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Amanita muscaria

Impressões de um Boticário de Província

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domingo, 7 de junho de 2009

O princípio do fim 

Ainda há pouco, há meses, o PSD era dado como moribundo e Sócrates era dado como não tendo adversário significante, era dado como absolutamente invencível.
Pois bem, o mundo dá muitas voltas e hoje a aura de invencibilidade de Sócrates dissipou-se. Em breve teremos a vitória de Santana Lopes em Lisboa e de Rui Rio no Porto.

A derrota final de Sócrates está cada vez mais perto. Agora, vou dormir muito mais satisfeito (o Dom Pérignon ajudou) e descansado - talvez o país ainda tenha salvação.

Peliteiro,   às  22:05

Comentários:

 

Este comentário foi removido por um gestor do blogue.

 

 

 

Enquanto a esquerda continuar dividida podem cantar de galo. De contrário nem rasto se vos via.
Valha-nos unir o grande FCP.
Cumpts
# por Anonymous Anónimo : domingo, junho 07, 2009

 

 

 

O que ganharam? Um lugar? Mais um "tacho" grande vitoria. Aproveitem e mandem a Manuela para lá.
# por Blogger Milhazes : segunda-feira, junho 08, 2009

 

 

 

Mas que grande vitória!
O PSD obteve 31.7% dos votos!
Nas europeias de 2004 (coligado com a comédia do Portas) obteve 33.3%.
Nas últimas legislativas, com o pior resultado do PSD nos últimos anos, obteve 28,7%.
Ou seja, o PSD subiu menos de 5% em relação às últimas eleições.
Mas que grande vitória!
O PSD não ganhou nada! Quem perdeu foi o PS que, adoptando medidas de dieita, viu o seu eleitorado fugir para a CDU e o Bloco de Esquerda.
Se isto é caso para Dom Pérignon aconselho uma viragem para os cogumelos mágicos. Assim será possível ver grandes vitórias das políticas neo-liberais que nos deixaram no estado em que estamos!
# por Anonymous Anónimo : segunda-feira, junho 08, 2009

 

 

 

Uma vitória é sempre uma vitória, independentemente se o adversário se pôs a jeito ou não... muito eu gosto dos que depois vêm armados com slogans do tipo "não foram vocês que ganharam, nós é que perdemos"... vejo por aqui muita "dor de cotovelo"! Não se esqueçam que quem está por detrás de cada voto são pessoas que acreditam na democracia: gente que apoia políticas neo-liberais (seja lá o que isso for ou o sentido que lhe querem dar... desconfio que haja alguém que consiga definir tal palavrão), que apoia políticas marxistas, etc... Viva a democracia!
# por Blogger O Micróbio II : segunda-feira, junho 08, 2009

 

 

 

SANTANA LOPES EM LISBOA????
VALHA-NOS DEUS.
# por Anonymous Anónimo : segunda-feira, junho 08, 2009

 

 

 

Macedo Vieira, esse grande apoiante de José Sócrates deve estar enjoado hoje.
# por Anonymous Anónimo : segunda-feira, junho 08, 2009

 

 

 

Então se o PS perdeu alguma coisa alguém teve de ganhar, não?!?!

E quem ganhou foi claramente o PSD!
# por Anonymous Anónimo : segunda-feira, junho 08, 2009

 

 

 

O Alberto João ficou preocupado ...
# por Anonymous Anónimo : segunda-feira, junho 08, 2009

 

 

 

Tens que começar a fazer análise política na TV com o gajo dos gatos fedorentos.
# por Anonymous Anónimo : segunda-feira, junho 08, 2009

 

 

 

Fico sempre triste, mas não surpreendido, ao verificar que se confunde política com futebol. Estes comentários não divergem dos existentes no record online. Troquem os nomes dos partidos pelos dos clubes de futebol e verão as indiferenças.
O que interessa é ganhar, nem que seja por penalti roubado no último minuto (o que não foi o caso das últimas eleições). Acho que vou ter de mudar de intenção de voto. Assim poderei abrir Dom Pérignon nas próximas eleições, ou nas seguintes... O que interessa é a "alternância democrática", entenda-se: democracia com dois partidos que alternam nos governos em maioria absoluta.
# por Anonymous Anónimo : terça-feira, junho 09, 2009

 

 

 

Há por aí alguém que desconfia que não exista alguém capaz de definir o "palavrão" neo liberal (talvez seja essa a pergunta do 1 milhão de euros do "Quem Quer Ser Milionário"). Pois acho que esse alguém não deve ler jornais ou revista, além de ter poucos amigos. No entanto, escreve sobre "políticas marxistas" sem nenhum pudor. Será que esse alguém alguma vez leu Karl Marx?
Aconselho a esse micróbio a leitura do "grande filósofo" norte-americano Francis Fukuyama, para entender que a história acabou com a queda do Muro de Berlim, assim como o marxismo.
Sim, já não existe marxismo segundo o grande pensador "neo liberal".
Ainda por cima agora existe a grande vantagem de poder ler Fukuyama traduzido para português.
(É verdade, existem outras coisas para ler para além de blogues. Chamam-se livros...)
# por Anonymous Anónimo : terça-feira, junho 09, 2009

 

 

 

Acho que quem ganhou foi sem dúvida o povo Português que se levantou e deu um cartão amarelo ao Governo.

Resta-lhes enquanto Governo repensar as politicas que praticaram . Esperemos o populismo agora não ?
# por Anonymous Lifepassenger : terça-feira, junho 09, 2009

 

 

 

Essa do Fukuyama é cómica. Quase todos os pensadores políticos (não marxistas) são de opinião contrária a essa tese. Não se deixe enganar, anónimo, com essa do fim da história.

Já agora, a China é governada por um partido comunista, não é? E os partidos comunistas são marxistas não são? Os quatro maiores bancos mundiais são chineses não são? É sinal que vai à frente na economia, não é? Acha que é o fim da história?
# por Anonymous Anónimo : terça-feira, junho 09, 2009

 

 

 

Excelente livro esse de F. Fukuyama. Eu também defendo que o melhor sistema para a humanidade atingir um equilíbrio justo e próspero é a democracia liberal embora não acredite que o fim da história tenha ocorrido com a queda do muro de Berlim.
Duas notas a propósito: a teoria do "Fim do mundo" já vem de Hegel; Fukuyama escreveu em 2006 um novo livro a que deu o nome de After the Neo Cons: Where the Right went Wrong...
# por Blogger Mário de Sá Peliteiro : terça-feira, junho 09, 2009

 

 

 

Não sei o que é que a China tem de comunismo.
Se falarem em Coreia do Norte (essa grande democracia para o PC português) talvez aceite.
# por Anonymous Anónimo : terça-feira, junho 09, 2009

 

 

 

Façamos de conta que e o que passou no BPN e na SLN não é mesmo uma enorme "roubalheira". Façamos de conta que há outro termo para descrever correctamente o saque de dois mil milhões de dinheiro dos portugueses.
Façamos de conta que a mais-valia de 147 por cento do investimento de Aníbal Cavaco Silva e família não aparece nos dois mil milhões de prejuízos do BPN nacionalizado. Façamos de conta que não é o contribuinte português quem está a pagar esses dois mil milhões. Façamos de conta que é normal conseguir valorizar um investimento 147,5 por cento em menos de dois anos. Tudo isto fora do controlo das entidades fiscalizadoras e reguladoras do mercado de capitais. Façamos de conta que um conglomerado de bancos e offshores que compra coisas por dezenas de milhão, que vende depois por um dólar, e que rende mais do que a Dona Branca, é normal. Façamos de conta que um negócio gerido assim faz algum sentido no mercado. Façamos de conta que é acessível ao cidadão comum um negócio destes. Façamos de conta que sabemos todas as circunstâncias da compra e da recompra das acções de tão prodigiosa mais valia, que a família Silva detinha no projecto de Dias Loureiro e Oliveira e Costa. Façamos de conta que a SLN não tem nada a ver com o BPN. Façamos de conta que o BPN e a SLN não têm um número invulgar de gente do PSD envolvido nas suas actividades. Façamos de conta que Aníbal Cavaco Silva não é a personalidade de mais influência no PSD. Façamos de conta que os termos SLN, Sociedade Lusa de Negócios ou SLN Valor aparecem no comunicado da Presidência da República de 23 de Novembro de 2008. Façamos de conta que, nesta fase de dúvidas, é aceitável uma declaração como a emitida pelo Palácio de Belém sem referências ao valioso investimento familiar no mais controverso dos projectos financeiros da história de Portugal. Quando é só esse investimento que está causa. Por ser uma aplicação num projecto de licitude duvidosa. Façamos de conta que o Chefe Executivo desse projecto não tinha sido um íntimo colaborador de Aníbal Cavaco Silva responsável por finanças públicas. Façamos de conta que entre 2001 e 2003 os negócios do BPN e da SLN decorriam de forma irrepreensível e no cumprimento integral da lei da República. Façamos de conta que não foi por escolha pessoal do Presidente da República que Dias Loureiro foi nomeado Conselheiro de Estado. Façamos de conta que, como o Presidente disse, estar Dias Loureiro no Conselho de Estado era a mesma coisa que estar António Ramalho Eanes ou Mário Soares ou Jorge Sampaio. Façamos de conta que o Presidente relatou tudo o que devia ter relatado ao País sobre os seus activos passados nos projectos de Oliveira e Costa e Dias Loureiro. Façamos de conta que não há gente presa por causa do BPN. Façamos de conta que não vai haver mais gente presa. Façamos de conta que o que se passou no BPN e na SLN não é mesmo uma enorme "roubalheira". Façamos de conta que há outro termo para descrever correctamente um saque de dois mil milhões de dinheiro dos portugueses. Façamos de conta que não conseguimos imaginar quantas escolas, quantos hospitais, quantas contas de farmácia, quantas pensões mínimas, quantas refeições decentes se podem comprar com esse dinheiro. Façamos de conta que basta, apenas, cumprir rigorosamente a Lei e ignorar o que a Lei não diz, para se ser inquestionavelmente impoluto. Façamos de conta que não sabemos o que se está a passar à nossa volta.
Até onde aguenta o País continuarmos a fazer de conta que não vemos?
# por Anonymous Anónimo : terça-feira, junho 09, 2009

 

 

 

a) o texto do último anónimo é do Mário Crespo; muito bom texto, por sinal
b) comunismo é capitalismo de estado; já o era no tempo da União Soviética, por isso é de estranhar existir gente que ainda põe em dúvida o regime chinês
c) Coreia do Norte é monarquia absolutista; se o PC defende este país é um problema do PC, não meu

No entanto, é essencial perceber-se o esquecimento que o Ocidente tem procurado cultivar em torno do grande desastre financeiro e económico do neoliberalismo, continuando a manter os paraísos fiscais e todo o cortejo de mecanismos que conduziram ao estado atual do Mundo e à
miséria de povos inteiros. Falta caráter aos políticos ocidentais de hoje. E esta história de debate ideológico entre comentadores anónimos aqui no blog, só surge pela derrota do bloco central nas últimas eleições. PS e PSD juntos nunca tiveram tão pouca votação.

Pedro Faria
# por Anonymous Anónimo : terça-feira, junho 09, 2009

 

 

 

Essa derrota deveria merecer reflexão, como explicou o Alberto João ... E muita auto-crítica por parte dos partidos do arco do poder, acrescento eu.

PF
# por Anonymous Anónimo : terça-feira, junho 09, 2009

 

 

 

Caro PF,
Só tenho uma dúvida, se Portugal vive num regime neoliberal presume-se que anteriormente teria vivido um regime liberal - em que época é que considera que Portugal foi liberal?
# por Blogger Mário de Sá Peliteiro : terça-feira, junho 09, 2009

 

 

 

Entretanto, caro dr., parabéns pela vitória do Paulo Rangel. Acertou em cheio nas suas previsões do vencedor das eleições, quando todos o punham em dúvida. Engraçado foi ver Paulo Rangel (41 anos) a usar as tácticas eleitorais do Obama (apostando nas redes sociais), com êxito; enquanto o PS define políticas através de agências de comunicação.

PF
# por Anonymous Anónimo : terça-feira, junho 09, 2009

 

 

 

Caro Peliteiro, eu disse que Portugal vive um regime neo-liberal? Não, não disse; falei no desastre do neoliberalismo ocidental, o que é diferente. No entanto, parece que não concorda comigo. Não gosta da palavra neoliberalismo? Podemos substitui-la por outra. Que me diz a "roubalheira"?

PF
# por Anonymous Anónimo : terça-feira, junho 09, 2009

 

 

 

Entretanto, para lhe responder, começo por garantir que não tenho certezas mas aprendi na escola que o liberalismo português surge nos finais do séc. XVIII em oposição ao absolutismo vigente na data. O liberalismo terminou com o salazarismo. Durou quase século e meio. Poderíamos falar agora, no séc XXI, em democracia liberal (é mais suave); quando refiro neoliberalismo estou a indicar formas políticas democráticas e liberais algo fundamentalistas, ou seja um "laissez faire laissez passer" levado ao extremo, do género "o mercado é que decide". Isso deu no que deu e os avisos eram muitos. Não me revejo (é notório) neste tipo de estratégia, digo-lhe já, e é aqui que divergimos. Antes que tire conclusões precipitadas, posso dizer-lhe que no marxismo também não acredito enquanto solução, mas que dá imenso jeito para perceber o que nos rodeia, ai isso dá.

PF
# por Anonymous Anónimo : terça-feira, junho 09, 2009

 

 

 

Pois parece-me, caro PF, que há aí alguma incerteza conceptual. O neo de neoliberalismo não terá grande relação com D. Pedro IV...

E Portugal não é um país Ocidental?

Por isso, por não saber exactamente o que quer dizer neoliberalismo (concordo com o que disse um anónimo) agrada-me mais liberalismo (coisa que nunca existiu verdadeiramente em Portugal, especialmente na vertente económica). Quanto à roubalheira, temos que separar o regime político e económico do seu bom ou mau funcionamento - a roubalheira não ocorreu por causa do sistema, ocorreu apesar do sistema e pela incompetência e entropia natural do sistema.
# por Blogger Mário de Sá Peliteiro : terça-feira, junho 09, 2009

 

 

 

Ok, passo a usar o termo "liberalismo".

Não concordo é quando diz que temos que separar o regime político e económico do seu bom ou mau funcionamento; isso não é o que diziam os comunistas ao verem a queda do muro de Berlim? Olhe, um deles era o Vital Moreira.

Quando falo em roubalheira nem me refiro a Portugal. A nossa economia está a evoluir para algo diferente do que a maioria das pessoas imagina. O sistema emergente tem pouca relação com o que os livros académicos descrevem, para não falar do que os políticos prometem. Os problemas de hoje são também diferentes daqueles que marxistas e outros críticos vêm há muito denunciando. O capital industrial assim como o trabalho são vítimas de ataque numa guerra mortífera de capital financeiro contra o capital industrial e até contra o poder dos governos de manter controlo sobre as economias nacionais. É isso o que eu acho.

PF
# por Anonymous Anónimo : terça-feira, junho 09, 2009

 

 

 

E, porém, todavia, contudo, os povos europeus votaram massivamente em partidos liberais e repudiaram tendências socializantes (que sim, como diz, nunca impediram a exploração do homem por interesses "superiores" - ó demagogia, ó hipocrisia! -, sejam estes interesses do próprio, monstro insaciável, Estado ou do grande capital selvagem e sem escrúpulos (veja-se o exemplo Sócrates e Zapatero para não ir mais longe)).

É mais ou menos como aquela frase célebre de Churchil: a democracia liberal é o pior dos sistemas políticos... excepto todos os outros!
# por Blogger Mário de Sá Peliteiro : terça-feira, junho 09, 2009

 

 

 

Não percebeu o último comentário: a luta não é, actualmente, entre liberalismo e socialismo, nem, tão pouco, entre capitalismo e comunismo (defendi até que o comunismo é uma forma de capitalismo de estado). Isso serão coisas do século passado e não defendo nenhuma delas.

Nos dias de hoje, a guerra é entre capitalismo industrial (ou seja, empresários que produzem riqueza real) e capitalismo financeiro (ou seja, especulações bolsistas que virtualizam a riqueza aumentando-a até explodir a bolha daí resultante, provocando a crise). Poderia até dizer que é entre liberalismo e neo-liberalismo, para me perceber bem. Aquilo que pretendo é mais democracia; sou de opinião que a que temos não o é na sua plenituude. Por outro lado, a base do capitalismo do século passado está em vias de extinção: a exploração de matérias-primas baratas e infinitas.

Daí achar que frases como a do Churchill são muito bonitas mas foram ditas há mais de meio século. E confesso que não me parece que resolvam o problema que temos. Por mais democratas e liberais com preocupações sociais que sejamos.

PF
# por Anonymous Anónimo : terça-feira, junho 09, 2009

 

 

 

Em Portugal, a democracia liberal já teve melhores dias, por isso não se chateiem. Não vale a pena. Com abstenções assim e somando os votos nulos e em branco, o PSD representa 10 % dos portugueses, o PS representa 9 % e a soma dos outros partidos 10 %. Não vos preocupa este afastamento das pessoas da tal democracia liberal? É que nem esteve bom para ir para a praia.
# por Anonymous Anónimo : terça-feira, junho 09, 2009

 

 

 

Descontente com o resultado obtido nas eleições europeias pelo seu partido, o Povo da Liberdade (PDL), apesar de ter vencido, o primeiro-ministro da Itália, Silvio Berlusconi, culpou pelo fraco resultado a transferência do futebolista brasileiro Kaká do AC Milan para o Real Madrid e o seu processo de divórcio. O PDL teve 35,2%, mas Berlusconi esperava mais dez pontos. Enquanto discutiam ideologias, lembrei-me deste contributo. Para desanuviar.
# por Anonymous Anónimo : terça-feira, junho 09, 2009

 

 

 

Cada povo tem o sistema político que merece.

Neste assunto concreto, se a maioria não se sente capaz de votar ou se não se importa que eu decida por eles ou mesmo se julga serem irrelevantes estas eleições, isso não me parece particularmente problemático. Não será saudável, desejável, mas não é assustador.

Já me parece mais preocupante um concelho eleger uma equipa de autarcas que todos sabem ser incompetentes e corruptos, delapidadores do bem público. Neste caso os eleitores ou são estúpidos ou são eles próprios desonestos ou ambos - e viver numa comunidade ou sociedade assim assusta, é pouco recomendável e, a prazo, perigoso.
# por Blogger Mário de Sá Peliteiro : terça-feira, junho 09, 2009

 

 

 

E já agora, alguem sabe quem era o nº2 das listas do PSD?
E do PS?
E do CDS?
E da CDU?
Pois é, a maior parte das pessoas nem sabe em quem votou.
Muito menos no que estes candidatos defendem.
Ou mais facil ainda: - O que fizeram os seus antecessores.

José tinoco
# por Anonymous Anónimo : terça-feira, junho 09, 2009

 

 

 

E afinal PF, já leu ou não o F. Fukuyama?
Se não, tenho muito gosto em emprestar-lhe o meu.
Passe lá em casa, comemos umas navalheiras, bebemos umas mines a contemplar o mar selvagem - e dizemos mal do Macedo Vieira...
# por Blogger Mário de Sá Peliteiro : terça-feira, junho 09, 2009

 

 

 

Oh Tinoco, vai la acentar tijolo e enganar velhinhos.
# por Anonymous Anónimo : terça-feira, junho 09, 2009

 

 

 

...Dom Pérignon. Como te tratas bem Jorge. Acho que sim, valeu. É assim mesmo!!!
Sofia Alves
# por Anonymous Anónimo : terça-feira, junho 09, 2009

 

 

 

Acho que o gajo que chamou para aqui o Fukuyama estava a ser irónico.
Mas já nem sei, há cada bronco transformado em "opinion maker" nos horários nobres das nossas TVs que não se pode pedir muito a um comentador de blogues.
# por Anonymous Anónimo : quarta-feira, junho 10, 2009

 

 

 

Acho que para debater o neoliberalismo, como é entendido hoje em dia, não são necessárias discussões que nos levem ao conceito do liberalismo do sec. XVIII.
Será que passa pela cabeça de alguém falar do PSD referindo-se às origens do Movimento Social Democrata no início do sec. XX? Onde se destacam nomes como Rosa de Luxemburgo ou Lenin?
Mas não necessitamos de recuar 100 anos, andemos para trás apenas 30 anos para encontrar como figura de proa mundial dos Sociais Democratas o primeiro ministro sueco Olof Palme.
Sempre que tenho a chance lanço esta questão aos militantes do PPD/PSD: como vêem o passado histórico do seu movimento? Assim como os seus fundadores e destacados líderes?
# por Anonymous Anónimo : quarta-feira, junho 10, 2009

 

 

 

Ó Peliteiro!
Sabendo o pessoal que te regas a Dom Pérignon achas que alguém vai aceitar o convite para passar por aí para beber minis.
Rico anfitrião que me saíste... Bolas!
# por Anonymous Anónimo : quarta-feira, junho 10, 2009

 

 

 

"Essa do Fukuyama é cómica. Quase todos os pensadores políticos (não marxistas) são de opinião contrária a essa tese. Não se deixe enganar, anónimo, com essa do fim da história."
Alguém já percebeu que o meu comentário que lançou o Fukuyama para aqui era pura ironia.
De cómico não tem nada, dado que Fukuyama nunca me enganou. Mas tive de aturar durante anos os nossos "pensadores", com Pacheco Pereira à cabeça, a agitarem o fim da história de Fukuyama como se fosse o Livro Vermelho de Mao em plena revolução cultural (esta analogia de inocente não tem nada!). Muito levei na cabeça por na altura rejeitar as teses do Fukuyama... Agora parece que toda a gente esqueceu o que Pacheco Pereira ou Nuno Rogeiro aclamavam nos anos 90. E esses senhores continuam a ter crédito ilimitado nos canais televisivos e jornais para continuarem a fazer o seu papel de cabotinos.
# por Anonymous Anónimo : quarta-feira, junho 10, 2009

 

 

 

Ninguém me responde aqui?
Ficou tudo mudo?
# por Anonymous Anónimo : terça-feira, junho 16, 2009

 

 

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