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Amanita muscaria

Impressões de um Boticário de Província

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quarta-feira, 26 de maio de 2010

Redução da despesa, a sério 

O Ministério da Saúde propôs-se a reduzir a despesa no sector através das «Dez primeiras medidas para uma gestão mais eficiente do SNS». A situação económica que vivemos não se adequa ao controlar do desperdício através das "impressões em frente e verso" e da eliminação da  uso de água da torneira; há que implementar medidas estruturais com impacto significativo, no sentido do rigor e da austeridade, todavia sem prejudicar a qualidade dos serviços ou provocar convulsões sociais.

Apresentam-se três ordens de medidas que acredito, numa abordagem inicial e imediata, economicamente mais eficazes, socialmente mais justas e qualitativamente menos perniciosas para os doentes:

1. Despesa
Extinção imediata da ADSE e de todos os outros subsistemas públicos de saúde, pela integração no SNS.

2. Pessoal
Caducidade imediata de todas as licenças sem vencimento de profissionais de saúde e liberalização (cumprindo requisitos predefinidos rigorosos) da abertura de todos os cursos de saúde privados.

2. Medicamento
Prescrição por denominação comum internacional com decisão de escolha do medicamento mais barato pelo doente e proibição efectiva de venda de MSRM sem receita médica (obviamente com fiscalização e penalizações fortes, que podiam chegar à retirada de AIM ou de "alvará"). Conversão do escalão de comparticipação de medicamentos de 100% para 99%.

Peliteiro,   às  00:02

Comentários:

 

SE EM VEZ DE SERES TU A DAR ESTAS ACHEGAS FOSSEM OS SENHORES CONSULTORES ESTES CONSELHOS SERIAM PAGOS A PESO DE OURO A EMPRESAS CONTRATADAS SEM CONCURSO E QUE NÃO PERCEBEM PATAVINA DO SECTOR

 

 

 

Muito me honraria a sua douta opinião:
http://dylans.blogs.sapo.pt/29765.html

Obrigado.
# por Blogger Dylan : quarta-feira, maio 26, 2010

 

 

 

Ninguém os tem como tu!
# por Anonymous HSM : quarta-feira, maio 26, 2010

 

 

 

Concordo em absoluto.
# por Anonymous Nuno Pimentel : quarta-feira, maio 26, 2010

 

 

 

Ao nível do pessoal queria acrescentar outra coiso, terminar a promiscuidade entre o Publico e o Privado.
# por Anonymous Nuno Pimentel : quarta-feira, maio 26, 2010

 

 

 

Acrescentaria mais, mas ficam só mais estas duas:

- Fim da promiscuidade "público-privado". Isto é, se um funcionário de uma Conservatória só presta serviço ao Estado, porque é que a grande maioria dos médicos presta serviços no público, até às 12h50m, e depois vai para o privado?
- Fim das margens garantidas na venda de medicamentos. Porque é que nos medicamentos há preços fixos?
# por Anonymous Anónimo : quarta-feira, maio 26, 2010

 

 

 

Não há dúvida de que temos um problema de competência, de coragem politica e de sentido de Estado para tomar as medidas necessárias à racionalização da despesa.
Vejam bem que o J Peliteiro apenas numa medida simples de tomar, diminuiria a despesa em mais de mil milhoes de Euros(despesa da ADSE). As duas restantes, a diminuição da despesa não é mensurável(julgo eu mas penso que não entendi o alcance das medidas do ponto de vista da poupança), mas sem dúvida que melhorariam e moralizariam o funcionamento do sistema.
Mas se o Jorge me permitir, acrescento mais 3 medidas: generalizar as 40H para toda a f publica; enquanto as faculdades de medicina forem públicas e pagas com os impostos de todos, obrigar os médicos(restantes profissionais também, se necessário) à exclusividade(sem qualquer acréscimo de remuneração, como acontece hoje) pelo menos durante 15 Anos; terminar com a irracionalidade tendencialmente fraudulenta da gratuitidade dos medicamentos, com pagamentos minimos de 5% e co-pagamentos nunca inferiores a 1,5€(todo o receituário). Por fim, em jeito de conclusão, não posso conceber(a não ser em situação excepcional), que os orçamentos não sejam cumpridos. Nestes casos, seriam os gestores públicos, do seu bolso, a assumir o déficit. Se o saldo negativo for sempre a distribuir por todos, então qualquer um sabe gerir, e esta coisa, que já foi um País, torna-se irreversivelmente ingovernável.
# por Anonymous Carlos F : quarta-feira, maio 26, 2010

 

 

 

Explicando alguns pontos:
A extinção da ADSE e outros subsistemas em boa medida acabaria, Nuno, com a promiscuidade público privada, já que grande parte da medicina privada sobrevive - alguns empreendimentos com muitas dificuldades e à espera de serem comprados, pelo que se diz -exactamente pela existência desses subsistemas. Se a ADSE desaparecesse desaparecia muita dessa promiscuidade.

Donde, Carlos, com a atrofia da medicina privada, relacionando com o fim do escândalo das licenças sem vencimento e ainda com o cenário de "produção" de profissionais de saúde, médicos, por faculdades privadas, à medida das necessidades reais do país o poder negocial entre a oferta e a procura tenderia a equilibrar-se acabando com a negociata das horas extraordinárias e urgências à tarefa. Milhões e milhões de euros, ninguém sabe bem quantos.
# por Blogger Mário de Sá Peliteiro : quarta-feira, maio 26, 2010

 

 

 

Quando me referia à promiscuidade publico/privado era a exclusividade de trabalho. Ou num lado ou no outro.
# por Anonymous Nuno Pimentel : quarta-feira, maio 26, 2010

 

 

 

O que interessa aqui sublinhar é que é bem sabido como diminuir despesa em saúde. O que não há é coragem porque há sempre alguém que se sente beliscado.

Já em 2006 no agora tendencioso e lambe-botas blogue dos administradores hospitalares, o SaudeSA (http://saudesa.blogspot.com/2006/09/mil-ideias.html), se promoveu uma espécie de concurso de ideias, apresentadas segundo um determinado formato, para poupar no SNS. Algumas ideias minhas (separadas em comentários diferentes por limitações do blogger):
# por Blogger Mário de Sá Peliteiro : quarta-feira, maio 26, 2010

 

 

 

IDEIA: Instalar uma central de compras para medicamentos, reagentes para laboratórios e outros para venda a instituições públicas e privadas de Saúde.

O QUÊ: As compras de medicamentos, reagentes para laboratórios e outros produtos de elevado valor e uso generalizado são efectuadas individualmente pelas diferentes unidades de Saúde Portuguesas.
Pretende-se alavancar o poder negocial do conjunto dos prestadores de serviços de Saúde, Públicos ou Privados, por forma a conseguir descontos comerciais por volume, a avaliar as compras efectuadas por instituições públicas e a reduzir os custos de encomenda individuais.

COMO: A central de compras (CC), mais apropriadamente central de negócios não intervém na logística dos produtos, apenas negoceia com os fornecedores.
A CC tem autoridade e tem acesso total às quantidades e preços das compras efectuadas e das compras previsíveis de todas as unidades de Saúde Públicas.
A CC negoceia com os fornecedores e promove a venda junto de toda e qualquer unidade de sáude legalmente integrante do ciclo do produto (incluindo, por exemplo, Armazenistas, Farmácias, Laboratórios de Análises, Imagiologia…).
A CC reterá uma margem para funcionamento e investimento próprio.
A compra pela unidade de Saúde é livre; as instituições públicas serão responsabilizadas se uma eventual não compra se vier a traduzir em prejuízo.

ONDE: Num escritório, de um edifício devoluto do MS, com 200m2, e 6 postos de trabalho.

QUEM: 1 AH Sénior Economista; 1 AH Sénior Jurista; 1 Farmacêutico Sénior; 1 Analista Clínico Sénior; 2 Farmacêuticos Juniores.

QUANDO: Amanhã.

QUANTO: Sem encargos de funcionamento.
Redução de 0,5% nas despesas de medicamentos e reagentes para laboratórios das unidades de Saúde Públicas em 2007. 1% em 2008. 2% em 2009.

Problemas/efeitos indesejados: Os fornecedores tentarão eliminar o poder negocial através de interferências negociais e de influência política; As unidades de Saúde poderão apresentar alguma resistência ao projecto.

Grau de dificuldade: Baixo, 1 espada.

OBERVAÇÃO FINAL: "Joga bonito" e simples.
# por Blogger Mário de Sá Peliteiro : quarta-feira, maio 26, 2010

 

 

 

IDEIA: Encerramento de laboratórios de análises clínicas e anatomia patológica.

O QUÊ: Quase todos os Hospitais têm o seu próprio laboratório de análises clínicas e muitos têm laboratórios de anatomia patológica.
Do ponto de vista da despesa – pessoal, equipamento, espaço, consumíveis – temos que os exames laboratoriais com mais peso não são geralmente urgentes.
As vias de comunicação e as ferramentas telemáticas evoluíram consideravelmente nos últimos anos, possibilitando transporte e transmissão de dados em tempo útil.
Propõe-se que os Laboratórios Hospitalares concentrem os seus recursos na realização de exames laboratoriais urgentes (a que chamaremos de nível I ou II) e que sejam criados laboratórios principais (de nível III), que se distinguem pela especialização e pelos ganhos de rentabilidade.


COMO: Os laboratórios de nível III recebem as amostras e respectiva informação dos vários hospitais “clientes” e à medida que os relatórios dos exames se completam são disponibilizados por via telemática.
Os laboratórios de nível I e II repartem os recursos entretanto libertados para os de nível I e para uma melhor assistência aos doentes dos CS, USF e medicina privada.


ONDE: Concentração progressiva. Inicialmente recorrendo a instalações, equipamento e pessoal de laboratórios existentes; em fases seguintes podem usar-se espaços disponíveis do MS, bem servidos por acessos (ex. a antiga maternidade de Barcelos ou a Júlio Diniz após instalação do CMI do Porto).

QUEM: Não há lugar a contratações; antes a reestruturação de tarefas dos actuais profissionais (os Patologistas Clínicos podem dedicar-se mais à patologia Clínica, ou lá o que é isso).

QUANDO: Início amanhã. A reestruturação começará a apresentar efeitos num trimestre; velocidade de cruzeiro num ano.

QUANTO: Não possuo dados mas suspeito que muitos milhões.
Por exemplo, Lisboa tem um parque de equipamentos maior que Paris (diz-se), alguns deles a operar 2 horas /dia; Famalicão, Guimarães, Barcelos, Braga, Fafe, Póvoa, Vila do Conde, Viana tem cada um o seu LAC e mesmo assim subcontratam análises a privados; Hospitais há com, por exemplo HIV efectuados no serviço de sangue e no de patologia ou com mais que um laboratório.

Problemas/efeitos indesejados: As associações profissionais do costume poderão pronunciar-se contra, mas sem muita convicção, presumo.

Grau de dificuldade: Baixo, 1 espada.

OBERVAÇÃO FINAL: Começa pelo fácil e aprende a fazer o difícil.
# por Blogger Mário de Sá Peliteiro : quarta-feira, maio 26, 2010

 

 

 

IDEIA: PRESCRIÇÃO OBRIGATÓRIA POR DCI.

O QUÊ: Obrigatoriedade de prescrição por DCI nas receitas médicas comparticipáveis.


COMO: Se na receita médica não constar o DCI do medicamento prescrito não é comparticipada.

ONDE: Todas as receitas médicas comparticipáveis.

QUEM: Todos os Médicos; todas as Farmácias.

QUANDO: Ontem.
(Os doentes são devidamente informados para que não "paguem as favas" e para que a "culpa" não seja atribuída à Farmácia).

QUANTO: Um estudo que encomendei à UCP aponta para um acréscimo no mercado de genéricos de 10%.

Problemas/efeitos indesejados: Greves e tumultos instigados pela OM.

Grau de dificuldade: Muito alto, 5 espadas.

OBERVAÇÃO FINAL: «Não tenhais medo!».
# por Blogger Mário de Sá Peliteiro : quarta-feira, maio 26, 2010

 

 

 

IDEIA: Fim dos genéricos de marca.

O QUÊ: Acaba o absurdo dos medicamentos genéricos de marca. Ou é genérico ou é marca!

COMO: A IF detentora de AIM de genéricos de marca opta pela conversão em genérico ou em marca.

ONDE: Madeira incluída.

QUEM: IF Nacional incluída.

QUANDO: Ontem.

QUANTO: Um estudo que encomendei à UCP aponta para um acréscimo no mercado de genéricos de mais 5% e poupanças de uns milhões.

Problemas/efeitos indesejados: Greves e tumultos instigados pela OM e APIFARMA.

Grau de dificuldade: Muito alto, 5 espada.

OBERVAÇÃO FINAL: «Não tenhais medo!».
# por Blogger Mário de Sá Peliteiro : quarta-feira, maio 26, 2010

 

 

 

IDEIA: Reduzir a utilização de modificadores da secreção gástrica no ambulatório.

O QUÊ: Os modificadores da secreção gástrica representam um peso muito elevado no sistema de comparticipações (não haverá em Portugal assim tantas úlceras, esofagites, ZE e H.pylori!!!). As indicações terapêuticas são bem definidas mas nem sempre serão respeitadas: unha encravada = antibiótico + omeprazol cx.30; torcicolo = AINE + lansoprazol cx.60; garrafa de vinho verde = pantoprazol cx.56, etc, etc.

COMO: Protocolo de indicações terapêuticas de cumprimento estrito para efeitos de comparticipação.
1ª fase: usar como auxiliar de prescrição;
2ª fase: o incumprimento injustificado implica processo disciplinar ou, na privada, perda da condição de prescritor do SNS.

ONDE: Receitas comparticipadas.

QUEM: Todos os prescritores no ambulatório.

QUANDO: Elaboração do protocolo 30 dias. 1ª fase até final ano.

QUANTO: 1ª fase: redução de vendas do grupo terapêutico de 50%; 2ª fase: redução de vendas de mais 10%.
Esta medida seria - para além da poupança imediata para o Estado e para os doentes - sobretudo simbólica e formativa, uma chamada de atenção para os clínicos, recordando que os recursos são escassos devendo portanto ser bem geridos.
[Admito no entanto ter escrito sem estar na posse de dados sobre a prevalência das patologias em causa, ter escrito tendo como base, apenas, impressões de Boticário de província.]

Problemas/efeitos indesejados: Greves e tumultos instigados pela OM.

Grau de dificuldade: Muito alto, 5 espadas.

OBERVAÇÃO FINAL: «Racionalizar sem racionar».
# por Blogger Mário de Sá Peliteiro : quarta-feira, maio 26, 2010

 

 

 

Como se vê,
o problema do País é de competência, de independência e de honestidade intelectual. Poucos políticos hoje em Portugal reunem estes requisitos essenciais para se ser Estadista.
Facilmente se conclui que Jorge Peliteiro seria um Estadista caso tivesse funções governativas. Infelizmente não tem e por isso é apenas um cidadão 5 estrelas.
# por Anonymous Carlos F : quinta-feira, maio 27, 2010

 

 

 

Muito simpático, Carlos.
Um grande abraço, velho amigo.
# por Anonymous Mário de Sá Peliteiro : quinta-feira, maio 27, 2010

 

 

 

Pacote (adicional) de 14 medidas

1 - Proibição de fotocópias nos Hospitais EPE com reintrodução do papel químico e do stencil;

2 - Generalização da medida (já tomada por um hospital do norte) de incluir garrafas vazias no interior dos autoclismos reduzindo assim em cerca de 30 % as respectivas descargas;

3 - Obrigatoriedade de os elementos dos CA, do Director Clínico e do Director de Enfermagem de se deslocarem sempre na mesma viatura que deverá ser movida a GPL;

4 - Redução de todos os CA’s de Hospitais e de Institutos da Saúde para um máximo de três elementos passando o Director Clínico a acumular as funções de Director de Enfermagem (exceptuam-se desta obrigação os casos de especial complexidade de gestão: Hospital Padre Américo de Penafiel e Infarmed que deverão continuar a ter sete elementos);

5 - Encerramento de todos os refeitórios destinados a profissionais nas entidades que integram o MS e o SNS instalando parques de merendas nos quais, os referidos profissionais, poderão utilizar os respectivos termos e marmitas;

6 - Afixação na internet da lista dos hospitais prevaricadores em horas extraordinárias;

7 - Remodelação dos gabinetes dos CA’s (em tons de branco casca de ovo) dos hospitais que consigam manter o serviço às populações apesar da vaga de reformas, aposentações e licenças sem vencimento e ainda consigam reduzir as horas extraordinárias e a aquisição de serviços a empresas;

8 - Transformação das linhas 112 e S24 em chamadas de valor acrescentado (0,60 Euros + IVA) com sorteio de viagens ao Mundial da África do Sul por cada 10 000 chamadas;

9 – Aluguer dos pisos superiores do MS, na João Crisóstomo, para banquetes, casamentos e baptizadas;

10 – Venda das sobras da vacina da “gripe” A na Feira do Relógio em Chelas;

11 – Reciclagem dos Planos de Contingência da “gripe” no ponto verde;

12 – Taxa especial de 30 % sobre o custo das tendas utilizadas pelo governo em todos os pré-anúncios, anúncios, pós-anúncios, primeiras, segundas e terceiras pedras;

13- Recurso aos “aguadeiros” para distribuição de água potável (de preferência de Caneças) eliminando assim as doses individualizadas. Esta medida permitirá rentabilizar os milhões de dispensadores comprados para a lavagem de mãos “gripal” evitando focos de transmissão de doença na dança dos jarros com água;

14 - Instalação de sanitários com utilização por moedas e acesso controlado por biometria;

Disposições Finais:

As medidas têm carácter generalista e abstracto não se exigindo mais ao Médio Tejo do que a Leiria em termos de poupança. Afinal os cortes não podem parecer cegos…

Ficam excluídas deste pacote todas e quaisquer medidas de natureza estratégica, sérias, credíveis e que, efectivamente, tenham impacto no controlo da despesa. Fica, igualmente, afastada toda e qualquer análise técnica, de base científica e fundamento económico que possam demonstrar que estes pacotes não são mais do que bricolage político disfarçado de “fogo-de-artifício” para produzir uns títulos de jornais e uns rodapés de Telejornal.
# por Anonymous Euclides : quinta-feira, maio 27, 2010

 

 

 

Pequeno pormenor para a prescrição com Denominação Comum Internacional (presumo que a referência seja em relação aos genéricos): Atenção que os genéricos não são iguais aos medicamentos de marca (salvo raras excepções), são "bioequivalentes", o que não é a mesma coisa.
Se a ideia é permitir substituir o medicamento por aquele que o doente quer( baseado no factor financeiro e não científico), então porquê sequer ir ao médico e não perguntar ao vizinho o que tomar? Assuma-se, ou se tem confiança no médico que se consulta, ou não.
# por Anonymous Cidadão : sábado, junho 12, 2010

 

 

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