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Amanita muscaria

Impressões de um Boticário de Província

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sexta-feira, 26 de junho de 2015

Farmácias de Sócrates fecharam todas 

As seis farmácias fecharam as portas "acumulando dívidas de vários milhões de euros"
Pizarro lamenta que "uma boa ideia seja abandonada porque as experiências correram mal".

Desde o início se sabia que o projecto de Sócrates e Correia de Campos estava destinado ao insucesso e à vigarice. Bastava ler este blogue. O que continua a surpreender é "as experiências correrem mal", usando a descarada expressão socialista, e ninguém ser responsabilizado! Mais surpreendente ainda é um dos envolvidos na negociata, Adalberto Campos Fernandes, o mesmo dos cegos do S.ª Maria, ser um provável candidato a Ministro da Saúde socialista.

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Peliteiro,   às  22:16
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segunda-feira, 23 de março de 2015

Em tudo que o Estado toca... dá asneira. 

Se há farmácias que se podem considerar minas de ouro (usando terminologia do Prof. Vital Moreira) são as instaladas dentro de grandes hospitais públicos. Beneficiam de um regime de excepção (os hospitais privados não podem ter farmácias) e constituem mesmo uma forma de concorrência desleal (ficam "à boca" das receitas dos hospitais e as outras farmácias não se podem deslocalizar livremente).

Mesmo assim só uma ainda não faliu. E esta última está a dar as últimas. Dá que pensar...

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Peliteiro,   às  23:44
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segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Até ficou gago*! 

Sexta-feira passada, quando Correia de Campos tomou consciência da bacorada que estava proferir, deve ter sido de tal forma surpreendido pelo súbito reflexo de engolir em seco que se apoderou do seu sistema nervoso autónomo que, por momentos, parece ter perdido a faculdade da fala.

O caso não é para menos, uma vez que como se pode verificar através da visualização atenta grosseira do vídeo, na cabeça deste senhor, a culpa das falidas sociedades megalabirínticas e companhia terem licitado rendas tão elevadas nos concursos para abertura de farmácias nos hospitais  prende-se com o facto de as Farmácias da ANF terem também elas licitado valores muito elevados - mas necessariamente mais baixos pois não ganharam o concurso.

Chega mesmo a dizer que as farmácias da ANF tinham era que não intervir para que os valores a pagar pelas referidas sociedades fossem menores. Só mesmo alguém como Correia de Campos, amigalhaço de Sócrates, seria capaz de, com cara séria, tentar fazer-nos acreditar que a forma de deixar o mercado funcionar era impedir os agentes desse mercado de nele participarem.

É como quem diz que pagou o triplo do que o bolo rei valia no leilão da paróquia porque o vizinho estava a oferecer o dobro. Seria de esperar que perante a licitação exagerada, do vizinho, o primeiro não licitasse acima das suas possibilidades... Ou será que o padre já tinha determinado que o bolo teria que ir forçosamente para o vizinho abençoado, viesse quem viesse, licitar o que licitasse, especialmente se este fosse o Belzebu da ANF?

*sem qualquer intenção de ofensa para os gagos que eventualmente estejam a ler este blog. Compreendo que a comparação não seja abonatória.

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Azrael,   às  18:48
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quinta-feira, 25 de julho de 2013

Megalabirinto 

O INFARMED encerrou farmácia no Hospital de S.ª Maria, propriedade da Megalabirinto Unip. Lda..
 
Enfim!

Um dos casos mais extraordinários de incompetência, inoperância e permissividade do Estado: dívidas, burlas, mau serviço público e sabe-se lá o que mais, durante anos e anos. O que o Estado não poupava se lesse este blogue...

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Peliteiro,   às  17:09
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segunda-feira, 15 de julho de 2013

Apatia 

Santa Maria admite tomar posse administrativa de farmácia

Já escrevi imensas vezes sobre todo o enorme absurdo que são as farmácias nos hospitais, criação de Sócrates e Campos, mas o que mais me espanta - «m'espanto às vezes, outras m'avergonho» - é a lentidão do Estado a decidir e a agir. Como é possível não pagarem nada durante mais de 4 anos e ainda estarem a "admitir"???
Muitos usam como argumento o «Não há nenhum estudo provando que o privado tenha melhor gestão que o público». É mesmo preciso um estudo?

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Peliteiro,   às  14:08
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terça-feira, 9 de julho de 2013

Correiadecampices 

«Sete detidos por fraudes na saúde: Uma das farmácias que foi alvo de busca situa-se no perímetro do Hospital de Santa Maria, em Lisboa. Trata-se de uma farmácia %$#! que, segundo a agência Lusa, deveria ter pago uma percentagem das vendas e uma renda ao hospital, o que nunca se concretizou

É realmente uma situação extraordinária, deve milhões e ainda por cima burla o Estado. Correiadecampices, pois então.





__________
É giro viajar no tempo e ler os sábios que ainda por aí andam a fazer palestras: «Adalberto Campos Fernandes espera receber 600 mil euros de renda fixa pela utilização do espaço, a que se somam, no mínimo, 3% da facturação da farmácia. Contas feitas, isto representa um encaixe financeiro de mais de um milhão de euros, no mínimo. As estimativas para a facturação anual rondam os 17 milhões de euros.»

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Peliteiro,   às  23:39
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segunda-feira, 10 de junho de 2013

Made by Correia de Campos 

Dívidas de 16 milhões obrigam a fechar farmácias hospitalares
 
Como previ e já escrevi várias vezes este é um dos casos mais extraordinários de incompetência, inoperância e permissividade do Estado a que já assisti na minha vida. Espantoso lodaçal!
 

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Peliteiro,   às  23:06
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terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Concessão de farmácia no Hospital de Loures 

Está aberto concurso para concessão de exploração de uma farmácia de dispensa de medicamentos ao público a instalar no Hospital Beatriz Ângelo, em Loures. Mais um disparate.

Mas, neste assunto, o que não consigo perceber é porque mantém o actual Governo as outras farmácias instaladas pelos socialistas, com pompa, nos hospitais quando se sabe que todas elas não respeitam os compromissos financeiros, e eventualmente outros, assumidos. Ou seja, porque não fecham essas farmácias com dívidas de milhões e não abrem novos concursos?
Era uma oportunidade mais para, mostrando as contas, demonstrar toda a incompetência e governo danoso socialista.

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Peliteiro,   às  22:47
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segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Andor violeta 

Farmácia do Hospital de S.ª Maria deve 3,8 milhões de euros.
O privado que explora o negócio desde abril de 2009 não pagou ainda qualquer renda ao hospital.

Nunca consegui entender este processo das farmácias nos hospitais. A tragédia era esperada, só lunáticos incompetentes como Correia de Campos não adivinharam o desastre. Durante o reinado socialista entendia que aquele que foi um dos projectos-bandeira do malquisto Sócrates não poderia ser comprometido, custasse o que custasse. Mas agora? Agora que até há a oportunidade política de demonstrar as falhadas políticas socialistas porque não se fecham esses malfadados estabelecimentos?
Além do mais, muito provavelmente se não se pagam as rendas, também não se pagarão aos fornecedores, nem aos farmacêuticos, pelo que o serviço prestado é passível de falhas e erros com consequências para a saúde pública.
Porque não se acaba esta pouca-vergonha e não se dá a oportunidade de exercer a quem paga as suas contas?

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Peliteiro,   às  23:21
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quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Projecto era bandeira de Sócrates - um aborto! 

Mais um trabalho jornalístico dando conta de uma bandeira falhada de Correia de Campos e Sócrates, «Farmácias hospitalares em falência», há muito denunciada neste blogue.
A resolução é fácil e devia ser de ontem: não pagam, caduca o contrato e fecha o estaminé.

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Peliteiro,   às  14:38
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segunda-feira, 27 de junho de 2011

Esqueletos saem dos armários 

Nas inaugurações das farmácias instaladas nos hospitais tivemos a presença, com pompa e circunstância, do Primeiro Ministro e dos Ministros da Saúde. Eu sempre soube, apostei em 2008, que esta medida socialista era um disparate e que a falência era destino certo.

As farmácias instaladas nos hospitais têm sido mantidas por questões políticas, julgo, para que não seja tão evidente que as famosas "reformas" (sublinho as "") de Correia de Campos e Sócrates eram quase sempre asneira. Os esqueletos começaram a sair dos armários:

Farmácias hospitalares não estão a cumprir pagamentos aos hospitais.

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Peliteiro,   às  00:14
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terça-feira, 5 de abril de 2011

As farmácias e os juros da dívida 

Nas inaugurações das farmácias instaladas nos hospitais tivemos a presença, com pompa e circunstância, do Primeiro Ministro e dos Ministros da Saúde.
Eu sempre soube, apostei em 2008, que esta medida socialista era um disparate e que a falência era destino certo.

O Governo Sócrates tem omitido os maus resultados dessas farmácias - «As administrações de cinco unidades de saúde avançaram com acções em tribunal para reaver 3,3 milhões em dívida; o caso mais grave é da farmácia do Hospital de Santa Maria, em Lisboa, com uma dívida que chega quase aos dois milhões de euros» -, tem adiado a procura de soluções apenas para ocultar o tremendo fracasso de uma medida emblemática socialista.
Tal e qual como quando nos faz «pagar cerca de 334 milhões de euros em juros de dívida de curto-prazo para evitar um pedido de resgate até Junho».

É assustador saber que somos governados por alguém, egoísta e egocêntrico, que não olha a meios para continuar a chafurdar no poder.

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Peliteiro,   às  00:23
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quarta-feira, 3 de março de 2010

O toque de sadiM 

Aquilo que foi feito foi aquilo que era necessário para criar condições para as farmácias poderem existir

É incontornável, a incompetência está inscrita no código genético do Estado.
Vejamos o exemplo das Farmácias. É sabido que o sector das Farmácias é um sector de excelência, moderno, qualificado, eficiente e lucrativo, exageradamente denominado por mina de ouro. Pois bem, o Estado resolveu interferir e resolveu permitir a abertura de farmácias nos hospitais: o projecto é um fracasso, de dimensões pouco conhecidas, escondido da opinião pública, num processo opaco, suspeitando-se que a rentabilidade dessas Farmácias, em posição concorrencial privilegiada relativamente às demais, não é a suficiente para honrar os compromissos financeiros com os hospitais onde estão instaladas.
Ou seja, neste caso, como em tantos outros, o Estado possui o dom inverso ao do Rei Midas, tudo em que toca é transformado em esterco.

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Peliteiro,   às  23:59
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quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

inimputabilidade 

A saga da abertura de farmácias nos hospitais, promovida em nome da acessibilidade ao medicamento, pode ser seguida usando a etiqueta "Farmácias nos Hospitais". Um bom exemplo de populismo, irresponsabilidade e incompetência deste Governo Sócrates.

Eu, interessado no negócio, quando me apercebi do "andamento" do concurso e dos concorrentes, nem sequer apresentei proposta! Como eu, muita gente que conhece o sector, que sabe fazer contas e que tem como princípio honrar compromissos. Não era difícil adivinhar que o caso ia dar raia.

Vem agora dizer o gabinete da Ministra Ana Jorge, no Expresso desta semana (não encontro o link): «Os candidatos que venceram os concursos não tinham noção dos encargos associados à exploração destes estabelecimentos».

Mas isto não é extraordinário? Se não conseguem cumprir os compromissos não deveriam fechar portas e dar lugar a outros que saibam mais de gestão e da profissão?
Que choldra!

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Peliteiro,   às  00:19
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quinta-feira, 17 de setembro de 2009

A acessibilidade ao medicamento (II) 

A saga da abertura de farmácias nos hospitais, promovida em nome da acessibilidade ao medicamento, pode ser seguida usando a etiqueta "Farmácias nos Hospitais". Um bom exemplo de populismo, irresponsabilidade e incompetência deste Governo Sócrates.

Eu, interessado no negócio, quando me apercebi do "andamento" do concurso e dos concorrentes, nem sequer apresentei proposta! Como eu, muita gente que conhece o sector, que sabe fazer contas e que tem como princípio honrar compromissos. Não era difícil adivinhar que o caso ia dar raia.

Pois bem, passados uns meses da abertura das ditas Farmácias, verificado que os doentes preferem as suas farmácias de sempre, o que fazem agora os inteligentes deste Governo? «O Governo decidiu ajustar a renda paga pelas farmácias inseridas nos hospitais, aproximando-a do seu ritmo de actividade comercial e limitando a possibilidade de estas estarem a pagar uma renda superior aos lucros que estão a retirar da venda de medicamentos». Lá vem o Estado-paizinho-protector emendar a asneira feita pelo cidadão-filhinho-pateta.

Só espero que este "ajuste" não se aplique aos contratos em curso (não o consegui confirmar na notícia), pois isso seria uma subversão inaceitável dos concursos realizados em prejuízo dos concorrentes eliminados. Seria uma fantástica vigarice. É de todo ilógico que tal aconteça - mas em Portugal, com este Governo e este Estado, não sei não...

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Peliteiro,   às  13:08
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terça-feira, 8 de setembro de 2009

Raramente me engano 

Neste Governo Sócrates não faltam exemplos de medidas tomadas a fingir, enganosas, apenas com intuitos populistas, de eficácia duvidosa verificável mesmo antes da sua entrada em vigor. No sector da Farmácia também não faltam exemplos do fazer que faz de Sócrates.
Um exemplo recente: Depois de anos de "estudos" e de discussões, promessas de poupanças imensas, avanços e recuos, legislou-se sobre a denominada Unidose - «Até agora nenhuma farmácia mostrou interesse em aderir à dispensa unitária de medicamentos». Nem uma pírula em unidose foi vendida até hoje!

Eu tinha-o previsto: «Quatro níveis de garantia de que nunca terá efeitos práticos: só a título experimental, só em Lisboa, só em farmácias aderentes, só com prescrição médica por DCI.


_______________________________________________________



Neste Governo Sócrates não faltam exemplos de más medidas, atabalhoadas, em cima do joelho, reveladoras da maior incompetência, de ignorância muitas vezes, em que se adivinha o insucesso, a asneira mesmo antes do início da sua implementação. No sector da Farmácia também não faltam exemplos do fazer mal feito de Sócrates.
Um exemplo recente: Depois de anos de "estudos", de discussões e de alterações legislativas, promessas de poupanças imensas, de melhorias extraordinárias na acessibilidade ao medicamento, de avanços e recuos, inauguraram-se as primeiras Farmácias instaladas nos Hospitais - «As farmácias nos hospitais estão a atravessar dificuldades, em resultado das condições que assumiram, ao contrário das previsões iniciais de que viriam a ser um grande negócio»

Eu tinha-o previsto: Em breve «haverá uma destas Farmácias de Hospital a denunciar o contrato ou a falir - aposto!»

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Peliteiro,   às  23:32
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sexta-feira, 31 de julho de 2009

Mofo ou máfia? 

Há quase um ano, por alturas da abertura da primeira Farmácia privada num Hospital, em Leiria, neste blogue publicamente apostei que, inevitavelmente, em breve «haverá uma destas Farmácias de Hospital a denunciar o contrato ou a falir».

«Concessionários estarão com dificuldades em pagar aos hospitais as comissões que lhes permitiram ganhar concursos.»
Era previsível. Só não o previu quem não sabe nada de Farmácias e medicamentos (ou seja, aqueles incompetentes todos, lá em Lisboa, do Ministério da Saúde e do Infarmed).

Mas mais grave que a incompetência é o lamentável "arranjinho" que se preparavam para engendrar. Uma verdadeira "panela":
«O Ministério da Saúde quis mudar várias regras dos concursos para as farmácias privadas concessionadas nos hospitais públicos, numa altura em que se aproxima a data de o primeiro estabelecimento deste tipo a abrir portas em Portugal ter de pagar uma comissão e uma renda avultada ao Hospital de Leiria.
Como é possível? Como é possível?

Acompanharemos atentamente o assunto.

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Peliteiro,   às  07:35
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terça-feira, 14 de abril de 2009

Política de mentira 

A inauguração da Farmácia do S.ª Maria é mais uma demonstração da política de mentira deste Governo. Para além de ter sido sucessiva e repetidamente anunciada é uma mentira porque:
a) Se realmente fosse intenção do Governo proporcionar maior acessibilidade ao medicamento para os doentes dos hospitais generalizava a abertura destes concursos e não se limitava apenas a seis deles.
b) Se realmente fosse intenção do Governo proporcionar maior acessibilidade ao medicamento para os doentes em geral, incluindo para os dos hospitais, permitia a abertura de novas farmácias em todo o território nacional, especialmente nas zonas mais carenciadas, coisa que este Governo não faz, já que em 4 anos de Governo não abriu nem uma única Farmácia!

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Peliteiro,   às  13:22
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terça-feira, 2 de setembro de 2008

Um parto difícil 

«Primeira farmácia privada em Hospital abriu em Leiria»



Não foram 9 meses como dizia Sócrates, foram 28 meses!!! E só o conseguiram num Hospital.
Deve ser difícil...


Nota 1: O mercado é mais rápido que o Estado. Esta Farmácia, por exemplo, vai pagar uma renda anual de 100 mil euros e ceder 30% da margem bruta ao Hospital onde se instalou. Antes de 28 meses haverá uma destas Farmácias de Hospital a denunciar o contrato ou a falir - aposto!

Nota 2: Ana Jorge, também tem jeito para partos difíceis, tinha prometido para Abril de 2008 a abertura de concursos (! sorteio em tômbola!) para 300 novas Farmácias... Também deve ser difícil...

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Peliteiro,   às  13:32
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segunda-feira, 18 de agosto de 2008

0,0000001% 

Num Agosto adormecido, pergunta a Deputada Teresa Caeiro - muito bem, como de costume - à Ministra da Saúde:

  1. Porque razão não está a ser cumprido o compromisso do Governo em relação às novas farmácias dos hospitais?
  2. Porque razão não estão já a ser dispensados medicamentos em unidose, conforme compromisso do Secretário de Estado da Saúde perante o Parlamento?

Não sei qual será a resposta da Senhora Ministra, mas sei qual a resposta certa:
Porque este Governo - não percebendo patavinas de medicamentos mas acicatado pelas animosidades e birras, populistas, de Correia de Campos e associados - resolveu usar os Farmacêuticos como bombo-da-festa e só fez asneiras. Neste caso concreto - e noutros, muitos - prometeu disparates sem cuidar de conhecer antecipadamente as suas consequências. Agora não sabem o que fazer, estão desnorteados, e a incompetência e a incúria é indisfarçável.
As Farmácias nos Hospitais resumir-se-ão a uma ou outra excepção e a Unidose ficará pelos 0,0000001%, ou menos, do consumo de medicamentos.
Por um lado ainda bem; por outro, com Governos assim, apetece-me emigrar.

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Peliteiro,   às  19:20
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