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quarta-feira, 9 de julho de 2014

Greve dos médicos, benefícios para as farmácias. 

«Ministro anuncia acordo com farmácias para “promoção e prevenção da saúde”
 um acordo “sem paralelo” com as farmácias»

Peliteiro,   às  18:53

Comentários:

 

O ministério da saúde (talvez por pressão dos médicos e desprezo pela farmácia ) nunca quis aproveitar o saber e a disponibilidade dos farmacêuticos.
Agora que sente o terreno a fugir debaixo dos pés, talvez ache que as farmácias não são só lojas de venda de caixas.
Já vem tarde.
Espero que saia alguma coisa de jeito.
Tenho duvidas.
E será de graça?
Flávio-

 

 

 

Onde estão os exortadores da greve das farmácias agora?
# por Blogger Azrael : quarta-feira, julho 09, 2014

 

 

 

Quais greves nem meias greves?
Nunca as farmácias tiveram poder para greves. Só lutos em procissão.
Não vão fazer favor nenhum.
Estão é à resca!

# por Anonymous Anónimo : quarta-feira, julho 09, 2014

 

 

 

Para greves não é preciso poder nenhum. Aliás greve é o que se faz quando não há mais nada a oferecer, nenhum recurso, nenhum poder negocial. O equivalente ao fazer birra de uma criança.
# por Blogger Azrael : quinta-feira, julho 10, 2014

 

 

 

As farmácias não podem fazer greve! Azrael nunca ouviu falar em lock out? Sabe bem que isso é inconstitucional.
Quem pode fazer greve são os farmacêuticos. Todos, menos o proprietário. Também por isso a separação das águas entre propriedade e direcção técnica podia ser uma vantagem para os farmacêuticos poderem lutar com as mesmas armas dos outros profissionais de saúde. Assim, têm de continuar a ser subservientes ao poder político, à espera das migalhas que o ministro que está na cadeira lhes resolva dar. Como é o caso deste anúncio: intenções, nada mais. Duvido muito que o ministro saiba bem o que quer fazer.
# por Blogger GreenMan : quinta-feira, julho 10, 2014

 

 

 

O ministro apenas quis "chatear" os médicos em greve. Tanta ingenuidade este Azrael. Está todo contentinho mas brevemente vai levar com a porta [realidade] na cara.
E, já agora, estou-me nas tintas quanto aos benefícios para as farmácias. Se ainda fossem benefícios para os farmacêuticos... Há algo profundamente irritante neste profissão e que já deveria ter mudado: não confundir farmácia com farmacêutico.
# por Anonymous Anónimo : quinta-feira, julho 10, 2014

 

 

 

Esta Azrael é um patusco. Greves de farmácias? Então, há centenas de farmácias insolventes, outras centenas andam a renegociar dívidas e iam fazer greve? Ainda menos negócio teriam. E depois, como ficavam perante uma opinião pública, que sabe que as farmácias valem milhões em trespasse a fazerem greves? Tirava-se o alvará por incumprimento do serviço público atribuído.
# por Anonymous Anónimo : quinta-feira, julho 10, 2014

 

 

 

Pois o Azrael (que nic. arrevesado) não está realmente dentro do assunto, mas saindo um pouco em sua defesa li aqui que muito boa gentinha defendia que se aviasse a receita sem comparticipação. (chamavam "greve")
Já foi feito uma vez com fracos resultados quando as ARS pagavam a 6 e 7 meses.

Passou esta ação para a opinião púbica, jornais e televisões como uma terrível GREVE.
-Flávio-
# por Anonymous Anónimo : quinta-feira, julho 10, 2014

 

 

 

--Greves só se fazem quando já não há nenhum poder negocial--
Novamente discordo!
Os reformados não têm poder negocial e greves nada!
Que greve fariam?
-flávio-
# por Anonymous Anónimo : quinta-feira, julho 10, 2014

 

 

 


Mas que grande confusão que por aí vai.
..."há centenas de farmácias insolventes, outras centenas andam a renegociar as dívidas"... (...) ..."as farmácias valem milhões em trespasse"...
Afinal, em que ficamos?
Se, as farmácias valem os tais muitos milhões, como pode haver insolvência que lhes pegue ?
"Trespasse" feito, paga-se as dívidas e, ainda, sobram milhões para ficar rico, muito rico!...
Mais que patusco é o Anónimo que lança estas patacoadas.

Naohapachorra

# por Anonymous Naohapachorra : quinta-feira, julho 10, 2014

 

 

 

Oh anónimo pachorra,

Qual é o problema de existirem farmácias falidas e outras a darem milhões?

Há décadas que fecham mercearias, e o negócio de supermercados dá milhões a várias empresas em Portugal.

Isto tem um nome, há farmácias bem geridas e que valem milhões e há farmácias mal geridas e que foram adquiridas por muito dinheiro e que são cancerosas.

O negócio de retalho farmaceutico continua a ser um bom negócio, sobretudo pelo facto de que não se podem abrir farmácias como se abrem papelarias ou restaurantes. Mas, nem todos sabem o que é gestão!
# por Anonymous Anónimo : quinta-feira, julho 10, 2014

 

 

 

Outra coisa que se faz quando já não há mais argumentos nem mais nada para oferecer são coisas tão inúteis como centralizar o discurso no mensageiro e não na mensagem: ingénuo, patusco, arrevesado (??). Muito me diverte verificar que tenho razão.

Ó Greenman, mas estamos a discutir semântica?
Desconheço a inconstitucionalidade de fechar um estabelecimento mas também é irrelevante para o caso. Seja greve de quem for, o que é certo é que foi uma medida defendida por muitos.
# por Blogger Azrael : sexta-feira, julho 11, 2014

 

 

 

Estamos em "modo" pré-eleitoral,
mais uma vez a ANF a fazer que trabalha e o Ministério a entrar na dança.

Nada de concreto, como sempre, processos de intenção, e a ANF a fazer o papel da "moça gira" par
fazer ciumes à Ordem dos Médicos.

Demagogia e "intrigas palacianas",
porque as verdadeiras reformas ninguém as sabe/quer fazer.

Saudações Farmacêuticas
# por Blogger Buiça : sexta-feira, julho 11, 2014

 

 

 


Ao Anónimo das patacoadas que, pelos vistos, sabe de mercearias e de supermercados...
Assim sendo, aqui tem as contas à vossa moda.
A farmácia média em Portugal vende por ano cerca de 1.000.000€ (um milhão de Euros).
Sendo a margem bruta de aprox. 25%, significa que 750.000€ vão para os fornecedores, restando 250.000€.
Destes, 170.000€, no mínimo, saem para salários, sobram 80.000€ para todas as restantes despesas, as rendas, electricidade, água, comunicações, seguros, avenças, conservação e manutenção de instalações e equipamentos, etc, etc, etc,
No final, se sobrar algum já não é mau.
Não falando, sequer, de encargos financeiros, caso existam, a coisa complica-se bastante mais.
Não há milagres...
Tenho grandes reservas relativamente aos que se arrogam de grandes gestores, que sabem muito de "números".
Foram esses, precisamente, grandes gestores da treta, com mais olhos que barriga, que "adquiriram as farmácias por muito dinheiro e que são cancerosas", esta frase entre comas não é nossa.
Veja só, compare:
O Mexia da EDP anda pelos 3 milhões/ano, o Catroga, a Cardona, o adiantado mental Braga Macedo, tambem na EDP, andam lá perto, não falando nos da PT, nos da banca, toda falida, que estamos a pagar, ou, nos das empresas públicas mais que falidas.
Para não falar dos grandes gestores, catedráticos, todos muito altamente, que desde a abrilada passaram pelos vários (des)governos das sucessivas bancarrotas, todos bem na vida e os Portugueses na desgraça.
Comparados com estes os donos de farmácias não passam de uns pelintras.

Naohapachorra

# por Anonymous Naohapachorra : sexta-feira, julho 11, 2014

 

 

 

E oitenta médicos constituídos arguidos ...
# por Anonymous Anónimo : sexta-feira, julho 11, 2014

 

 

 

É mais ou menos isto: http://www.peliteiro.com/2012/02/os-investidores.html
# por Blogger Azrael : sexta-feira, julho 11, 2014

 

 

 

Azrael,Azrael ou Israel, olhe que não o senhor não é mensageiro de nada, fala por si e desta vez mal.
# por Anonymous Anónimo : sexta-feira, julho 11, 2014

 

 

 

Sim, prefiro sempre falar por mim. Mas pode dizer-me em que medida é mal?
# por Blogger Azrael : sábado, julho 12, 2014

 

 

 

Não há pachorra de facto para iletrados em aritmética. Queixa-se este iletrado de ter garantida 25% de margem, em força de Lei. Tomara a maioria dos negócios poder ter 25% de margem bruta, quando ainda por cima, a concorrência no seu principal negócio, os medicamentos por prescrição, não pode aumentar, também por força de Lei.

Não se queixem. Os pachorras que aguentem, pois não sabem dirigir a taska!
# por Anonymous Anónimo : sábado, julho 12, 2014

 

 

 

Dispensa-se é imprecisões aritméticas como o último comentário.

E o retalho alimentar tem por exemplo 23% de margem bruta e imagina-se até fazem 50% de desconto.
# por Anonymous Anónimo : domingo, julho 13, 2014

 

 

 

Garantida 25% de margem em força de lei? Que absurdo. A margem de lei situa-se entre os 18 e 20% dependendo dos medicamentos vendidos pois as margens são variáveis e regressivas.
# por Blogger Azrael : domingo, julho 13, 2014

 

 

 


Para o Anónimo que sabe de mercearias, supermercados e, pelos vistos agora, tambem de "taskas".

Lemos e relemos este post e respectivos comentários e não encontramos ninguem que se tenha queixado "DE TER GARANTIDA 25% DE MARGEM, EM FORÇA DE LEI".

Onde terá lido, este Anónimo, tal enormidade ?

Como explica o Asrael, e muito bem, a margem de lei varia entre 18% e 20%, sendo variável e regressiva.

Mais, para medicamentos de valor igual ou superior a 50€ a margem tem um valor fixo de 10€.

Estas regras aplicam-se, apenas e só, aos medicamentos sujeitos a receita médica.

O que afirmamos em comentário anterior foi que a margem bruta média de todos os produtos que se vendem em farmácias, incluindo os medicamentos, ronda os 25%.

Haverá algumas farmácias que conseguem chegar aos 28% e outras que, se calhar, não chegam aos 22%.

Tudo depende da política de compras, das quantidades, bonificações, condições de pagamento, dos preços de venda a público, etc, etc,

Em jeito de comparação, lembramos que um estudo da UC do Porto, publicado há meia dúzia de anos atrás, atribuía ao retalho alimentar nas grandes superfícies uma margem bruta de 24%, que julgo se terá mantido, mais coisa menos coisa.

Espero, desta vez, ter-me feito entender.

Haja pachorra para tanta ignorância junta.

O verdadeiro ignorante é aquele que nem sequer sabe que não sabe.
Como é o caso...

Naohapachorra

# por Anonymous Naohapachorra : segunda-feira, julho 14, 2014

 

 

 

Resumo:-- UM novo "acordo" sem paralelo com as farmácias.--
Depois de tanto perorar e de tantas opiniões o que se conclui
?
Nada de nada.
Ficamos todos na mesma, isto é, o futuro só com o professor caramba.
Triste futuro.
Dr. peliteiro, já tudo é irrelevante.

O mote neste pais é: toca a roubar minha gente!

Esperemos nova introdução.
( Consta que não lê o que aqui se escreve , mas faz mal, ,merecemos uma réplica de vez em quando. )
-Cesareia_

# por Anonymous Anónimo : terça-feira, julho 15, 2014

 

 

 

Cesareia, leio, leio, não tudo, obviamente, mas leio.
O que lhe posso dizer é que o Dr. Paulo Duarte é um grande presidente e que acredito que este acordo dê bons frutos; agora, não é um milagreiro.
Abraços e beijinhos para todos os ilustres comentadores.
# por Blogger Peliteiro : terça-feira, julho 15, 2014

 

 

 

O governo regional apresentou no Tribunal Administrativo de Ponta Delgada uma resolução fundamentada para garantir a abertura de um posto de farmácia na ilha Graciosa.

O Tribunal deu há dias seguimento a uma providência cautelar da proprietária da única farmácia da ilha, visando impedir a abertura do posto que a Santa Casa da Misericórdia de Angra do Heroísmo pretende abrir na Graciosa.

Agora, o governo contra-ataca, insistindo no interesse público do processo, e o referido tribunal terá quinze dias para decidir.

O facto de faltarem medicamentos na atual farmácia da ilha levou o executivo regional a abrir concurso para a instalação de uma outra farmácia e a autorizar a abertura de um posto farmaceutico que deverá funcionar até a abertura da nova farmácia.

Entretanto, o concurso para a nova farmácia foi ganho pelos proprietários da atual.

http://tv1.rtp.pt/icmblogs/rtp/graciosa/?k=Guerra-de-farmacias.rtp&post=47997
# por Anonymous Anónimo : terça-feira, julho 15, 2014

 

 

 

E ainda vocês dizem que isto não é um país de doidos!

# por Anonymous Anónimo : terça-feira, julho 15, 2014

 

 

 

Festa - É fácil gerir uma farmácia hoje em dia?
J. Garção - As farmácias foram, até há uns anos atrás, um negócio como qualquer outro mas de certa forma protegido, por alvarás e pelas dificuldades em conseguir um. O farmecêutico desse tempo, pela própria proteção que tinha, não era obrigado a ter um grande conhecimento de gestão, pela fraca concorrência existente.
Hoje esse paradigma alterou-se por completo, obrigando-nos a ser gestores muito capazes e eficazes, tal a concorrência e baixas margens existentes. Se não o conseguirmos ser colocamos a existência da farmácia em risco e muitos vêm sendo os casos em que tal se verifica.

Festa - E isso leva-vos até onde?
J. Garção - Leva-nos a uma contenção de custos até onde é possível. Há valores abaixo dos quais não podemos operar, até pela imposição legal que nos é colocada, mas temos que racionalizar muito mais em tudo aquilo que compramos, temos que nos juntar em grupos para conseguir negociar volumes que permitam obter preços mais adequados, no fundo, temos que ser muito criativos para fazer face ao dia-a-dia com que nos deparamos.

http://revistafesta.com/index.php/noticias/economia/item/1091-jos%C3%A9-gar%C3%A7%C3%A3o-fala-nos-da-farm%C3%A1cia-e-do-medicamento
# por Anonymous Anónimo : quarta-feira, julho 16, 2014

 

 

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