Com a sangria de farmácias transferidas de desertificadas aldeias para localizações urbanas - abandonando as populações mais carenciadas e desprotegidas - e com a ruptura generalizada de stocks de medicamentos em algumas farmácias - por dificuldades financeiras ou por falta de concorrência e ganância - impunham-se alterações relevantes à legislação de abertura de novas farmácias. De um Governo neo- ultra- hiper- mega- liberal, num cenário de necessidade de estímulo à economia, esperava-se uma legislação radicalmente favorecedora da dinâmica de abertura de novos negócios.
Ironias à parte, a legislação publicada hoje não traz nada de novo ao processo de abertura de novas farmácias (não abrem desde 2004!). Nem se percebe bem porque foi publicada esta Portaria, no essencial uma cópia daquela redigida por Correia de Campos.
Volta Correia de Campos, que estás perdoado .
ResponderEliminarAinda deixaram o método do sorteio por mecanismo eletrcomecânico. Mas nada dizem sobre a disponibilidade da marisa cruz para dar à tômbola.
ResponderEliminarAndamos a brincar aos legisladores... mas de um governo de pantomineiros, já nada mais se pode esperar.
Ridículo. Baixam o preço mas abrir concursos nada. E liberalização nem vê-la...
ResponderEliminarPois é uma pena mesmo.
ResponderEliminarQuem vai ao congresso da mOrdem?
ResponderEliminarLá estarei. E falarei...
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