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Amanita muscaria

Impressões de um Boticário de Província

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quinta-feira, 2 de novembro de 2006

Quintas & Quintas 

Acção judicial pretende anular venda de terrenos.

Economista poveiro recorre a Tribunal para tentar receber 455ME de vencimentos e subsídios.

in «O Comércio da Póvoa de Varzim»

Declaração de interesses: este é, também, um assunto pessoal.
Acontece que o economista é meu cunhado, pai dos meus sobrinhos. A Quintas & Quintas comprou uma cordoaria no Brasil, contratou-o como administrador, a empresa faliu e agora não querem pagar o que alegadamente devem.

«Um Economista que reclama o pagamento de vencimentos e subsídios ao grupo Quintas & Quintas requereu ao Tribunal de Trabalho de Barcelos, a anulação da escritura de venda dos terrenos onde se situava a unidade fabril e no qual, como é sabido, está nesta altura a crescer um empreendimento imobiliário, com um bónus construtivo (mais 50% do que o permitido pelo PDM daquela zona da cidade) concedido pela Câmara Municipal da Póvoa. (...) Pelo conjunto, a empresa Poveira, obteve 16.000.000 euros da GeoPortugal Imobiliário Unipessoal que por sua vez se diz devedora do BBVA.

Os defensores da empresa apontam que o negócio que o economista quer desfazer envolveu ainda mais 2 bancos (BCP e BPI que tinham hipotecas sobre o terreno) e a Câmara Municipal da Póvoa na medida em que esta teve de receber uma parcela de 323m2, como cedência obrigatória da empresa o domínio público municipal. Ao não serem demandadas todas estas entidades na acção, a absolvição também será na opinião da defesa, o caminho mais justo.
(...) Sobre a perda de garantias patrimoniais, a companhia industrial Quintas & Quintas refere que, além do encaixe financeiro de 16.000.000 euros, é dona de 32 casas que constituem o chamado Bairro do Quintas com valor superior a 1.000.000 euros e de um terreno em Beiriz, e detém participações sociais em várias empresas como a Solidal e a Tegopi. Sendo assim, argumenta, verificar-se-à uma desproporção entre o crédito que o economista reclama e o património que a empresa possuirá o que denota, diz a empresa uma intenção de causar dano e constrangimento.
»

Ou seja, no meu entendimento, a família Quintas não diz que não deve, diz que o empregado não deveria reclamar o que lhe é devido! Que os prejudica!

É bom que se saiba.

Na minha opinião - estou com o Miguel Sousa Tavares - há casos que só se resolvem à paulada. Umas bengaladas num sítio bem público. A ver vamos.

Peliteiro,   às  23:14

Comentários:

 

Esses trabeculosos ficaram com os terrenos da fábrica à custa da expropriação dos quintais dos pescadores no tempo da lei da protecção industrial. Agora beneficiaram de um bónus construtrivo para a venda.
Mesmo assim estão falidos?

 

 

 

Ó Peliteiro,

Desculpe lá a colherada nos assuntos familiares (se os quisesse preservar não os expunha aqui) mas não nos esclareceu porque é que a empresa no Brasil foi à falência. Será que o seu cunhado-administrador não poderá ter de alguma maneira responsabilidades na matéria???
# por Anonymous MMB du Bocage : sexta-feira, novembro 03, 2006

 

 

 

Hoje sou da madeira
# por Anonymous Anónimo : sexta-feira, novembro 03, 2006

 

 

 

A Tia tinha razão quando falou deste blog, está visto.
Volta Tia, estás perdoada.

Tarouca
# por Anonymous Anónimo : sexta-feira, novembro 03, 2006

 

 

 

Se precisares de ajuda (para as pauladas...), é só dizeres!
# por Blogger mfc : sexta-feira, novembro 03, 2006

 

 

 

Oh Bocage, o que faz de melhor é não lançar especulações foleiras.
Isto porque as pauladas quando caem, caem sem dó nem piedade e sem medir a quem!
# por Anonymous PUMA : sábado, novembro 04, 2006

 

 

 

Ó Puma,

Foleira é a ameaça, se calhar a demonstrar que não é só especulação!!!
# por Anonymous MMB du Bocage : sábado, novembro 04, 2006

 

 

 

As pauladas quando caem, caem sem dó nem piedade e sem medir a quem!
Os IP´s também falam...
# por Anonymous PUMA : domingo, novembro 05, 2006

 

 

 

Ora bem, já deu pra perceber que o PUMA está a montar guarda ao autor do Blogue se é que não foi "salvo da extinção" precisamente para ameaçar com pauladas e IPês. O que não se percebe muito bem, como referi no início é porque se vem expor casos destes na blogosfera quando depois não há "pedigree" para aguentar com as "bocas" que lá vão sendo lançadas.

Devo dizer que hoje comprei e acabo de ler o "Comércio da Póvoa", movido mais pela curiosidade do que pela ameaça aos meus costados de defunto e aceito perfeitamente que a situação pessoal do "economista JC" (que não conheço nem qualquer responsável pelas empresas em causa) na luta que está a travar com o GRUPO QUINTAS é melindrosa. Por isso dou por encerrado este ping-pong sobre uma "boca" sem qualquer fundamento ou conhecimento de causa.
# por Anonymous MMB du Bocage : domingo, novembro 05, 2006

 

 

 

Se um economista ou Administrador, reclama 455.000,00? devia ser muito bem pago, pois como é evidente, se lhe tivessem deixado de pagar há anos atrás, ele já se teria vindo embora. Assim, essa verba deve ser relativa no máximo a um ano de trabalho, por ex. Como poderia não falir uma empresa que pague isso? Realmente coitados dos trabalhadores, tá visto que o dinheirinho ficou todo com os Administradores e claro com os Quintas....
# por Anonymous j.l.c : segunda-feira, novembro 06, 2006

 

 

 

Não tenho dúvidas que esta geração de Quintas vai acabar com o dinheiro e espólio da família....
# por Anonymous Anónimo : segunda-feira, novembro 06, 2006

 

 

 

...Ainda quero ver quem é que vai pagar a indeminização aos antigos proprietarios dos terrenos da fábrica....é que o caso, pelo que sei, ainda corre em tribunal, e os espanhois ressalvaram-se naturalmente!
# por Anonymous Anónimo : segunda-feira, novembro 06, 2006

 

 

 

outro a falar do que não sabe (JLC):
Estamos a falar de salários e regalias desde 2001. Se fizer as contas vai ver que não é por aí...
Para um trabalhador deslocado, não é mesmo por aí!
# por Anonymous ESCLARECEDOR : terça-feira, novembro 07, 2006

 

 

 

Caro Esclarecedor,
Quem é que pode acreditar que um alto funcionário, neste caso Administrador, estivesse sem salários desde 2001? E ainda deslocado? Será algum benemérito, que vivia de ar e vento?
Só se fosse burro é que ficava com mais de uns meses em atraso.
Acho que o J.L.C. tem razão.
# por Anonymous Anónimo : terça-feira, novembro 07, 2006

 

 

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