<$BlogRSDUrl$> Impressões de um Boticário de Província
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Amanita muscaria

Impressões de um Boticário de Província

Desde 2003


sexta-feira, 21 de agosto de 2020

Outra vez?... 

 Durante alguns anos tive orgulho por ter contribuído, através deste blogue, para que os esgotos urbanos na Póvoa de Varzim não mais fossem lançados directamente no mar, num atentado ambiental e económico tremendo e paradoxal num município que se queria turístico e atractivo.

Infelizmente parece que o problema não ficou definitivamente resolvido e as praias da Póvoa ostentam agora não a bandeira azul, mas antes a vermelha, interditas.

É claro que hoje como antes o Presidente da Câmara está longe, outra vez de férias, salvo raras excepções toda a oposição se cala, cautelosa, a culpa é das marés e das correntes, do calor, do frio, da chuva, dos outros e as análises feitas pela Câmara em causa própria estão boas como revelam os seguintes relatórios:



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Peliteiro,   às  14:29
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Peliteiro,   às  07:00
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sábado, 11 de julho de 2020

Biossegurança 

A DGS, na orientação 15/2020 diz que no diagnóstico laboratorial de SARS-CoV-2 «O tratamento dos produtos biológicos e a inativação do RNA viral deve ser realizado em laboratório de biossegurança de nível 2 (BSL2)».
Como se diz agora, um enorme lol 😂😂.

Peliteiro,   às  12:54
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sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019

Greves modernas 

Tenho acompanhado com interesse esta mediática greve dos enfermeiros não pelas reivindicações concretas, mas por questões colaterais que levanta:

- O Governo Geringonça, supostamente de esquerda, é uma ameaça real aos direitos dos trabalhadores?
- Porque não fazem greve os enfermeiros do sector social ou privado?
- Deverá haver limitações à greve nos profissionais de saúde?
- Esta greve é a mais agressiva das greves contemporâneas? Porque está a ter tanto impacto?
- Numa sociedade moderna a greve não deveria ser já um arcaísmo?
- O modelo de financiamento colectivo e a comunicação em rede ditará o fim dos sindicatos tradicionais?
- Porque há agora tantas Ordens corporativas? Para que servem?
- Se ainda vigorassem o regime das 40 horas o SNS estaria tão vulnerável?
- Como seria tudo isto se fosse num Governo de Passos Coelho?

Peliteiro,   às  22:23
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terça-feira, 5 de fevereiro de 2019

Greve dos enfermeiros 

Não conheço bem as reivindicações dos enfermeiros; não consigo entender como uma sociedade moderna decide carreiras remuneratórias com base na capacidade de fazer greves, quanto mais agressivas mais eficazes; os enfermeiros são uma classe heterogénea, em formações e em funções, pelo que ganharem todos o mesmo me soa estranho.

No entanto, nisto tudo, o mais difícil de compreender, o mais inusitado, surpreendente, espantoso, incrível é o facto de um Governo composto por socialistas, comunistas e esquerdistórradicais querer impedir trabalhadores de exercer um legítimo direito.
Bom, talvez não. Afinal socialismo é mentira, interesses e subjugação do povo pela força. Socialismo é isto.

Peliteiro,   às  22:22
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domingo, 6 de janeiro de 2019

APJF 

Há 30 anos fui um dos fundadores da Associação portuguesa dos jovens farmacêuticos.
Os nossos objectivos passavam pela valorização do papel do farmacêutico enquanto profissional de saúde, muito pela integração plena de jovens licenciados nas carreiras profissionais nas farmácias, nos hospitais, nas análises clínicas, na indústria farmacêuticas e outras.
Os cursos eram muito bons, teoricamente robustos, os licenciados saíam muito bem preparados mas o exercício profissional era decepcionante. Acreditávamos conseguir prestigiar a profissão e contribuir decisivamente para um país melhor.
Nessa altura havia poucos farmacêuticos a trabalhar efectivamente, a propriedade de farmácia estava muito nas mãos de comerciantes, a abertura de novas farmácias era impossível, o balcão das farmácias era ocupado principalmente por profissionais sem qualquer formação e na direcção técnica das farmácias usava-se muito a Dra. dona de casa que "dava o nome" e que aparecia uma vez por mês para assinar uns papéis. Nos outros sectores de actividade o panorama era equivalente.

O mundo e o país entretanto mudaram muito e a situação actual da profissão não se pode dissociar disso, mas tenho a sensação que a minha geração não contribuiu nada ou quase nada para a melhoria do papel do farmacêutico na sociedade dos nossos dias, consequentemente, nem para as condições de trabalho, remuneratórias e para o prestígio e reconhecimento social.
Há muitos farmacêuticos, demasiados, com qualificações heterogéneas.
A propriedade de farmácia permanece, cada vez mais, nas mãos de comerciantes, agora com a cobertura da lei, continua a ser impossível abrir novas farmácias, os farmacêuticos ocuparam o balcão das farmácias e as direcções técnicas são presenciais mas a autonomia técnica e científica é limitada e as funções são pouco valorizadas como se pode verificar pelos ordenados miseráveis e a precariedade laboral; as carreiras da função Pública só recentemente foram criadas mas por enquanto nada de novo trouxeram à realidade do exercício; continua a não haver directores técnicos farmacêuticos em laboratórios hospitalares e os farmacêuticos são relegados para segundo plano; nos laboratórios de análises clínicas de ambulatório quase já não há farmacêuticos com menos de 50 anos; não há praticamente indústria farmacêutica e onde há produção vêem-se muitos outros profissionais a competir com lugares de topo na hierarquia.

Enfim, os objectivos iniciais da APJF eram ambiciosos mas se fizermos uma leitura fria e desapaixonada foram rotundamente falhados e as expectativas, a possibilidade de realização profissional plena de um farmacêutico em 2019 é ainda menor que em 1988.
Pela minha parte, pelo meu contributo para a evolução da profissão, e pelos medíocres resultados obtidos peço desculpa aos actuais jovens Colegas.


Peliteiro,   às  20:04
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terça-feira, 1 de janeiro de 2019

Reservas na casa dos Peliteiros 


Peliteiro,   às  17:12
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sexta-feira, 26 de outubro de 2018

Misericórdia da Póvoa de Varzim 

Como Irmão Honorário da Santa Casa da Misericórdia da Póvoa de Varzim (embora este título se deva unicamente ao reconhecimento do antigo Provedor Silva Pereira a uma actividade lobista que desenvolvi a favor dos doentes com paramiloidose) e, sobretudo, como cidadão só posso dizer sobre a reportagem do Sexta às 9:
"Tem de se apurar tudo, de alto a baixo, até ao fim, doa a quem doer; o que se exige neste caso é uma investigação total, integral, não deixando ninguém imune."


[De qualquer das maneiras, na reportagem da RTP o actual Provedor parece não ter a mínima sensibilidade e inteligência para gerir um instituição que presta cuidados a idosos e a doentes, não tem noções de segurança alimentar, ignora regras de higiene, de gestão do risco, de gestão da qualidade, de liderança e, enfim, de respeito pelos outros. Como é possível uma pessoa tão mal preparada gerir uma tão grande instituição.]

Peliteiro,   às  22:05
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quarta-feira, 23 de maio de 2018

Coimbra cristalizada 

Pela centésima nonagésima segunda vez tentei comprar uma camisola da Académica em Coimbra. Debalde. Coimbra já me dá uma certa irritação de tão parada e pendurada na pasmaceira do funcionalismo Público. Nem um vislumbre de dinamismo económico, de sentido de negócio, de procura de oportunidades.
Milhares de antigos estudantes a abarrotar de massa - não é o meu caso, mas enfim -, Juízes, Médicos, Farmacêuticos, Professores, Engenheiros, Advogados, Economistas e não há quem se dedique a ir-lhes aos bolsos, ao mercado da saudade e dos amores qu' eu lá tive? Nem umas camisolitas de algodão?!...

Peliteiro,   às  21:15
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sábado, 12 de maio de 2018

Sócrates e as farmácias 

Ainda falta descobrir quanto e de quem Sócrates e seus sequazes receberam para chafurdar no regime jurídico das farmácias, afundando a qualidade do serviço.

Peliteiro,   às  20:22
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quarta-feira, 25 de abril de 2018

Eleições no Varzim 

Quem quiser ver cenas com políticos locais, terrenos junto ao mar, dirigentes desportivos e um povo bovino é vir assistir às eleições do Varzim Sport Club.
Está lá tudo, à descarada. Só falta a polícia.

Peliteiro,   às  12:44
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terça-feira, 12 de dezembro de 2017

Pior Farmácia 

Governo mantém corte nas farmácias de serviço

Qualquer cidadão pode comparar os serviços farmacêuticos de que dispunha antes de Sócrates e Correia de Campos e agora. Dos medicamentos esgotados e do atendimento por catraios até à extinção da disponibilidade nocturna vai todo um processo de degradação do serviço às populações, sobretudo às que mais precisam. É triste.

Peliteiro,   às  21:53
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terça-feira, 3 de outubro de 2017

Obrigado Passos Coelho! 

Um grande Estadista, que nos conduziu num momento muito difícil, após uma bancarrota, reformando o país para desafios futuros. Demonstra agora, com grande dignidade, não estar apegado ao poder, nem estar na política para se servir mas para servir. Tenho a esperança que em breve voltará, salvador.

Peliteiro,   às  23:33
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sábado, 23 de setembro de 2017

Revanchismo! 

Só pode ser bullying político, plantarem-me uma mega-carantonha do inginheiro mesmo em frente à janela. Acordar e levar logo com este patego é revanchismo do pior!




PS: Tenho reparado nos slogans que os candidatos usam por esse país fora e é desolador a pobreza das mensagens com que querem convencer o povo a dar-lhes o poder. "Somos todos poveiros", diz por exemplo esta ave de rapina - e daí? O que queres dizer com isto? Os outros não são também?... És ridículo, só podes ser.

Peliteiro,   às  12:21
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quarta-feira, 31 de maio de 2017

Afinal, como se armazena um medicamento? 

Por mero acaso descobri há pouco tempo um dado curioso sobre uma questão supostamente básica: ao que parece ninguém sabe exactamente quais os limites máximos de temperatura e humidade relativa a que podem ser conservados os medicamentos nas farmácias e no circuito a montante do medicamento. O INFARMED obriga os directores técnicos a manter e a calibrar anualmente termohigrómetros e a analisar e justificar os desvios mas não diz, nem ninguém parece saber, de modo concreto e fundamentado em documentação oficial, quais são os limites aceitáveis. Desvios a quê, afinal?
Eu julgo saber, mas ando a tentar consolidar elementos o que não se tem revelado fácil (num grupo do facebook de farmacêuticos já me chamaram de tudo, o normal). Em breve exporei a minha convicção, mal tenha tempo ou novos factos.

Também julgo saber que se as regras fossem realmente para cumprir muitos estabelecimentos de saúde - indústria, armazenistas, transportadoras, farmácias, farmácias de hospitais públicos e privados, clínicas, etc., teriam que fazer avultadas obras ou mesmo encerrar. Um problema...

Peliteiro,   às  23:34
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terça-feira, 28 de março de 2017

Um Hospital em Agonia 

Em Portugal quando os investimentos correm bem há empreendedores de sucesso, quando correm mal há o Estado. Em Portugal não há economia livre, só economia "pendurada" no Estado.

Veja-se o caso do Hospital do Bom Fim: um empresário lembra-se de construir um Hospital, num projecto megalómano e imprevidente. O desastre era previsível. Um projecto encabeçado por um homem quase analfabeto, já algo obnubilado, com uma equipa de gestão do mais simplório que se possa imaginar, com a familória, amigalhaços e outros paus-mandados em cargos de "confiança", tem todos os ingredientes para o fracasso, sobretudo quando a concorrência, muito profissional, abunda nas proximidades. Sem nunca conseguir uma equipa médica âncora, uma equipa estável e motivada - nem sei se há um Director Clínico, o único que foi dado a conhecer está há longos meses no estrageiro, e a ERS sabe disso - qualquer clínica de bairro tem mais doentes que os pomposamente designados "Hospitais" do Bom Fim.

A estratégia de marketing tem oscilado entre obrigar os funcionários a estacionar os carros no parque que se vê da estrada - nunca na garagem! - para dar ideia de movimento e "facilitar" uma reportagem na televisão sobre um Hospital às moscas, entre insultar "rapazinhos" Deputados - «Barcelos dispõe da célebre "casa Amarela" lugar ideal para repouso daqueles cuja mente assoberbada com o famoso Faraó TutanKamon e o mistério por desvendar do pénis erecto...» -  e dar empregos a familiares de políticos.

A Câmara de Vila do Conde quer um Centro Hospitalar no Hospital do Bonfim. Mais ninguém concorda com tão dispendiosa decisão. Não se fala noutra coisa. Todos sabemos que não há dinheiro. Talvez a explicação para toda esta súbita efervescência, coincidente com o estertor do projecto privado, esteja no homem que verdadeiramente manda na política vila-condense, o velho Mário Almeida.

Em Portugal quando os investimentos não correm bem há sempre uma figura parda do regime disposta a trocar os favores do Estado.

Peliteiro,   às  22:54
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quinta-feira, 9 de março de 2017

Os media e as notícias sobre medicamentos 

Infarmed:

"Os inibidores da bomba de protões são medicamentos. Como todos os medicamentos têm riscos e benefícios mas existem alternativas" mais coisa menos coisa.

TVI (e não só, provavelmente):

"O Omeprazol causa fracturas ósseas."


"Mas existem alternativas. Olhe para elas!"

Utentes ao balcão da farmácia:

"Ontem disse na televisão que o Kompensan-S faz mal"

Farmacêuticos em simultâneo por todo o país:



Azrael,   às  11:16
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quinta-feira, 2 de março de 2017

Autodiagnóstico 

A resistência aos antimicrobianos é uma das principais preocupações das autoridades de saúde em todo o mundo. São constantes os apelos aos profissionais de saúde e às populações para o uso responsável da antibioterapia, sempre por prescrição médica. Do mesmo modo é repetido insistentemente que os antibióticos não são eficazes compra gripes e constipações.

No entanto, o que parece consensual é posto agora em causa: «Identificar se a causa do seu estado gripal é viral ou bacteriana – simplesmente com base nos sintomas – é difícil», qualquer um «pode verificar de forma rápida e segura se a sua infeção é de origem bacteriana e se o uso de antibióticos está indicado».

Também não importa a veracidade, a exactidão, a precisão da medição, incluindo a repetibilidade, a incerteza de medição, a especificidade analítica, incluindo interferentes, a sensibilidade analítica, o limite de detecção e o limite de quantificação, o intervalo de medição, a especificidade e a sensibilidade do diagnóstico..., o preço, enfim, pormenores, não importa se o doente tem gripe, pneumonia ou artrite reumatóide. Se a Proteína C reactiva é aqui alta é de certeza uma "gripe bacteriana" e é preciso "antibióticos".

É um maravilhoso mundo novo. Num próximo lançamento alguém inventará um antibiograma em teste rápido permitindo a qualquer um escolher o fármaco mais adequado.


_____________________
PS: Se um casal não conseguir ter filhos e a causa «residir no homem, uma quantidade de espermatozoides abaixo da média no esperma, pode ser o motivo». Bem-aventurados os simples... O que dirá disto o Conselho nacional de procriação medicamente assistido?

Peliteiro,   às  22:57
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quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

O que é um Hospital? 

Vindo um cidadão numa qualquer estrada e acontecendo um acidente ou doença súbita graves é natural que siga as primeiras sinalizações indicando "Hospital".
E é também natural que a essas indicações correspondam a estabelecimentos de saúde com urgências organizadas e permanentes, com equipa médica multidisciplinar experiente - cardiologistas, ortopedistas, anestesistas, internistas, etc. -, meios de emergência - transfusões, análises clínicas, imagiologia, desfibrilhadores, salas de cirurgia operacionais, etc. - e infraestruturas adequadas.
Nunca poderá acontecer num país civilizado, por exemplo, chegar a um casebre assombrado com um médico indiferenciado sonolento após intermináveis turnos, um enfermeiro recém-formada ganhando 2€ por hora, sem presença de radiologia, sem sangue, sem análises...


Que critérios usam as "Estradas de Portugal", as concessionárias das auto-estradas para a aposição deste tipo de informações críticas, em que medida intervém as autoridades de saúde?

Se considera que este é um tema importante para a saúde e segurança das populações questione os responsáveis, por exemplo aqui, aqui ou aqui.

Peliteiro,   às  13:39
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quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Leis à medida 

Está em curso uma revisão da legislação do manual de boas práticas de laboratório de análises clínicas.

A principal pretensão de alguns dos proprietários de laboratórios, muitos deles sociedades multinacionais, experientes em lobbying, é a de abolir a exigência, ou pelo menos reduzir em muito, o número de Especialistas, Farmacêuticos ou Médicos, responsáveis por postos de colheita.
Isso diminui significativa e evidentemente a qualidade dos serviços prestados à população, aos doentes, e aumenta ainda mais, por outro lado, o desemprego entre esses Especialistas.

No limite será possível, nada impedirá, que exista um só laboratório, com infinitos postos de colheita, e um só Especialista, o Director Técnico, a fazer as análises para todo o Portugal Continental e Ilhas!

O Colégio da Especialidade em Análises Clínicas da Ordem dos Farmacêuticos será ouvido pelo legislador e está a proceder à recolha pública de contributos entre os colegas.


Não deixe de expressar a sua opinião através de colegios.especialidade@ordemfarmaceuticos.pt

Peliteiro,   às  14:40
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