticos. Por muito que custe admitir a verdade é esta. E se não há valorização não há tostão.

Peliteiro,   às  23:53

Comentários:

 

A retribuição por acto farmacêutico será clara e transparente , o problema será suportar as rendas , de lojas ,de equipamento informático e não só ,de manutenção de ar condicionando , extintores , calibrações , a prestação serviço para o programa informático , seguros de trabalho , do espaço em sí , etc...
Já para não falar nas auditorias internas e externas , perdas no stock e no receituário devolvido pelas ARS , devoluções que tardam em ser regularizadas e são desvalorizadas...enfim uma panóplias de coisas que passa um pouco ao lado de quem só se preocupa em que seja hora de S.Receber !

 

 

 

"O valor atribuído à actividade das farmácias é baixo...ninguém valoriza muito o trabalho desenvolvido nas farmácias".
De facto, esta é a verdade. O problema é que o corrente sistema de retibuição do serviço criou uma tremenda inércia dentro da classe, tendo estado mais preocupados com a gestão dos espaços comerciais do que com a evolução da profissão. A única coisa que se pode apontar é a enorme falta de competências de gestão da generalidade dos directores técnicos de farmácias dos últimos 20 anos, que não souberam acautelar o futuro. Foi fácil enquanto a ANF ia segurando as pontas... Além da questão da gestão, falta imenso conhecimento do mercado nacional para que quem tem de decidir possa tomar as melhores decisões. Ficar à espera que os policy-makers decidam com base no que os outros fizeram sem nos preocuparmos a ver se isso resulta cá nunca é boa ideia. Aí a atitude da ANF, sendo a estrutura com melhor conhecimento do sector, mas remetendo-se sempre a uma posição de "quasi-guerrilha" na esperança de manter o seu pequeno poder (quando comparado com o da industria) deu nisto: ninguém nos liga, ninguém nos valoriza, ninguém se apercebe do trabalho valioso que fazemos, pois somos "do lobby".
Se resolverem aplicar uma taxa fixa por serviço, seria bom discutirmos o que deve estar incluido nesse preço: é só a dispensa de MSRM? è a dispensa e acompanhamento farmacoterapêutico? etc...
No final, pesando os prós e contras, penso que será mesmo uma boa medida, que devemos aproveitar para dar um novo impulso à reformulação da actividade de farmacêutico comunitário, sob pena de nos tornármos irrelevantes.
# por Blogger GreenMan : quarta-feira, janeiro 18, 2012

 

 

 

Se as farmácias se estão a afundar, como diz a ANF, então que se afundem de vez! O Governo liberalizará a instalação de farmácias e tornará ilimitado o número de farmácias por proprietário, entrando o Belmiro e Cia. no sector. Se, como diz a ANF, as farmácias não ganham para as suas despesas de manutenção (e, acrescento eu, manutenção dos luxos dos seus donos), então que reduzam as despesas, façam uma vida mais modesta e livrem-se dos luxos megalómanos a que se habituaram (ROBOTS e afins) e que não condizem com a pobreza do país.

Em relação ao valor dado à actividade das farmácias, é baixo de facto. Do poder político nada a esperar de bom, pois para a esmagadora maioria, inculta, a farmácia é abrir gavetas e facturar receitas (como se tudo o resto acontecesse por magia). Há utentes que dão valor à farmácia, de facto, mas para muitos outros a farmácia e quem lá está são meros "dispenseiros" de caixinhas que tudo o que têm de fazer é ser rápidos - para não lhes ocuparem muito tempo - e não se enganar no troco.
# por Anonymous Estagiário : quarta-feira, janeiro 18, 2012

 

 

 

Sou há muito tempo defensor da separação entre preços de venda e remunerações. Acaba a lógica de "negócio" que tantos engulhos dão a muita gente (ordem dos médicos incluida).
É necessário porém acautelar o valor do acto farmacêutico.
E os MNSRM e o resto, não devem fazer parte do acordo.
Um médico quando consultado (no privado) se o doente tem 4 doenças não cobra 4 consultas.
É um caminho aberto para recuperar respeitabilidade das Farm. e o interesse dos Farmac. pela profissão e pelo aperfeiçoamento.
# por Anonymous Anónimo : quarta-feira, janeiro 18, 2012

 

 

 

A nova legislação já apontava para aí e muito bem.
Não me cheira é que o governo vá nisso (com remunerações aceitáveis).
A AnF contudo ás vezes, joga um duque para apanhar um terno...
Será que quer mesmo?
# por Anonymous Anónimo : quarta-feira, janeiro 18, 2012

 

 

 

Pois, o problema será encontrar a remuneração aceitável. Na entrevista do Publico, cita-se o dr. Cordeiro a dizer que a remuneração média da farmácia portuguesa é 4,42€ enquanto na alemanha é 8 euros. Na alemanha penso que a remuneração é feita por receita e esta varia entre 6 a 12 euros, com algumas execepções para grupos vulneráveis (a média parece estar correcta). Já em Portugal, sendo a remuneração feita com base na margem de lucro, a média que um utente gastava por receita na farmácia era em 2009, 11.61€, num custo médio por embalagem de 5.29€ (ainda não estão disponiveis dados mais recentes, demos graças à genica do INFARMED...). Parece que o dr. Cordeiro se refere a um preço fixo por embalagem, o que não me parece ser o mais correcto (se uma receita tem 4 medicamentos, não faz sentido o doente pagar 4x o mesmo valor).
Mas insisto, mais do que o valor importa perceber o que iremos oferecer à população por esse dinheiro. Será uma das formas que temos de nos irmos valorizando e ao mesmo tempo desenvolver outros serviços, como os programas de gestão de doença, para irmos conquistando aos poucos o nosso espaço como verdadeiros profissionais de saúde.
# por Blogger GreenMan : quarta-feira, janeiro 18, 2012

 

 

 

Concordo com o Green Man (finalmente!)e com boa parte dos outros intervenientes. E não há que ter medo. Perigoso! Tudo é perigoso,perigoso é viver,acaba sempre mal!
Isto já não vai lá com paliativos, ou as farmácias mudam de paradigma ou afundam!
Venha a revolução. Assim o governo o queira!
# por Anonymous Anónimo : quarta-feira, janeiro 18, 2012

 

 

 

Funcionários públicos?!
Agora que os estão a despedir a todos os farmacêuticos pretendem ser funcionários do Estado?!
# por Blogger mfc : quarta-feira, janeiro 18, 2012

 

 

 

Depois não digam que não avisei...
# por Blogger O Peliteiro : quarta-feira, janeiro 18, 2012

 

 

 

Só 90 votos no http://aventar.eu/blogs-do-ano-2011 ?
Ainda falta votar muita gente...
# por Blogger O Peliteiro : quarta-feira, janeiro 18, 2012

 

 

 

Funcionários públicos já os Farm. são. Os governos sempre mandaram na Farm.( ora ponha lá a margem x, ora abra a porta y, ora faça lá como eu digo, etc.etc.)
Com o SNS não há farmácias livres!
Portanto é só juntar a fama com o proveito.
# por Anonymous Anónimo : quarta-feira, janeiro 18, 2012

 

 

 

Estagiário :
E se a liberalização fosse uma farmácia a cada farmac. e onde quiser e só isso? Assim já gostava? Também eu.
# por Anonymous Anónimo : quarta-feira, janeiro 18, 2012

 

 

 

"Depois não digam que não avisei"
Pois bem, cá recebi o aviso, mas não acredito.
Não acredito que a ser posta em prática corra mal.Mal corre se não se fizer nada.
Mas pior ainda e isso é que o salva,
nada disto é a sério
Não tenham medo é só fumaça!
# por Anonymous Anónimo : quinta-feira, janeiro 19, 2012

 

 

 

Sinceramente, esta ideia não tem qualquer tipo de fundamento. Isto quer dizer o quê?...
# por Anonymous Dylan : sexta-feira, janeiro 20, 2012

 

 

 

Este comentário foi removido por um gestor do blogue.
# por Anonymous Anónimo : sexta-feira, janeiro 20, 2012

 

 

 

A farmácia em Portugal tem andado em autêntico reboliço durante os últimos anos, com o sobe e desce dos preços, o marca e desmarca dos preços nas embalagens etc, mas isto seria a verdadeira revolução!

Já trabalho há cinco anos no Reino Unido, e esta é a forma de financiamento da farmácia desde há muitos anos.

Mas há muitíssimas diferenças entre ambas as realidades, que não me deixam acreditar que a aplicação de um modelo semelhante do Britânico fosse fácil.

Algumas diferenças entre Portugal e UK (onde se aplica o sugerido modelo de financiamento da farmácia):

- A maior parte da População Britânica não paga pela medicação (apenas entrega a receita na farmácia e recebe a medicação). Os poucos que pagam, também eles pagam um valor fixo por item (£7,40, quer seja por um Ramipril quer seja um Aricept). Isto torna o processo simples a nível da farmácia, pois não há o processamento de pagamentos.

- O valor da remuneração para a farmácia pela dispensa de cada item é aproximadamente 1€! Esta remuneração é muito baixa, mas compensada por outros aspectos: Um sistema completamente funcional e articulado de encomenda de receitas e a pronta disponibilização das mesmas pelo centro de saúde. As receitas são feitas para um período mensal (alguém que tome o ramipril e sinvastatina terá que encomendar as receitas 12 vezes por ano e equivalerá a 24 x 1€ para farmácia durante o ano com esse utente.)
Encomendar a receita é tão simples como enviar um email para o centro de saúde e requisitar os items desejados e enviar outro para a farmácia que um dia seguinte passará no centro de saúde para recolher a receita já assinada pelo médico.

A farmácia presta um número infindável de serviços remunerados pelo NHS (SNS). Nomeadamente consultas de revisão da medicação de 15-30min com os utentes regulares. Cerca de 30€ por consulta.
O prestação do serviço de contracepção de emergência (pílula do dia seguinte) envolve uma consulta com remuneração de cerca de 17€. Estes são apenas alguns exemplos.

- Outro factor determinante é o facto de que é o SNS a negociar o preço dos medicamentos. Chegando a um acordo (acordo que envolve preços sempre mais baixos que os dos genéricos em Portugal) é o estado que determina quanto é que custa uma caixa de 28 Sinvastatina 40mg. Esse é o preço a que qualquer farmácia o consegue comprar, independentemente do laboratório que o produz e do fornecedor que usa. Se esse preço for 1,24€, é esse mesmo valor que a farmácia recebe de volta quando enviar as receitas para o reembolso ao que soma o 1€ de taxa do acto farmacêutico. Numa palavra, é SIMPLES.

- Outra é a rede de administrações regionais de saúde que implementam de forma eficaz todas as directrizes (guide-lines). Se um medicamento é demasiado caro segundo as leis da farmacoeconomia, é retirado das guide lines, e no mês seguinte já não há nenhum centro de saúde a prescrevê-lo. Os médicos não têm capacidade para inventar. A especialidade deles é e deverá ser sempre diagnosticar. A partir do diagnóstico é seguir directrizes.


São realidades completamente distintas, e as diferenças apenas se iniciam nestes exemplos apresentados.

Acredito porém, que a ideia de dissociar o acto farmacêutico do lucro da venda em Portugal não é utópica e que poderia fazer bem à reputação da nossa classe profissional.
# por Blogger Eugénio : sexta-feira, janeiro 20, 2012

 

 

 

Obrigado pela intervenção Eugénio. Abraço
# por Blogger O Peliteiro : sábado, janeiro 21, 2012

 

 

 

A Farmácia Portugal já não tem remédio... por mais terapeuticas que se arranjem, por mais mezinhas que se engendrem...

Bem... quanto ao economicismo que por aí alastra... ele é um subproduto do «estado a que chegamos»!
# por Blogger rouxinol de Bernardim : segunda-feira, janeiro 23, 2012

 

 

 

Não conhecia o blog e sempre têm-se uma discussão um pouco mais aprofundada que o normal que noutros lados.

Qual a razão que quando se fala em farmácias, tem de vir sempre à baila os lucros fabulosos à lá PCP? As de 1.5mihões de facturação para cima.

PS: Tenho a certeza que vão pensar que os donos estão milionários só de referir aquele valor (1.5M)

Só por acaso conheço uma farmácia que antes das medidas do Sócrates (2005)fazia metade daquele valor 800 mil euros de facturação.

Uma farmácia mediana de cidade urbana onde há concentração a mais(Boa forma de ver parte da liberilzação total). Ainda há mais pequenas que estas em ambiente urbano.

Quebra constante de facturação 3
4% ao ano depois das medidas do Sócrates, com ligeira subida em 2009

Ano passado quebra de 25%.

Quebra prevista para este ano - 15%

Resultado final: A farmácia perde quase metade do seu valor em 7 anos.

Resultados negativos previstos de 5000, mesmo após ter despedido um funcionário.

Imagino aqueles que compraram farmácia logo a seguir à liberalização da propriedade. Agora é que deve ser sempre a facturar.

Aqui fica uma verão economicista da questão. E digo desde já que a farmácia é bem gerida.

Por isso nem quero imaginar como estão farmácias mais pequenas que nem fazem gestão de stock.
# por Anonymous Who Cares : sexta-feira, janeiro 27, 2012

 

 

 

E já agora com a liberalização, deviam abrir umas 8000 novas farmácias e só sobreviviam umas 5000.

O volume de vendas média caía para 350000 mil euros.

Ganhavam trabalho mais 10000 farmacêuticos. Perdiam trabalho uns 4000 farmacêuticos.

Isto se continuasse a obrigatoriedade de 2 farmacêuticos, o que não acredito.

Isto tudo claro valores por alto à merceeiro.

Em princípio devido ao choque inicial os farmacêuticos ganhariam mais, mas a tendência a longo prazo era baixar o ordenado.

O mercado tinha tendência muito grande para se agrupar (compras em quantidade) e tendência para ser adquirido por 2 ou 3 grupos económicos.

As farmácias ficam praticamente sem margem para funcionarem sozinhas, sem grupos de compra ou de outro género semelhante.

Poderá trazer coisas boas. Se ficar presa a 2 ou 3 grupos, não traz benefícios reais à população. As margens da farmácia apenas se dividem por várias.

Vantagem Relativa - das 5000 farmácias, umas 1500 seriam de farmacêuticos. (Já estou a ver os olhos de alguns a brilharem)

Outra vantagem é já não chamarem os farmacêuticos de ricos.

Desvantagem: A longa prazo a concorrência desaparecia, o serviço também não tinha razão para melhorar a longo prazo. Não é por haver mais farmácias que a qualidade de atendimento melhora como alguns querem fazer passar. Ou a qualidade de atendimento no hipermercado é melhor que na maior parte das mercearia de rua?

Não haveria cá seguimentos da terapêuticos ou planos farmacoterapêuticos porque não haveria razão para tal haver. Só por alterações jurídicas aqui mencionadas e nas quais concordo.

Em suma, ganhavam umas 2500 pessoas e 3 ou 4 grupos económicos.

A curto prazo os doentes tinham medicamentos mais baratos.

A curto prazo o estado deveria gastar mais, porque abririam muitos mais postos de venda de medicamentos.

A longo prazo os preços aumentavam devido a concentração. Doentes passavam a não beneficiar.

A longo prazo o estado gastaria muito mais dinheiro.

Isto é que é mercado liberalizado. E mercado liberalizado quer dizer que preços também são.

Nesta altura comprava acções da IF.

E aí está, admito que possa estar enviesado, mas é só uma opinião.
# por Anonymous Who Cares : sexta-feira, janeiro 27, 2012

 

 

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