Páginas

domingo, 21 de outubro de 2012

30 dias, 3%

Há uns largos anos, quando trabalhava na distribuição farmacêutica, participei numa longa negociação com os fornecedores da indústria farmacêutica cujo objectivo era manter os tradicionais - mas desajustados como bem sabíamos - 3% de desconto financeiro para pagamentos a 30 dias. O poder negocial estava todo do lado deles e, inevitavelmente, embora tívessemos arrastado a situação o mais possível, perdemos o dito desconto.
Lembrei-me disto agora - é história - a propósito da situação actual.

22 comentários:

  1. Este comentário foi removido por um gestor do blogue.

    ResponderEliminar
  2. Diz o que quiseres , não tens é nenhuma credibilidade !

    ResponderEliminar
  3. Claro que não, os whistleblowers nunca têm nenhuma credibilidade. Se puderem até acabam com eles.

    ResponderEliminar
  4. "Farmacêutico",

    Nunca ouviste dizer que voz de burro não chega ao céu ?
    Chega de zurraria.

    Atanásio

    ResponderEliminar
  5. Só há uma saída para as farmácias: vender aos angolanos.

    ResponderEliminar
  6. Este comentário foi removido por um gestor do blogue.

    ResponderEliminar
  7. Está mesmo desesperado por atenção este tipo

    ResponderEliminar
  8. A industria funcionava assim:
    - Pagava a 30 dias, TINHA desconto de 3%.
    Em 2008, com a baixa das margens:
    -Pagava a 30 dias, tinha desconto ou não... dependia dos laboratorios;
    Agora:
    -Paga a 30 dias, fornecem; Não paga, cortam fornecimento.
    Simples, certo?

    ResponderEliminar
  9. Aqui é só comerciantes! Farmacêuticos vejo poucos...

    O que faz um farmacêutico em concreto numa farmácia? O mesmo praticamente que os técnicos, ajudantes, auxiliares... Tudo ao balcão que o que interessa é vender...

    Talvez por essa imagem, o governo queira lá saber das farmácias, para vender há muito quem queira e saiba, o que interessa é que seja barato, porque efectivamente as farmácias e todo o sistema ANF/OF nunca souberam valorizar, nem dignificar a profissão...

    Se a ANF/OF quer ganhar, o Estado quer poupar...

    ResponderEliminar
  10. Liberalização que eu quero abrir uma farmácia ao pé da minha mercearia. Se uns podem ter eu também posso.

    ResponderEliminar
  11. Um merceeiro, empregada doméstica ganha melhor que um farmacêutico funcionário hoje em dia pela usura do dono da farmácia principalmente...

    ResponderEliminar
  12. Liberalização que assim o negócio é para todos e não apenas para alguns... Todos os farmacêuticos deviam poder abrir as suas farmácias e não apenas alguns...

    ResponderEliminar
  13. Todos os farmacêuticos não, eles não são mais que os outros.

    Se eu posso ter a minha mercearia e todos podem ter uma, também todos podem ter uma farmácia.

    ResponderEliminar
  14. Eu quero um canal de tv e uma bomba de gasolina

    ResponderEliminar
  15. Licenças livres para grandes superfícies , 20 assinaturas para formar um partido político (sem corruptos) rádios locais também liberalizadas.quero tb 1 licença para uma operadora 4G ... Tudo , mas mesmo tudo liberalizado.

    ResponderEliminar
  16. Este comentário foi removido por um gestor do blogue.

    ResponderEliminar
  17. Comentários ofensivos vindos de anónimos são entendidos como cobardia e, consequentemente, eliminados.

    ResponderEliminar
  18. "A Máfia surgiu no sul da Itália na época medieval. Seus membros eram lavradores arrendatários de terras pertencentes a poderosos senhores feudais. Mas eles pretendiam dividir essas terras e, para isso, começaram a depredar o gado e as plantações. Quem quisesse evitar esse vandalismo deveria fazer um acordo com a máfia. Da Itália, a indústria da "proteção forçada" se espalhou para o mundo inteiro, em especial para os Estados Unidos."

    ResponderEliminar
  19. Ó Farmacêutico é mafioso ou mANFioso? LOl

    ResponderEliminar
  20. Peliteiro, sabe o que são denúncias anónimas, daquelas que se fazem na ACT e no INFARMED? Também são cobardes por denunciarem infracções? Sabe o que são represálias? Parece que não.

    ResponderEliminar
  21. Colega, no meu blogue não há lugar para comentários ofensivos anónimos. Quando os leio apago-os de imediato. São regras antigas...

    ResponderEliminar
  22. A filha do Inquilino de Belem, vendeu a farmácia dela, ali em Campolide, à filha do Monarca do Fetungo de Belas, um dos grandes proprietários de um Portugal falido.

    ResponderEliminar