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terça-feira, 7 de julho de 2009

Inacessibilidade ao medicamento 

Quando estou na minha casa do Gerês e preciso de medicamentos recorro sempre à Farmácia Sá Couto - do colega e amigo Sá Couto aqui da Póvoa - em S.ª Maria do Bouro, em frente à Pousada. São 15 minutos de carro, sempre a descer e bom caminho.
Pois agora dizem-me que o Dr. Sá Couto está transferir a Farmácia para Amares. E agora?

É um flagelo a transferência de farmácias que está agora a ocorrer, em força, por todo o país rural, deixando abandonadas vastas regiões e a sua população, idosa, doente e pobre, por causa de uma legislação mal feita, irresponsável, mal aplicada.

No início desta Governação socialista a acessibilidade aos medicamentos era uma prioridade. No fim, o resultado é este: nem uma farmácia nova, farmácias concentradas nas cidades e extensas zonas rurais desertificadas.
Será só incompetência do legislador e do INFARMED?

Etiquetas:


Peliteiro,   às  08:06

Comentários:

 

Parece-me ser antes um problema de ideologia política.

 

 

 

Parece-me antes do problema tipo de pessoas que fazem muita praia em seis meses:)
# por Anonymous Anónimo : terça-feira, julho 07, 2009

 

 

 

Parece-me que a Farmácia Sá Couto apenas segue as leis do mercado. Quer deslocar-se para um local com mais clientela e, naturalmente, mais lucros.
Agora se o Dr. Peliteiro defende que o estado deve interferir e regular o mercado...
Bem, respeito a sua opinião.
# por Anonymous Anónimo : quarta-feira, julho 08, 2009

 

 

 

Já saiu o: http://povoadevarzimonlinecomentarios.blogspot.com/
onde todos podem comentar livremente:)
# por Anonymous Anónimo : quarta-feira, julho 08, 2009

 

 

 

Uma pergunta anónima para o Dr. Peliteiro:
Nunca comentou como anónimo?
De certeza? Olhe que o seu estilo é inconfundível e não passa despercebido. Ou então tem um acólito anónimo que deve ser muito parecido consigo! Será o seu alter ego? Ser ou não ser...eis a questão!
Lurunjus u bununus :)
# por Anonymous Anónimo : quarta-feira, julho 08, 2009

 

 

 

Voltamos sempre ao mesmo, não é amigo dr.? Os serviços públicos, defendo eu, entre outras medidas, devem ser ampliados e reforçados. Por exemplo, o Serviço Nacional de Saúde deveria incorporar a medicina dentária (que revolução, meu deus). Mas o que se passa é a rápida redução do Estado ao mínimo (sendo que a tendência é o mínimo se transformar em zero). Repare que a possibilidade de criação de emprego no interior é enorme: guardas-florestais, polícias, enfermeiros, médicos e farmacêuticos para centros reduzidos de saúde, móveis se fosse preciso, professores para escolas reduzidas, móveis se fosse preciso, agricultores, gente inovadora e instruída, paga pelo Serviço Público, a trabalhar com o objectivo de colmatar as falhas decorrentes da desertificação. Á semelhança do que é feito com as intervenções do Estado na Banca, por exemplo. No fundo, o argumento é o mesmo: colmatar falhas. Criava-se riqueza, punha-se gente a trabalhar, evitavam-se os custos da excessiva ocupação do litoral... Só este ano de 2009, os custos económicos originados pelo desemprego ascendem a 21 mil milhões de euros em Portugal. Não acha que se deveria virar tudo ao contrário? Pelo menos, nestes casos? PF
# por Anonymous Anónimo : quarta-feira, julho 08, 2009

 

 

 

pois não tenha pena colega peliteiro, nesses locais que ficam "abandonados" abrem para-farmácias com fax´s, que enviam as receitas para as farmácias nas sedes de concelho e assim ficam todos a ganhar...claro que a para-farmácia e a farmácia são do mesmo dono, que actua assim à margem da lei, mas ao qual o povo idolatra, pois não se sente abandonado....
# por Anonymous Anónimo : quinta-feira, julho 09, 2009

 

 

 

Tenho respostas para alguns comentários. No fim-de-semana.
# por Blogger Mário de Sá Peliteiro : sexta-feira, julho 10, 2009

 

 

 

A Empresarialização das fármacias tem esta consequência.

Porque não informar a Ordem dos Farmaceuticos sobre isso. Enquanto isso as zonas rurais carencem de cuidados de saúde, sem os terem!
# por Anonymous Lifepassenger : sexta-feira, julho 10, 2009

 

 

 

Não se precocupe que daqui a uns tempos os médicos poderão fornecer o medicamento ao doentinho e só os comprimidos necessarios !
# por Anonymous Anónimo : sábado, julho 11, 2009

 

 

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