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Amanita muscaria

Impressões de um Boticário de Província

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segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Lenço preto em bata branca 

Surpreendente!

Peliteiro,   às  23:57

Comentários:

 

Surpreendente o quê?

 

 

 

É giro vê-los sair das baiucas de lenço preto mas montados no BMW 6.
# por Anonymous CLMJ : terça-feira, setembro 25, 2012

 

 

 

Uma campanha de mkting bem montada. Profissionais por trás da iniciativa, de certeza.
# por Anonymous Cailucus : terça-feira, setembro 25, 2012

 

 

 


Esperem pelo pior com as políçias ao lado dos manifestantes.

Há mesmo razão para estar de luto.

Valha-nos o santo do bairro da Boa Vista.
# por Anonymous Anónimo : terça-feira, setembro 25, 2012

 

 

 

O BMW série 6 já foi entregue à empresa que tinha o leasing. Agora anda de Citroen. Os funcionários, esses, como não lhe podem ir ao bolso, continuam com a sua moradia e Mercedes...
Não foram só os proprietários a encher-se ao longo destes anos... Foram TODOS os gravitavam à volta da farmácia.
Às vezes, convém não ser hipócrita.
# por Anonymous Anónimo : terça-feira, setembro 25, 2012

 

 

 

CMLJ , possivelmente já pago demasiados impostos para que andes de série 7 , mas gostaria que muitos mais portugueses tivessem o seu carro de alta cilindrada , era sinal de um pais prospero .
Fico chateado com aqueles que querem a fasquia baixa!
Acomodados e cigarras invejosas que como nada fazem para subir querem é que os outros desçam!
Ai Portugal , Portugal quem te fex assim?
Já receberam o e mail das fundaçºoes Mario Soares e Maria Barroso? Devolvam o $ e eu pago menos impostos.
Vejam no youtube o que Mario soares dizia sobre a troika ...
# por Anonymous Anónimo : terça-feira, setembro 25, 2012

 

 

 

Olhando com cinismo a falência de
600 farmácias:

a) As que ficam vendem mais e sobrevivem.
b) Abrem concurso a custo 0 para novas 600 para gaudio dos incautos
c) O povo manifesta-se e o governo para evitar sarilhos, recua (como na TSU ) e dá uns trocos à farmácia e tira noutro lado.
d) a ver vamos como diz o cego...


# por Anonymous Anónimo : terça-feira, setembro 25, 2012

 

 

 

Como haviam colegas e não colegas que não acreditavam em farmácias fechadas:

http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=589599&tm=8&layout=122&visual=61
# por Anonymous Who Cares : terça-feira, setembro 25, 2012

 

 

 

Tudo isto são estados de alma.
Sem dinheiro não há palhaços.
Ninquém vai mexer um dedo pelas farmácias.
Gamharam fama de negócio chorudo por culpa de alguns donos de farmácias que arrotavam lagosta e arrogânçia e faziam despesas sem olhar ao futuro.
Não ligaram, não pouparam, não restruturaram e até se endividaram.
Fizeram obras de fachada ao gosto dos vendedores de modernidade e tiveram mais olhos que barriga.
Todo o gato pingado investiu na compra de farmácia. Aí está o resultado. (O antigo ministro das finanças, agora na saúde, não se deixa enganar)
A gula é um pecado mortal!
# por Anonymous Anónimo : terça-feira, setembro 25, 2012

 

 

 

Há um conhecdido farmacêutico que diz na Petição: "É uma luta de desespero que as farmácias têm. Já despedi funcionários, já pus a farmácia a meia-luz, já cortámos no papel, nos sacos, em tudo… para ver se conseguimos aguentar-nos mais algum tempo." Vindo de quem vem é de rir.

Já vendeste o Porche?
# por Anonymous Anónimo : terça-feira, setembro 25, 2012

 

 

 

Bando de mamões...e alguns otários!
# por Anonymous Anónimo : terça-feira, setembro 25, 2012

 

 

 

Ao caro anónimo que diz para vender o Porsche.

Eu não conheço o caso em particular, mas conheço vários donos de farmácia que estão mal e outros que se aguentam.

Conheço muitos que têm outras fontes de rendimento, portanto não precisam de vender o Porsche.

Se a farmácia só dá prejuízo que a vendam ou fechem. Não vejo vantagem em acumular prejuízos.

# por Anonymous Anónimo : terça-feira, setembro 25, 2012

 

 

 

Tudo no actual modelo de farmácia está mal. Se a petição fosse para liberalizar a instalação de farmácias, eu assinava. Sendo assim não. Se o Cordeiro está de luto, eu bebo champanhe. Ele e os seus capangas - os velhadas donos de farmácia - também não se inibiram de fazer lobby para que deixasse de ser obrigatório o farmacêutico-adjunto/substituto em farmácias com volume de vendas abaixo de determinado valor - já para não falar que mesmo antes da lei ser promulgada, já muitas farmácias funcionavam apenas com um (não sei para que serve o Infarmed, pensei que fosse para fiscalizar!). Ou seja: menos empregos para os farmacêuticos sem papá ou mamã dona de farmácia. Se o actual modelo da farmácia micro-empresa, de gestão essencialmente familiar, cair e entrarem no sector grandes empresas, com muito capital e que estabeleçam redes de farmácias, os farmacêuticos assalariados só têm a ganhar. Por isso, eu até desejo que as tais 600 farmácias fechem as portinhas mesmo e que o Governo decida liberalizar a instalação de farmácias para aumentar a acessibilidade ao medicamento. Acreditem que este modelo de farmácia do século passado, gerida por uma hierarquia sucessória de familiares (desde o papá à filha e à mulher do papá que nem farmacêutica é - exemplo) é um horror, uma exploração e muito desprestigiante para quem não é proprietário - já o experimentei no estágio e agora no meu local de trabalho.
# por Anonymous Farmacêutico : terça-feira, setembro 25, 2012

 

 

 

Já cá faltava a cassette
# por Anonymous Anónimo : quarta-feira, setembro 26, 2012

 

 

 

As farmácias protestam e manifestam-se mas no fundo no fundo estão convencidos que isto é passageiro e que melhores tempos virão. Desenganem-se, não vem! Vendam as farmácias enquanto podem. Isto agora é sempre a piorar.
# por Anonymous Justo : quarta-feira, setembro 26, 2012

 

 

 

Justo:
1º- Ninguém compra nesta altura.
2º- Medicamentos são artigo de 1ª necessidade.
3º- Pode piorar, mas quando os medicamentos não fizerem falta já o país morreu.
4º Numa crise, trabalha-se mais com menos despesas.
5º-Quem tem dívidas ao banco e fornecedores, esse sim, fecha.

6º- É necessário desencantar uma farmácia para o "Farmacêutico ".
Quando não, não se cala com o " disco ".
-João Roxo-
# por Anonymous Anónimo : quarta-feira, setembro 26, 2012

 

 

 

"Desencantar uma farmácia para o "Farmacêutico" ?
Tenha juízo, meu caro João Roxo.
Antes de mais é preciso dinheiro e nos tempos que correm não é fácil de encontrar. Quem o tem não o vai confiar ao primeiro chico-esperto que lhe apareça pela frente. Depois é preciso estar lá, trabalhar a sério muitas horas por dia, todos os dias da semana, enfim, trabalhar muitíssimo mais que o mais trabalhador dos seus colaboradores.
E, francamente, pela "pinta" não o vejo com capacidade para tamanho encargo.
Ele, "Farmacêutico" é mais do tipo só conversa da treta...e de uma enormíssima e mal disfarçada inveja.
Zé Pacato


# por Anonymous Zé Pacato : quarta-feira, setembro 26, 2012

 

 

 

Tem razão caro zé Pacato,tem muita razão, mas o cavalheiro não se cala por nada. Mete o disco e toca a mesma. Já enjoa.
Com a responsabilidade de uma farmácia nas unhas aposto que virava de bordo num instante..
-joão roxo_
# por Anonymous Anónimo : quarta-feira, setembro 26, 2012

 

 

 

Parece que serviu a carapuça.
# por Anonymous Farmacêutico : quarta-feira, setembro 26, 2012

 

 

 

"Farmacêutico":
Está provado que não tem vida para exercer a profissão em farmácia comunitária.
Aceita um conselho ?
Inscreva-se numa jota, de preferência no partido do poleiro e, no mínimo, terá direito a um tacho de funcionário público, daqueles de entrar às 12 horas e saír ao meio-dia.
Ou, ainda melhor, se bajular q. b. e se inscrever numa das mafias do avental, que é o que está a dar, em breve será acessor de um qualquer Relvas, desses vendidos à alta agiotagem nacional e internacional e por aí fora...
Em pouco tempo estará cheio "dele" na Suiça ou num qualquer offshore e não há "furacão" nem "monte branco" que o faça parar.
Mais parasita menos parasita, já estamos habituados... a ser roubados.

BlueMan
# por Anonymous BlueMan : quinta-feira, setembro 27, 2012

 

 

 

O fecho de 600 farmácias atesta que vivemos acima das nossas possibilidades. O estado, os portugueses, não têm dinheiro para manter estruturas excedentes. É assim o discurso de empobrecimento a que estamos sujeitos. A cartilha neo-liberal que o FMI aplica sucessivamente em todos os países por onde passa, e cujos resultados são ainda mais empobrecimento e desigualdades, não vai deixar de fora este mercado. Que dizer? Vão à luta? Manifestam-se? Não que horror, os colegas da casta superior não se misturam com a ralé com medo de levar uma cacetada...Então que resta? Aguentar à espera que passe? Fazer campanhas de marketing lamentáveis? Aguentem-se masé à bronca! Não tivessem votado neles! E por favor, não andem a pedinchar ajudar. É lamentável ver as estruturas directivas da Ordem e da ANF, que sempre apoiaram estes "metralhas" a manterem a "compostura" na esperança que não chova deste lado... pobres inocentes. Não vai haver lenços negros que nos safem.
# por Blogger GreenMan : quinta-feira, setembro 27, 2012

 

 

 

Pois é:
Quando o soares pediu as intervenções
havia a casa da moeda a fazer escudos até deitar fumo.
Era muito fácil; 30% de inflação e tudo a empobtecer alegremente.
O truque já não pega!
Numa coisa tem razão Green, não nos devemos deixar ir sem luta!
Morrer sim mas devagar!
Mas como? Com greves como nos transportes P.?
Ninquém nos leva a sério!
# por Anonymous Anónimo : quinta-feira, setembro 27, 2012

 

 

 

Parece que vai estar fechada pouco tempo...eheh...Excelente spin com pitadas de choro.Caramba, nem deram tempo ao INFARMED para sortear na tombola novo alvará.

Comecem já a fazer o peditório para o novo dono que será mais um coitadinho.

Engraçado que só vejo malta a insurgir-se contra o Farmacêutico, sem sequer debater as suas ideias. Continuem a enterrar a classe moribunda.
Se acham muito díficl gerir minimamente uma farmácia deviam ter tirado um curso de gestão em vez de CF. Gerir uma loja com meia dúzia de funcionários, com ITs que fazem o trabalho de casa. Por favor, menos choro. Se calhar a dificuldade está na incapacidade de gastar menos na vida privada.



# por Anonymous Anónimo : quinta-feira, setembro 27, 2012

 

 

 

Os proprietários não podem fazer greve - o lock out é inconstitucional. Mas a Ordem e o sindicato dos farmacêuticos podem incentivar. Eu acho que era bonito, mas não vai ser por aí, porque como o anónimo disse muito bem, ninguém nos leva a sério. E porquê? Porque nunca tivémos aliados. Nunca procuramos apoio junto dos outros profissionais de saúde, e agora estamos sós nesta luta pela sobrevivência. Fomos (somos?) alvo de inveja, apesar de muitos serem apenas assalariados e o máximo que almejam foi uma vida decente, sem grandes luxos. Muitos andaram a esbanjar, e poucos a trabalhar no duro. Agora pagam todos por igual. Aquando da negociação do memorandum, porque não se levantaram logo as vozes? Porque é que muitas vezes ouvi pessoas com responsabilidades dentro da OF a fazerem de caixa de ressonancia do governo, no modelo do bom aluno assumido pelo passitos? Agora vai ser demasiado tarde. Deixem entrar os Belmiros...
# por Blogger GreenMan : quinta-feira, setembro 27, 2012

 

 

 

Eu vejo é muitos anónimos a mandar bitaites sobre o que não conhecem.

Quando está a correr mal é fácil deitar os outros abaixo.

Leiam os estudos sobre o sector.

Como se o curso de gestão fosse o supra-sumo para manter uma farmácia.

Como se um farmacêutico não soubesse fazer contas ou não tivesse certas noções de gestão.

Como se já não houvesse gestores à frente das farmácias.

Bons e maus indivíduos e profissionais há em qualquer profissão.

E outra vez, confundem farmácia, empresa, entidade independente, com vida privada, salário do dono da farmácia.

Deixem lá de pensar nos porsches e nos BMW´s e nas viagens. Isso é mesquinhez e quem usa a farmácia para pagar isso neste conjuntura tem mais que os dias contados e desses colegas e não colegas não tenho pena.

Os argumentos do farmacêutico são argumentos mais que ultrapassados e têm uma tendência a repetirem-se neste blog e por isso mesmo é que levam sempre com a mesma resposta.

Um sector totalmente liberalizado não permitiria ao governo baixar os preços de medicamentos, portanto nem vou continuar a linha de pensamento.

Os meus cumprimentos.
# por Anonymous Who Cares : quinta-feira, setembro 27, 2012

 

 

 

E outro pormenor que queria acrescentar para alguns perceberem que estão no mesmo barco.

Quando um governo corta 300-600 milhões em medicamentos na área do ambulatório, o corte vai-se sentir na facturação das farmácias.

Ora o maior custo das farmácias a seguir aos medicamentos que vende é com os seus empregados, os farmacêuticos principalmente.

Ora com a facturação a reduzir, a farmácia ou compra melhor, ou vende mais produtos ou serviços que não medicamentos com receita médica ou reduz os encargos com os farmacêuticos.

A falta de 600 milhões nas farmácias vai-se repercutir directamente nos salários dos farmacêuticos.

E por favor não façam demagogia com o número elevado. Há que ter em conta a dimensão onde está inserido.
# por Anonymous Who Cares : quinta-feira, setembro 27, 2012

 

 

 

Anónimos a mandar bitaites? Lol

"Cares" vem da parte da Mãe ou do Pai?

Fala muito e diz pouco. Só coisas dos senhor Palice.Quer ver:
"Bons e maus em qualquer profissão.." Mas depois "Já ha gestores à frente" (Olhe se calhar são dos maus esses ou brincam aos caubóis) "farmacêutico com certas noções de gestão". Como qualquer outra pessoa com dois dedos de testa. Ás vezes falta é testa eheh. Quero lá saber dos BMWs ou das férias. Não gosto é de hipocrisias. Quanto à inveja, lol, não dou para esse peditório.

Meia dúzias de meias verdades e afirmações soltas não fazem especialista na matéria. E estudos há muitos, para todos os gostos. O que interessa é a realidade. E como o próprio autor do blog já salientou. Adiaram-se os encerramentos para 2013?

Um dos maiores custos de muitas farmácias é também a alavancagem financeira em virtude da trespasses leoninos. Temos pena. Há muitas empresas e famílias a falir em Portugal. O que faz das farmácias tão especiais que não possam falir? Ou também quer bailouts "à americana" com o dinheiro dos contribuintes para sustentar loucuras, robots, chãos de mármore e afins. Se calhar anda desatento. Sabe quem faliu em Maio de 2011?

Não vai continuar a linha de pensamento porque não tem como o provar. Ou os seus conhecimentos económicos e de teoria financeira também vêem de CF. Arre. Leia mais o Financial Times e menos estudinhos da treta.

# por Anonymous Anónimo : quinta-feira, setembro 27, 2012

 

 

 

Até digo mais, se o pessoal tivesse o mínimo de olho para "gestão" (os que têm a casa em ordem), deixavam-se estar era caladinhos e aguentavam o barco até se limpar o porão. Mas "idiotas útéis" infelizmente não faltam.
# por Anonymous Anónimo : quinta-feira, setembro 27, 2012

 

 

 

Eu não falei para si directamente, portanto agradeço que não me tente insultar.

Escrevo Who Cares como forma de identificação, mas não com nome próprio como alguns colegas de blog, porque prezo o anonimato na internet.

E nunca me auto-intitulei especialista de algo ou dono da verdade.

Dispenso os juízos de valor pela internet sobre capacidade ou não ou sobre o que devo ler ou não ler, obrigado.

Farmácias fechadas há muitas, o verdadeiro número também eu gostava de saber. 5,10, 40 não sei. Não é matéria que saia na comunicação social.

Sei de várias fechadas, mas só de boca em boca.

Não vou continuar a linha de pensamento, porque já falei noutros tópicos deste blog sobre o tema, se quiser procure e não acho que faz sentido falar dela aqui.

E concordo consigo, o que interessa é a realidade e existem aqui testemunhos da realidade das farmácias. Se tiver testemunho dessa realidade também pode contribuir.

Você diz que a inveja não lhe toca, mas depois fala em robots, chãos de mármore e afins.

Normalmente só farmácias grandes é que fazem esses investimentos e têm capacidade para os aguentar e são as que estão melhor posicionadas para aguentar esta crise.

Eu defendo as farmácias, mas não sou cego, não estou aqui a defender donos que se endividaram para comprar farmácias, estou a defender a rede de farmácias.

Pela sua conversa parece que todas as farmácias têm juros ao banco para pagar e que todas compraram robots e chãos de mármore.

E já agora em jeito de picardia (Não resisti, teve de ser, por isso peço desculpa) eu leio o Financial Times e os estudos da treta, você pelo vistos fica-se pelo Financial Times.
# por Anonymous Who Cares : quinta-feira, setembro 27, 2012

 

 

 

Absolutamente de acordo, Who Cares.

Sinceramente, acha que vale a pena gastar tanta cera com tal (Anónimo) defunto ?

A.Castro
# por Anonymous A. Castro : sexta-feira, setembro 28, 2012

 

 

 

Viva,
penso que finalmente todo o sector das Farmácias se está a mentalizar e convencer , sem invejas, do buraco onde está metido.
E são os farmacêuticos por conta de outrem que estão a começar a notar que está por um fio a redução brutal dos seus vencimentos.

Só tenho pena que todo o sector farmácias, farmacêuticos, proprietários e colaboradores, e técnicos só se tenham unido passados 3 anos, talvez a situação não tivesse chegado onde chegou.
Agora quero saber com que dinheiro vamos reconstruir isto tudo.

Saudações Farmacêuticas
# por Anonymous Anónimo : sexta-feira, setembro 28, 2012

 

 

 

Coitadinhos dos donos das farmácias...
Eu não estou de todo unido a esses senhores.
Isto vai resolver-se de uma forma muito simples e é bom que rapidamente: o Governo vai ter de liberalizar a instalção de farmácias e permitir que o grande capital entre no sector farmacêutico, à semelhança do Reino Unido e Estados Unidos da América.
O modelo de farmácia actual é do séc. XX e a mentalidade dos donos das mesmas é do séc. XIX. ABABOU A MAMA MEUS SENHORES.
E não se esqueçam que ordenados miseráveis, como os que oferecem neste momento, não há trabalhador que tenha motivação e, consequentemente, acrescente valor à farmácia, pelo que os senhores donos de farmácia vão ficar isolados e atolados na lama em que se meteram.
É hora dos farmacêuticos assalariados se unirem em torno do que lhes melhor convém: LIBERALIZAÇÃO DA INSTALAÇÃO.
# por Anonymous Farmacêutico : sexta-feira, setembro 28, 2012

 

 

 

E ele a dar com o GRANDE CAPITAL !

Triste ilusão se pensa que o belmiro o vai salvar!

Os grandes capitalistas tratam os empregados como números.

Ao preço de vanda dos medicamantos ainda pagará menos.

E os lucros se houver, vão para a Holanda!

Não sei quem lhe encomendou o sermão, mas defender o grande capital, nesta altura, só por encomenda!

_joão roxo-
# por Anonymous Anónimo : sexta-feira, setembro 28, 2012

 

 

 

Sr. Farmacêutico:
Há gente burra, mas pessoas como o Sr. exageram!

Nem vale a explicar-lhe que 1+1=2, pois com certeza vai-me berrar que tem que dar outra coisa qualquer. Só assim se explica que ache possível pagar mais vendendo menos...
Venha lá esse grande capital ensinar-lhe matemática!
# por Anonymous Anónimo : sexta-feira, setembro 28, 2012

 

 

 

Não se trata apenas de uma questão salarial. De certeza que se o Sindicato Nacional dos Farmacêuticos lidasse com uma Boots ou Walgreens à portuguesa o salário era aquele e ponto final. Assim o que temos é uma balbúrdia, com cada farmácia-empresa a pagar o que bem lhe apetece, nas condições que bem lhe apetece, sempre muito abaixo dos valores tabelados e acordados.

E é também por uma questão técnico-científica de prática da profissão. O que temos neste momento é um modelo caduco de gestão familiar em que qualquer bronco membro da família - não farmacêutico - associado à farmácia bete o bedelho em aspectos da esfera estritamente técnico-científia do exercício da profissão: quando não é a mulher, é o marido, quando não é o marido, é o irmão, e por aí fora. Já passei por uma farmácia de grandes dimensões e volume de vendas, e nese momento estou numa pequena e é exactamente o mesmo. Isto não é profissionalismo.

Gosto de vê-los espernear que nem baratas tontas depois de uma dose de insecticida. O vosso tempo de impunidade está a chegar ao fim. Pelo bem do exercício da profissão farmacêutica!

Lamento que a Ordem dos Farmacêuticos continue contudo a comportar-se como um feudo da ANF e dos donos de farmácia, sem se preocupar verdadeiramente com a profissão.
# por Anonymous Farmacêutico : sexta-feira, setembro 28, 2012

 

 

 

O monopólio nunca foi uma coisa boa, mas creio que neste aspecto será o melhor para a classe farmacêutica assalariada. É bem mais provável que as grandes superfícies consigam exercer pressões junto do governo a fim de ampliarem o âmbito da intervenção farmacêutica, tal como acontece no UK. Neste momento, o maior impulso ao exercício farmacêutico é a entrada do grande capital. Aí sim, os farmacêuticos estarão no seu lugar, os actos estarão bem discriminados e a lei será cumprida, pois o grande capital sabe que é mais fácil ser sancionado, regulamentado e inspeccionado do que as pequenas e heterogéneas superfícies comerciais.

É impossível a profissão farmacêutica ser mais explorada do que já é. E não tenham dúvidas, a sonae já anda a "reservar" farmacêuticos e a telefonar para as farmácias a fim de as adquirirem num futuro próximo. É inevitável e na pior das hipóteses, o farmacêutico fica como está.
# por Anonymous Anónimo : sexta-feira, setembro 28, 2012

 

 

 

Pois será...
Acho mal, mas quem sabe se o governo não está a deixar falir as farmácias para facilitar a compra pelas alliances & companhia ?

Eu que não tenho nenhuma mas tenho algum capital, monto uma sozinho,a custo zero numa aldeia que conheço. Sem medos e o belmiro que me tire de lá.

-Zé boticário-
# por Anonymous Anónimo : sexta-feira, setembro 28, 2012

 

 

 

A custo zero?! Grande capital ...anda por aqui gente bem esclarecida !
# por Anonymous Anónimo : sábado, setembro 29, 2012

 

 

 

Acho engraçado as críticas que o Farmacêutico leva com os seus comentários aqui provenientes de donos de farmácias (ou seus familiares).

Conheço muitas farmácias que estão bem de saúde, sentem diminuição na rentabilidade mas até contratam gente. Estes souberam investir, trabalhar, poupar e não entraram em despesas loucas. E não me venham que só as farmácias grandes fazem obras megalómanas, é mentira e basta correr Portugal para encontrar muitas delas minúsculas e com condições surpreendentes. O problema é que essas obras não beneficiam em nada o cliente...

Se devem fechar as que estão em falência? Sem dúvida. Mas o caminho não é o grande capital, não necessita de ser pq o futuro ia ser uma incognita. Agora que a liberalização da abertura com a propriedade de um farmacêutico com o limite de uma por cada farmacêutico não entendo pq não é defendida. Assim acaba-se a história da falta de acesso ao medicamento, do Belmiro destruir tudo e vejam! até se cumpre as indicações da UE acerca da propriedade da farmácia! A unica razão pela qual nao vejo isto a ser defendido é uma: vão ao bolso dos meninos das farmácias.

Neste momento a OF é uma coutada da ANF e o Prof. Maurício uma grande desilusão pela subserviência e falta de visão. Os Farmacêuticos (não os 600 enterrados em dívidas por culpa propria) mereciam bem melhor

Neste momento sou um Farmacêutico envergonhado com as campanhas absurdas do Luto, esta classe merecia bem melhor dos seus líderes
# por Anonymous Anónimo : sábado, setembro 29, 2012

 

 

 

Sou uma ex-farmacêutica comunitária e a melhor decisão da minha vida foi ter deixado a farmácia.

Só os donos de farmácias não defendem a liberalização. O farmacêutico comunitário do Reino Unido está anos luz à frente do português. Mais poder de decisão, mais influência nos médicos e é sobretudo RESPEITADO CIENTIFICAMENTE pelos demais profissionais de saúde. E o português? Há dúvidas que os grandes grupos iriam exercer pressão para aumentar as competências dos farmacêuticos?

Venham de lá as Boots onde se vende de tudo mas NÃO É O FARMACÊUTICO QUE O FAZ. Há separação entre os funcionários e o farmacêutico faz aquilo que deve fazer.
# por Anonymous Anónimo : sábado, setembro 29, 2012

 

 

 

Exacto. Toca a fazer liberalização total. Só os EUA e o Reino Unido é que percebem do assunto, o resto do mundo é otário.
# por Anonymous Anónimo : sábado, setembro 29, 2012

 

 

 

Caro anónimo a liberalização da abertura com a propriedade a ser limitada a um farmacêutico já não vai voltar.

Não sei se era melhor ou não para a sociedade. Na minha opinião era melhor, mas não acredito que volte. É quase o mesmo que pensar que não vão aumentar os impostos.

Mas o problema é que não são só as 600 enterradas ou não em dívidas por culpa própria que sentem dificuldades. Esse é que é o verdadeiro problema.

E caro anónimo dependendo da remodelação das farmácias, esta pode ser abatida fiscalmente ao longo do tempo e o IVA é reembolsado. Acho que continuam a comparar demasiado uma empresa a um particular. Não quero dizer também que algumas deram o passo maior que a perna.

O quero dizer é que não são apenas as farmácias que deram um passo maior que a perna que estão com a corda na garganta.

1.131 farmácias com fornecimentos suspensos (Número pode estar um bocado empolado) são 39% das farmácias de Portugal.

Fornecimentos cortados é o princípio do fim, sem medicamentos para vender começam a falhar alguns pagamentos.

Eu até podia partilhar da vossa visão que cadeias de farmácias multinacionais poderiam pagar mais aos seus trabalhadores.

Mas o dinheiro não cai do céu, as cadeias de farmácias multinacionais ou vendem mais à população ganhando quota às outras farmácias ou têm mais eficiência com alguns custos ou ficam com parte da margem dos laboratórios.

E a grande vantagem das multinacionais é que podem ter prejuízo numa área, compensando noutra área. Algo que não está à mão de uma simples farmácia.

E acredite-se ou não, mas uma liberalização destruiria o sector numa primeira fase antes de estabilizar passado 2-3 anos.

Mas se querem experimentar por mim, força, a farmácia onde trabalho dificilmente vai ter mais concorrência na zona.

Mas eu estou aqui a defender a rede de farmácias, não estou a defender o meu posto de trabalho.

Cumprimentos e felicidades a todos
# por Anonymous Who Cares : sábado, setembro 29, 2012

 

 

 

A custo zero porque não é comprada! Com a liberalizacão de instalação o custo só mesmo de ínstalação.
Só os burros é que andam mal esclarecidos.
# por Anonymous Anónimo : sábado, setembro 29, 2012

 

 

 

A discussão que aqui vai assemelha-se a um disco riscado. E confirma o velho dito "Casa onde não há pão, todos ralham e ninguém tem razão". E eu, como até gosto de ser advogado do diabo, ainda vou atirar mais umas achas para a fogueira: e se, em vez de liberalizar, se nacionalizar? É que em muitos dos países por onde passou o FMI, o estado teve de intervir e assegurar uma rede de farmácias do estado, que actuam em concorrência com as privadas. Não estou a ver este governo a fazer isso, mas quais seriam as vantagens e desvantagens para os farmacêuticos portugueses de uma solução destas?
# por Blogger GreenMan : sábado, setembro 29, 2012

 

 

 

Muntar 1farmacia a custo 0 custa quanto seus parolos? Só para quem anda a leste...montar e não muntar
# por Anonymous Anónimo : sábado, setembro 29, 2012

 

 

 

Boa!
Só vejo vantagens.

Os funcionários públicos dizem que o estado os trata mal, mas tomara eu!

Horas extraordinárias,horário certo,férias garantidas,nada de preocupações com lucros ou prejuízos,patrão longe,emprego garantido,ordenado de técnico superior, atitude não te rales, e sei lá que mais!

Não, caro Green nessa não caem eles, mas é pena,muita pena.
# por Anonymous Anónimo : sábado, setembro 29, 2012

 

 

 

As farmácias privadas, a existir, devem ser maioritariamente detidas por redes de farmácias - sendo grandes grupos, a fiscalização também será mais apertada. A farmácia-micro empresa familiar está ultrapassada, fede a século XIX, e é de difícil fiscalização.

Só assim se pode entender que na farmácia onde estou, o "esposo" da senhora dona da farmácia - farmacêutica e DT - possa atender ao balcão sem qualquer formação na área - sequer superior - e que até possa mandar palpites sobre a utilização de uma benzodiazepina dispensada não a pedido da utente, mas por ACONSELHAMENTO da DT, desautorizando-me na minha venda (iria dispensar valeriana)! Onde pára o Infarmed? Que sentido de impunidade é este? Como é possível haver familiares de donos de farmácia, sem qualquer formação na área - ou formação superior sequer - a interferir directa e indirectamente no âmbito estritamente técnico-científico da actividade farmacêutica?

EXPLIQUEM-SE MEUS SENHORES!

E este não é um caso isolado. Na farmácia onde estagiei, a novela era a mesma. E sei de tantas outras farmácias, por relato de colegas, onde o mesmo acontece. Afinal, tanta tinta por causa da liberalização da propriedade da farmácia, e depois é o que se vê. E isto não é de agora, já vem de tempos remotos, em que a propriedade ainda era exclusiva do farmacêutico. Mas se antes ainda tinham algum comedimento, agora não têm nenhum.

O exercício profissional farmacêutico neste país é uma vergonha e é impossível exercer, digam o que disserem, com total independência de terceiros que nada têm que ver com a profissão, enquanto estes donos de farmácia continuarem a meter lá dentro a mulher, o marido, o irmão, o primo, a tia e afins...

O Infarmed não investiga? Não fiscaliza? Para que serve esse mono?!
# por Anonymous Farmacêutico : domingo, setembro 30, 2012

 

 

 

" sendo grandes grupos" a fiscalização será mais pressionada pelo grupo,o loby será maior, a ponto de conseguirem mudar as leis a seu favor, como foi com as parafarmácias, meu caro anjinho papudo!
( as gasolineiras são outro exemplo)
Só teorias!Prática, tarimba e bom senso nada...
# por Anonymous Anónimo : domingo, setembro 30, 2012

 

 

 

Também já estive numa farmácia em que os sócios não farmacêuticos/técnicos/auxiliares atendiam ao balcão. E conheço muitas farmácias em que fazem o mesmo. E farmácias onde é "obrigatório" dispensar antibiótico ao sinal de dor de garganta.

Venham os grandes grupos que cumprem as leis, já!

# por Anonymous Anónimo : domingo, setembro 30, 2012

 

 

 

Ás gasolineiras não são exemplo nenhum porque de liberalizado esse mercado não tem nada.

Você só mete combustível no carro proveniente de duas refinarias (ambas da Galp).

E os grandes e maus bichos papões são de facto, os que lhe fornecem ao menor preço.

Epah. O pessoal não se informa mesmo antes de emitir opinião depois dá nisto.
# por Anonymous Anónimo : domingo, setembro 30, 2012

 

 

 

Tanta Ingenuidade, tanta candura, tanta ignorância juntas que até dá pena.
O Belmiro e o Shano os heróicos salvadores dos farmacêuticos assalariados e acérrimos defensores da ética e deontologia farmacêutica ?!...
Só mesmo para quem acredita no Pai Natal.
Perdoai-lhes Senhor...

Zé Pacato

# por Anonymous Zé Pacato : domingo, setembro 30, 2012

 

 

 

Sr Zé Pacato, perceba uma coisa, ao Belmiro não lhe interessa a ética farmacêutica, mas interessa sem dúvida nenhuma que o estado subsidie serviços farmacêuticos. Para isto fará pressão no governo para aumentar competências e permitir o exercício de actos a custo do estado.
Basta ver o que aconteceu no reino unido aquando a entrada no mercado de grandes grupos: a profissão comunitária vivenciou uma evolução sem precedentes. Acha que a boots e loyds quer saber dos farmacêuticos? Está-se a cagar! Mas interessa-lhe a riqueza que estes podem produzir. Se essa riqueza advier da evolução da profissão farmacêutica, tanto melhor! Mas pode perguntar e bem "porque é que estas novas competências não são entregues a pessoal não-farmacêutico?" e eu respondo que tal não será possível pois existem regras comunitárias que assim o exigem.
Percebeu agora, ou quer um desenho?
# por Anonymous Anónimo : segunda-feira, outubro 01, 2012

 

 

 

Viva a farmácia livre, viva um novo governo, vivam os belmiros, viva a dívida, viva o grande capital,vivam todos e vivam tantas asneiras aqui escritas.

E agora novo assunto!

# por Anonymous Anónimo : segunda-feira, outubro 01, 2012

 

 

 

O que é engraçado aqui é que os senhores com as calças na mão (proprietários de farmácias) e seus defensores ainda não esgrimiram um argumento válido que contrarie a liberalização da propriedade exclusiva aos farmacêuticos com o limite de uma por cada farmacêutico... Andam fartos de falar no Belmiro para desviar a conversa mas a isto não convem responder...
# por Anonymous Anónimo : segunda-feira, outubro 01, 2012

 

 

 

Caro WhoCares, sei perfeitamente que o IVA é dedutível e em algumas circunstancias pode ser feita a desvalorização fiscal (robots p.e.) mas o problema é mesmo o capital investido para fazer as obras, muitas vezes com recurso a crédito bancário (que depois n há para o resto...)! E a Glintt e outras sempre arrecadaram margens gigantes (fico parvo com o valor de algumas obras e quanto elas custariam realmente se o dono da farmácia trabalhasse um pouco e pedisse alguns orçamentos mas claro, isso dá trabalho...).

Por outro lado acho ridicula a ideia que impingem que as 1000 e tal com credito cortado estao em dificuldades por culpa alheia! Mais uma vez vem à baila a incapacidade de gestão que os proprietários têm e muitas vezes a vida acima das possibilidades. A farmácia foi, é e será sempre um negócio lucrativo mas se há 10 anos era tudo à grande hoje em dia obriga a trabalho e contenção! Se vejo parafarmácias a crescer (conheço alguns excelentes exemplos, com farmaceuticos a atender e não meninas da caixa como costumam dizer, com margens semelhantes e volume de vendas muito menor) pq não hão-de as farmacias poder?!
# por Anonymous Anónimo : segunda-feira, outubro 01, 2012

 

 

 

A vender outros produtos que não os de receitam médica acredito que consigam crescer. Fui ver os resultados da Boots e mais de metade da facturação é produtos sem receita médica.

Não creio que seja essa a estrutura de receitas da farmácia comum.

Mas se quiser dou o exemplo da farmácia onde trabalho. Precisa de uma remodelação, adiada desde há 7 anos, sem obras de relevo, sem robots, sem chãos de mármore, sem dívidas, mas muito perto do limite. Agora e para baixo só pagando menos aos funcionários.

Querer que as farmácias cresçam nestas condições. Só uma ou outra.

Não tenho mais tempo para desenvolver.
# por Anonymous Who Cares : segunda-feira, outubro 01, 2012

 

 

 

Muita opinião nestes comentários. Factos, nem cheirá-los.
# por Blogger Azrael : segunda-feira, outubro 01, 2012

 

 

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