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Impressões de um Boticário de Província

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domingo, 17 de novembro de 2013

A concorrência incomoda 

A concorrência em Portugal nunca é bem aceite, incomoda, sobretudo quando dá oportunidade a que as pessoas, os clientes, escolham livremente os melhores, os mais competentes, os mais baratos. Só no que respeita a vacinas, por estes dias, dois incomodados com a concorrência, Enf.º Germano Couto e Dr. Francisco George*:

«Enfermeiros contra cuidados prestados por farmacêuticos» - como se para administrar um injectável fosse preciso um doutoramento e como se a evidência dos milhares de vacinas e outros medicamentos administrados em farmácias, há muitos anos, demonstrasse efeitos adversos significativos.

«Os idosos deveriam ter sido encaminhados para os centros de saúde, onde a vacina é gratuita. Só que pagaram a dose, cerca de 4 € com comparticipação e 3 € pela administração na farmácia» - Como se os idosos fossem todos dementes e preferissem pagar por uma vacina (o preço pela administração na farmácia não será completamente correcto porque muitas farmácias até o fazem gratuitamente) quando a podiam ter de graça nos centros de saúde.

Quais serão as razões para as pessoas preferirem as farmácias aos centros de enfermagem privados ou centros de saúde públicos? Eu adianto algumas: competência e atenção ao doente. Confiança.



* O Dr. Francisco George faz acusações graves às farmácias num assunto importante para a saúde pública e que por isso devem ser investigadas e devem ser tomadas as devidas consequências, seja para as Farmácias, seja para o Dr. George.
Fica por perceber ainda porque foi radicalmente alterado o sistema de distribuição de vacinas da gripe às populações, quando funcionava bem e sem haver registo de problemas. Se querem gratuitidade para determinados grupos porque não as comparticipam a 100% nas farmácias? É estranho...

Etiquetas:


Peliteiro,   às  19:04

Comentários:

 

Eu não sou de teorias da conspiração mas tudo isto me cheira a cilada às farmácias.

 

 

 

Salazar tinha um Ministério das Corporações. O 25 - A prometeu que acabaria com as corporações. Mais uma mentira de Abril. As corporações estão em todos os lados. Nas Ordens profissionais. Nas Universidades. Nas Magistraturas. Dizem que é para garantir a qualidade. Serve apenas para proteger "boas praias" para os corporativistas. Mais um embuste de Abril. A propósito o que fazia o Dr. George em 26 de Abril de 1974?
# por Anonymous Anónimo : segunda-feira, novembro 18, 2013

 

 

 

O sôr Jorge devia era pensar nas razões que levam alguns idosos, desses que até não têm de pagar a vacinação, a preferirem pagar 3 euros na farmácia do que irem ao centro de saúde. Se calhar ia chegar a algumas conclusões interessantes, sobre a prestação dos tais cuidados por farmacêuticos, o que seria uma chatice porque depois teria dos pagar...
Sobre os enfermeiros estarem contra os cuidados prestados por farmacêuticos, "tudo como dantes no quartel de abrantes"... A evidência das vantagens em administrar alguns medicamentos nas farmácias, está aí para quem quiser ver. E se nesses cuidados incluirmos a gestão da terapêutica, quem até tem razão para se insurgir contra alguém que está a pôr o pé em ramo verde até são os farmacêuticos. Porque aqui a evidência aponta para a incipiência dos conhecimentos que os enfermeiros têm sobre tudo o que está num medicamento. De misturar injectáveis para administração até à trituração de comprimidos de libertação modificada, vale tudo.

# por Blogger GreenMan : segunda-feira, novembro 18, 2013

 

 

 

As declarações do Dr. Francisco G. são de uma gravidade sem precendente.
As pessoas não têm livre arbitrio: foram enganadas pelas Farmácias!
Isto diz bem do desnorte das entidades que tutelam/regulam a saúde...surreal.
Em vez de tratar deste assunto em junho com Farmácias/Armazenistas/Centros de Saúde/laboratórios, não ...é tudo em cima do joelho às escondidas e depois dá bronca como sempre...mas não faz mal culpamos alguém e está resolvido.
E esta gente ainda é paga por nós.
O estado nem ...nem sai de cima, como se diz na gíria!!!
Valha-nos santa paciência.
E depois os Enfermeiros, de rir, andam sempre a magicar, porque têm bastante tempo livre...à procura de ter mais competências mas que não impliquem trabalho.
Ainda sou do tempo que os Enfermeiros suturavam , tratavam do bem estar dos pacientes, resolviam entorses, agora já nem sabem fazer uma lavagem auricular.
Continuamos a viver no faz de conta com panos gíricos, foguetório mas é a sério...porque seguem guidelines internacionais...
# por Blogger Buiça : segunda-feira, novembro 18, 2013

 

 

 

É como diz o Peliteiro: um serviço que funcionava perfeitamente, sem roturas de stock, sem filas de espera, sem casos reportados de problemas na administração, passou, em apenas dois anos, a ser um verdadeiro pólo de problemas...

Realmente o Estado tem um toque de Midas, mas invertido - tudo aquilo em que toca se torna uma verdadeira poia fumegante!
# por Anonymous Anónimo : segunda-feira, novembro 18, 2013

 

 

 

A administração de uma vacina não tem ciência nenhuma, assim como a venda do medicamento.
Assim sendo, proponho uma mistura de papeis: os enfermeiros passam a estar nas farmácias a vender medicamentos porque não existe ciência nenhuma nisso. E os farmacêuticos passam a preparar e administrar injetaveis. Pode ser?
Devia por o cinismo e hipocrisia de parte,fica-lhe mal a si e a qualquer pessoa. Se por alguma razão uma classe qualquer (técnicos de farmácia, por exemplo) vier reclamar que faz o mesmo que vocês e passe a fazer o vosso trabalho, se calhar a conversa era outra.


Ah, sim, claro, sou Enfermeira, daí a "azia".
# por Anonymous Rita : domingo, novembro 24, 2013

 

 

 

Cara Rita,
Para a azia, recomendo Água das Pedras, um clássico.

O debate sobre que funções cada um dos profissionais deve ter, só agora começou. Da minha parte, considero que o ideal era ter um enfermeiro na farmácia para executar esse tipo de tarefas. Mas dadas as restrições orçamentais com que vivemos, tal não será possível sem rever a forma como somos todos remunerados, que trabalhar para aquecer, só na assembleia da república. Até lá, não vejo qual é o problema em administrar determinados injectáveis na farmácia (vacinas, heparinas, insulinas, anti-inflamatórios, para ser mais concreto), sob determinadas circunstâncias, como por exemplo, não ter historial de reacções adversas ou possibilidade de reacções anafiláticas.

O caso dos enfermeiros até é interessante: hoje já querem assumir funções que são dos médicos, dos farmacêuticos, dos técnicos de diagnóstico, das auxiliares, e até do porteiro. São magníficos estes profissionais, que vão a todas. Mas têm de se consciencializar que existem outros profissionais, muito melhor colocados na comunidade, que têm tarefas para lá de vender medicamentos. São os farmacêuticos que estão na linha da frente, que são o profissional mais acessível, e que dominam todos os aspectos do medicamento, da produção à administração. Logo, todas as actividades que envolvam uso de medicamentos em ambulatório devem ser da responsabilidade dos farmacêuticos. Para que os enfermeiros possam assumir essas responsabilidades, também têm de fazer uns cursos de tecnologia farmacêutica, farmacologia, farmacocinética, cuidados farmacêuticos, da mesma forma que os farmacêuticos para administrarem injectáveis tiveram de tirar um curso para complementar o que se aprendeu na faculdade. É a vida.
# por Blogger GreenMan : domingo, novembro 24, 2013

 

 

 

Trabalho com enfermeiros e ás vezes fico surpreendido com o pouco que sabem. Dão ali uns lamirés muito por alto, metem uns termos técnicos pelo meio que ouvem dos médicos no serviço, mas quando se pergunta o "porquê", a resposta é sempre a mesma: "não sei, só sei que é assim".
É arrepiante, não percebo que moral tem esta gente de se insurgir contra um farmacêutico (Fármaco - cêutico). "Ai e tal e o choque anafilático"! Mas por ventura os enfermeiros sabem sequer o que é choque? Uma hipersensibilidade do tipo 1? Vão dar banho ao cão.
Como dizia a minha avó, os enfermeiros são médicos e farmacêuticos frustrados.
# por Anonymous Anónimo : domingo, novembro 24, 2013

 

 

 

Bem, há farmaceuticos que desenvolvem moléculas num laboratório farmaceutico e há farmaceuticos que vendem caixas de comprimidos para as dores. É a diferença entre o cientista e o comerciante.
# por Anonymous Anónimo : quinta-feira, novembro 28, 2013

 

 

 

Bom dia Benfiquistas!
# por Anonymous Tone PS : domingo, dezembro 01, 2013

 

 

 

Deixe lá caro Anónimo do comentário de Domingo, eu também me espanto com tamanha imbecilidade e acefalia de pessoas que se dizem farmacêuticas e que tem estrutura mental têm para possuir um qualquer curso de ensino superior. Sabe porque é que não me ponho em posição fetal a chorar na cama? As excepções não fazem a regra. É que se formos a rotular classes profissionais pela imbecilidade do outro, alguns nem saiam à rua por vergonha. Vivo muito bem com pessoas com o seu tipo de critica, construtiva pois claro.
# por Anonymous Rita : terça-feira, dezembro 03, 2013

 

 

 

GreenMan, afinal parece que quem precisa de água das pedras é o senhor.
Vou pegar apenas no primeiro parágrafo que escreveu para usar a sua lógica. Era ideal numa farmácia ter mais de metade do pessoal com formação universitária, vulgo, farmacêuticos, mas dadas as restrições orçamentais em que vivemos, é melhor ter um tipo que nem com o 12º ano tem, a vender medicamentos. E, quem sabe, um dia, em vez de alguém, não passaremos a ter uma "coisa". Uma maquina em que se mete a moeda, escolhemos o que queremos e cai a caixa do medicamento e uma lata de coca-cola. (Epá...)

Quanto ao segundo parágrafo. Ainda me há de explicar onde é que aprendeu a preparar e a administrar medicação na sua formação base.
Ah, e claro, explicar-me qual é a diferença entre a administração de terapêutica em ambulatório e em contexto de internamento, para dizer que é o profissional mais habilitado para tal (mas só em ambulatório).
# por Anonymous Rita : terça-feira, dezembro 03, 2013

 

 

 

Qaundo tirei a minha licenciatura, de 5 anos + estágio, os meus amigos de Enfermagem andavam um ano em aulas teóricas e dois em aulas práticas e ...voilá!!! curso concluído.

Claro que passaram todos , por decreto, e não por saberem, a licenciados...isto claro não por brio e vontade de mais formação, mas somente para passarem a técnicos qualificados do estado, uma questão de dinheiro portanto.

Mas isto agora é um blog de enfermagem?...please...
# por Blogger Buiça : terça-feira, dezembro 03, 2013

 

 

 

Cara Rita,

Se pensa que para vender medicamentos é preciso mais do que o 12º anos, então insurja-se com o senhor do pingo doce.

De facto, revela muita ignorância quando diz "ainda me há de explicar onde é que aprendeu a preparar e a administrar medicação na sua formação base". E eu não gosto de debater com pessoas ignorantes. Se trocou o curso de ciências farmacêuticas por enfermagem, tenho de lhe apresentar as minhas condolências. É como passar de um ferrari para um opel corsa...
Claro que "Tecnologia Farmacêutica" é um termo que não lhe diz nada não é? Sabe o que é ter 4 cadeiras (dois anos) onde só se aprende a fabricar e a preparar medicamentos? Sabe o que é preparar citostáticos? Sabe o que é um comprimido? E uma cápsula? Sabe porque é que não deve misturar o Voltaren e o Relmus na mesma injecção? Dada a sua ignorância, depreendo que não. E isso é grave, porque são estas as pessoas que querem ter o exclusivo na administração de uma tecnologia que desconhecem.
Veja as coisas assim: só não administramos os medicamentos, para que os enfermeiros façam mais do que lavar doentes. Uma benesse que vos damos. Até deviam ser mais simpáticos connosco.


# por Blogger GreenMan : sexta-feira, dezembro 06, 2013

 

 

 

Greenman, subscrevo por inteiro.
# por Anonymous Anónimo : sexta-feira, dezembro 06, 2013

 

 

 

Que delicio comentário, GreenMan. Uma delicia mesmo. Nem sei por onde começar, se pela minha "ignorância" se pela sua comparação idiota e infantil entre profissões. É por mentalidades como a sua, pouco desenvolvidas, que se criam guerrinhas inúteis e desprovidas de inteligência entre classes, onde quem sai prejudicado é sempre o utente.
Mais ridículo que isso é a sua medição de pilinhas com perguntas, no seu entender, totalmente retóricas, quando na verdade não me conhece de lado nenhum. Se foi uma tentativa de adivinhação, devo-lhe dizer que errou em vários pontos.
Quanto à ultima frase que proferiu, acho que ficámos todos a saber quem é o Ignorante aqui.
Não sou de traçar perfis psicológicos pelo que os outros escrevem na internet, mas devo dizer-lhe que em tão poucas frases chegou a roçar a tríade oligofrénica em toda a sua plenitude.
E termino com um Até Já, porque voltar-nos-emos a "ver" quando precisar de uma manápula quente e húmida pelo corpinho áspero e em escamação.
# por Anonymous Rita : sexta-feira, dezembro 06, 2013

 

 

 

"E termino com um Até Já, porque voltar-nos-emos a "ver" quando precisar de uma manápula quente e húmida pelo corpinho áspero e em escamação. "

Já cá faltava o comentário patognomônico de enfermeiro encurralado e em anosognosia, cujo protótipo se segue.

"nós limpamos rabos, mas espera só até precisares de ajuda a limpar o teu, ai darás valor aos enfermeiros"
# por Anonymous Anónimo : sexta-feira, dezembro 06, 2013

 

 

 

Senhora enfermeira (será?) Rita

Fiquei esclarecido no que diz respeito ao seu (não) conhecimento sobre medicamentos. Retenho uma frase do seu esquizofrénico comentário: "onde quem sai prejudicado é sempre o utente". Pois é isso mesmo que se diz desde o inicio neste post: por quererem a exclusividade de administrar medicamentos que não necessitam de um enfermeiro para serem administrados, está-se a prejudicar os utentes, que têm nas farmácias um serviço de proximidade com profissionais de saúde muito melhor qualificados no que ao medicamento diz respeito. Esta é a realidade, que apenas uma posição corporativista, não a deixa ver. As suas respostas/reacções são apenas reflexo de um complexo de inferioridade que felizmente não é extensível a todos os enfermeiros. Assim como as manápulas: conheço muitas enfermeiras e todas têm mãos muito delicadas. Até já.

# por Blogger GreenMan : sexta-feira, dezembro 06, 2013

 

 

 

Sr. farmacêutico (será?) ficamos então os dois esclarecidos, GreenMan.
Complexos de inferioridade? Em relação a quê, a quem e baseado no quê? Por amor de deus, deixe lá os delírios de parte, deve achar que está a falar para algum dos seus amigos/conhecidos/familiares.
No país onde exerço a minha profissão não existe sequer idiotice e imbecilidade suficiente para discussões como essas que o senhor protagoniza e patrocina. Ao contrário do papel do "farmacêutico", aqui, o do enfermeiro está bem definido, tanto no papel como na sociedade.
Na sua cabeça tacanha e limitada, a administração de medicação (o pormenor do ambulatório, que encanto)é uma benesse que o senhores farmacêuticos dão aos outros senhores que vagueiam pelos hospitais, de forma a ocuparem as horas vagas em que não há "doentes para lavar". Eu até estou a pensar estampar a frase numa t-shirt.
Já agora um à parte, a manápula que referi não foi no sentido metafórico. É um utensílio que os lavadeiros de doentes usam.
E abandono assim o seu território, ferida, com o orgulho magoado, auto-estima no fundo e vergonha por um qualquer complexo de inferioridade por mim desconhecido. Rastejo vagarosamente com a ânsia de finalmente chegar ao botão da homepage e abandonar este campo de batalha. Foi assim que os bacocos do seus comentários me deixaram: desamparada e à beira do abismo.


Agora a sério, realizei que tenho mais que fazer do que aturar na internet o farmacêuticozeco que um dia acordou a achar que é a pessoa mais indicada para administrar medicação. Volte lá para trás do balcão e toca a aviar receitas que o tempo é dinheiro.

Saudações.
# por Anonymous Rita : sábado, dezembro 07, 2013

 

 

 

Este comentário foi removido por um administrador do blogue.
# por Anonymous Anónimo : sexta-feira, dezembro 20, 2013

 

 

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