Interessante a iniciativa da Ordem dos Farmacêuticos em publicar
estas normas de orientação terapêutica, com credibilidade científica. Nos tempos que correm tudo que possa contribuir para diminuir despesa sem prejudicar os doentes é muito importante.
Tarde piaste!
ResponderEliminarHá 40 anos que estudo a orientacão terapêutica dia a dia nos livros e ao blacão.
A ordem é um placebo caro e desatento. Votei nalgumas das direcções mas sabia o que esperar.
Está virada para os ilustres colegas de Lisboa Porto e Coimbra (O resto é paisagem...)
Felizmente fui para a reforma ciente do meu esforço continuo de actualização, reconhecido pelos utentes e médicos da minha freguesia.(de que tenho modesto orgulho)
O novo Farm. excelente pessoa,ou aprende a estudar isolado ou não tem futuro !(as confraternizações com jantares e actualizacões com acepipes são para esqueçer)
(A ordem não quer saber dos desterrados que não se podem deslocar)
-O velho da espátula-
Este tipo de iniciativas são sempre de aplaudir apesar de, na minha opinião, ficarem um pouco aquém por não incluir avaliações económicas entre as várias alternativas, por exemplo custo mensal da terapeutica com AAS e com Clopidogrel. Seria uma medida interessante para consciencializar os clinicos sobre a importância deste tema. Mas claro, o bastonete dos médicos já veio mandar as suas postas de pescada, atacando precisamente o facto destas normas pouco acrescentarem à prática médica diária.
ResponderEliminarAfinal tenho que lhe dar razão sobre a carga policial...
ResponderEliminarA Polícia "concluiu" que a "sua" actuação foi adequada!
Um abraço.
À sua atenção:
ResponderEliminarhttp://aventar.eu/2012/04/12/ex-ministro-da-defesa-da-grecia-detido-por-corrupcao-nos-submarinos/
E desta falaremos daqui por uns 3 anos:
http://aventar.eu/2012/04/11/encerramento-da-mac-crime-do-governo/
Não admira que o BOM diga o que diga quando os farmacêuticos estão mais interessados nisto:
ResponderEliminarPrecisa-se Estéticista para Trabalhar em Gabinete de Farmácia
Ver Oferta de Emprego: http://www.net-empregos.com/1444041/precisa-se-esteticista-para-trabalhar-em-gabinete-de-farmacia/#ixzz1rwlDlVyT
www.net-empregos.com - O maior site português de ofertas de emprego
As farmácias de cabeça perdida para se manterem à tona de água tomam atitudes disparatadas e contraproducentes.
ResponderEliminarEstamos em areias movediças: espernear à toa é caminho certo para o desastre.
E infelizmente, os burros prejudicam os atilados.
Não sei se já lerem: "Ordem dos Médicos emite comunicado sobre Normas de Orientação Terapêutica (NOT) da Ordem dos Farmacêuticos"
ResponderEliminarhttp://www.jasfarma.pt/noticia.php?id=6142&utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+NotciasJasfarma+%28Not%C3%ADcias+JASFarma%29
Já li e acho que os médicos têm razão em alguns pontos, apesar do estilo baixo e ordinário do comunicado, a que os dois últimos bastonários da OM já habituaram o público.
ResponderEliminarOs farmacêuticos NÃO conhecem os doentes, os farmacêuticos NÃO têm preparação no âmbito da patologia comparável à dos médicos e, acima de tudo, os farmacêuticos, em Portugal, não têm experiência clínica! E convenhamos que para elaborar normas de orientação terapêutica convém que o saber de quem as elabora vá além do saber bibliográfico.
Lamentavelmente a Ordem dos Farmacêuticos deu mais um tiro no pé, auto-humilhou-se e é alvo de chacota entre os profissionais de saúde.
No fundo temos o que merecemos... Veja-se o anúncio de emprego que encontrei: quando já há ESTETICISTAS nas farmácias.
Deplorável.
E qual a razão dos seus comentários terem sempre o mesmo estilo e conteúdo?
ResponderEliminarColega estagiário, não consegues escrever algo diferente, com crítica positiva dando ideias em vez de mandar quase tudo abaixo. Podias mandar a Marisa a baixo para te fazer mais feliz.
Os médicos conhecem os doentes, mas alguns só os vêm 2, 3 vezes ao ano, ao passo que os farmacêuticos contactam com os doentes 1 vez por mês. À que aproveitar esse contacto ao invés de os doentes serem quase sempre encaminhados para os Deuses médicos.
Mas concordo que no conhecimento da patologia é onde está a grande mais valia dos médicos.
O comunicado da OM era o que se seria de esperar. Não tenho grandes esperanças que esses pseudo-iluminados alguma dia desçam do pedestal. Mas também enquanto isso não acontecer, cabe a todos os restantes profissionais de saúde apontar a arrogância e falta de qualificações para trabalho em equipa da maioria dos médicos como um dos maiores entraves à boa gestão da doença e do sistema de saúde.
ResponderEliminarWho Cares,
ResponderEliminarPorque é que a OF não se retira desta cruzada - que é nada mais do que fazer o joguinho dos donos de farmácia e da ANF quanto o que mais convém às farmácias os médicos prescreverem - e se preocupa com os reais problemas que assolam os Farmacêuticos? Por exemplo, o desemprego, os farmacêuticos que esperam mais de dois meses por um primeiro emprego, os salários muito abaixo do CCT, ao nível de ajudantes e técnicos, os farmacêuticos que são empregados ao abrigo de estágios profissionais? Ou, então, com a proliferação de esteticistas nas farmácias entre outros "serviços" cada vez mais mirabolantes? Se assim fizesse, a Ordem tinha poupado os farmacêuticos ao vexame e tinha, pelo menos uma vez, defendido os interesses da classe por inteiro, e não apenas os interesses económicos e comerciais dos donos de farmácia.
A ordem está a defender os interesses económicos e comerciais dos Donos das farmácias ? ?
ResponderEliminarDeve ser para rir ó Estajiário.
O joguinho, como voçê diz, da OF e de ANF foi e é o jogo da cabra cega!. Prejudica sem olhar a quem.
E quando lhes sai alguma coisa com mérito desconfio que foi por acaso.
Mas açima de tudo lembro-lhe que a Ordem é eleita democráticamente por TODOS os farmacêuticos.
Se acha mal, concorra a eleições e convença os pares da justeza das suas razões.
Se se esforçar e crescer, talvez leve o meu voto.
Caro Estagiário,
ResponderEliminarA OF faz bem em estar nesta cruzada. Só é pena que esteja constantemente a dar tiros nos pés, fruto de lideranças pouco visionárias. Estas NOTs são apenas mais um caso num longo historial de ideação suicida. Veja-se o que aconteceu com a especialidade de Farmácia Comunitária: uma boa ideia, muito mal executada - bastava entregar umas fotocópias dos certificados e outros quejandos e já se era especialista. Não se soube credibilizar o trabalho de quem se dedicou à nova filosofia da prática de farmácia, perdendo uma óptima oportunidade para começar a credibilizar o farmacêutico como verdadeiro profissional de saúde em vez de comerciante de saúde. A Ordem assim não quis, se calhar pelas guerras internas que havia na altura, a que a ANF também não é alheia.
No meio disto tudo, concordo que nesta altura há outros problemas para resolver, sobretudo para os farmacêuticos assalariados. Já há despedimentos, e novas contratações nem vê-las e as que há é pela miséria que se conhece. Mas aí infelizmente a Ordem não fará nada porque, como disse uma vez o gabinete jurídico a uma colega, não pode resolver conflitos laborais entre colegas.
Já a proliferação de esteticistas, dietistas, podologistas e afins penso que é apenas o mercado a funcionar. Eu tendo a pensar a farmácia do futuro como uma unidade multidisciplinar, pelo que estas parcerias não me chocam.Infelizmente, o mercado funciona mal porque não há concorrência... se houvesse, se veria então quais as farmácias que teriam maior procura, se as "verdadeiras farmácias" ou estas mais multidisciplinares.
O problema é que a organização - física, hierárquica, etc. - das farmácias em Portugal não está feita de modo a que o farmacêutico se diferencie dos demais - mais, se destaque dos demais. Esteticistas, dietistas, podologistas e afins começam a popular as farmácias; ao balcão, populam técnicos e "ajudantes" de farmácia - já o farmacêutico, no meio desta salganhada toda, é cada vez mais imperceptível, com funções pouco definidas - sobretudo aos olhos do público - ao invés de ser olhado como "o" profissional de saúde, "o" profissional de farmácia. Este modelo de farmácia em Portugal não é carne nem é peixe - é uma autêntica aberração!
ResponderEliminarA Ordem nada fará em relação aos jovens farmacêuticos porque na sua estrutura - direcção e secções regionais - os que são donos de farmácia têm um peso elevadíssimo. O que é que impede a Ordem de criticar a contratação de farmacêuticos via estágios profissionais, por exemplo, e apelar aos seus associados empregadores para que não o façam? Já ouvi a Ordem dos Médicos e outras pronunciarem-se sobre matérias semelhantes relativas aos seus associados - como por exemplo os cortes nos salários. E ce ao gabinete jurídico da Ordem não compete resolver conflitos laborais em que os seus associados estejam envolvidos, então para que serve? Sendo assim é melhor não pedirem quotas nem jóia de 300 euros.
"Autêntica aberração" é a recorrente ladaínha da trêta deste eterno "Estagiário", que pelo tempo que por aqui aparece a mandar bitaites, tem pelo menos uma dúzia deles (estágios).
ResponderEliminarTão grande competência e sabedoria imensa que é uma pena estar a ser esbanjadas!!!
Imploramos-lhe, compre uma farmácia (elas vendem-se baratas, se preciso for até fazemos uma colecta para ajudar) e passe ràpidamente à prática, com a sua FARMÀCIA MODELO COMO DEVE SER.
Estaremos cá para ver e para aprender...
E a este anónimo deve servir-lhe bem a carapuça. Pois se serve, mude de área, e monte uma mercearia.
ResponderEliminar"...compre uma farmácia (elas vendem-se baratas, se preciso for até fazemos uma colecta para ajudar."
ResponderEliminarSe barata é no minimo 1 milhão de euros, dá para perceber a diferença de poder de compra de quem já está instalado e também é "investidor" e daqueles que não têm essa oportunidade. Falar de altas é fácil, trabalhar é que não é para todos.
Já agora, a colecta é válida para todos? É que também podiam fazer o favor de m'auxiliar...
Sinceramente começo a achar que seria mais benéfico para o comum farmacêutico um modelo à UK. Farmácias em todo o lado, que parecem supermercados, mas onde o farmacêutico apenas faz aquilo que deve, trabalhar com os medicamentos! Toda a gente sabe quem é o farmacêutico e o seu real valor. Os médicos respeitam-no e a população também. E com o aumento da oferta o salário do farmacêutico ainda continua a ser inicialmente de 30.000libras ao ano! Além de que as grandes cadeias querem sempre farmacêuticos experientes para fazer a correcta gestão.
ResponderEliminarInfelizmente com as notícias que todos os dias aparecem de falcatruas nas farmácias as pessoas estão a começar a perder a confiança. A isto também não ajuda quando vêem as farmácias com robôs XPTO e os donos com carros e casas e barcos e que depois se vêm queixar da crise (e quem paga são os funcionários, que eles têm um status a manter).
Em relação à OF, enfim! Uma tristeza! O bastonário já foi meu professor em inúmeras cadeiras e sempre o tive em melhor conta.
Quando, pelo menos, vai aconselhar uma diminuição das vagas para CF? Quando, pelo menos, vai tecer uma opinião contra o nojo da formação de auxiliares da ANF?
Quando, pelo menos, vai lamentar a diminuição de salários, horas extra dignas de escravatura e o facto de um farmacêutico que tenha saído em 2011 ainda não tenha emprego ou então tenha um fantástico estágio profissional por 600€?
E quando é que os colegas farmacêuticos mais experientes (proprietários ou não) vão mostrar solidariedade em vez de um olhar condescendente e um "pois, agora já não há emprego!" ou "é melhor é sair deste país".
Enfim! Ainda sou sócia da OF mas vou deixar de sê-lo já que não preciso dela para a minha actividade profissional.
Qual colecta qual quê ?
ResponderEliminarProfissional a sério, ciente do seu valor não precisa nem aceita esmolas, coisa nenhuma.
Para competências deste quilate, um milhão de € são trocos e a banca, que é tudo boa gente, sendo para farmácias, empresta sempre.
Depois é só arrecadar os milhões que entram, portas a dentro, que dá e sobra para Ferraris, Lamborghinis, casas, iates...como o outro, tal e qual.
Só um pequeno pormenor; é preciso pagar aos fornecedores, aos colaboradores, ao Fisco, à S. Social, o arrendamento, a electridade, etc, etc...
E, se no final, ficarem dois ou três por cento limpos, nos tempos que correm, já é muito bom.
Em casa que não há pão, todos ralham e ninguém tem razão.
ResponderEliminarAcho que populam aqui demasiadas ideias negativas, fruto da época, é normal, mas as frutas podres contaminam as adjacentes.
Eu conheço por dentro várias farmácias e sei que muitas estão a passar dificuldades. E quando digo muitas são umas 1000.
Há farmácias a despedir e praticamente nenhuma a contratar.
Infelizmente a matemática é assim, com quebras de 10-20% e ainda sem previsão de crescimento à vista, quando os gastos com pessoal são à volta de 70% dos custos de uma farmácia, como é vocês cortariam os gastos?
Vão cortar a luz, o ar condicionado, talvez o farmalink, os consumíveis?
Existem várias farmácias tecnicamente falidas e que estão à venda. Esperemos que tenham melhor seguimento.
Mas quando mesmo as farmácias bem geridas passam por dificuldades, dificilmente se cria emprego na área. A isto junta-se a indústria e percebemos porque à falta de oferta de emprego na área.
É a conjuntura, com certeza que não são só colegas farmacêuticos que passam dificuldades.
Há que procurar cada oportunidade e agarrá-la bem.
"Infelizmente a matemática é assim, com quebras de 10-20% e ainda sem previsão de crescimento à vista, quando os gastos com pessoal são à volta de 70% dos custos de uma farmácia, como é vocês cortariam os gastos?"
ResponderEliminar____
Who Cares, pesquise e vai encontrar farmácias a pedir coisas como "esteticistas", "podologistas", "profissionais de dermocosmética", "nutricionistas", "técnicos" e tudo e mais alguma coisa MENOS farmacêuticos... Como explica?
Concordo com Who Cares.
ResponderEliminarO presente é mau e o futuro incerto.
Ao estagiário direi: o verbo é pulular e não popular: Conhecimentos colada com cuspo...
Mas a situação em que as farmácias estão não é exclusividade da crise. O problema é que começaram com guerrinhas e cartões de desconto (afinal parece que o continente já chegou às farmácias), abertas até altas horas sem que haja clientes só porque a do lado fez o mesmo, pediram empréstimos só para terem o robô mais bonito, com obras megalómanas.... e não investiram NADA no acto farmacêutico.
ResponderEliminarE aí também têm muita culpa os farmacêuticos experientes que sempre quiseram um trabalhinho com horário decente (na altura ainda tinham) a ganhar bem e nunca se deram ao trabalho de lutar pelo acto farmacêutico. Aliás, quanto menos os chateassem melhor! Agora com toda esta conjuntura, lembra-se tudo que afinal o acto devia ser pago.
Paga-se caro a falta de dinamismo e o "deixa andar que até tenho uma vida confortável... sou um vendedor de medicamentos e não sou respeitado pelos restantes profissionais de saúde mas não há problema".
Se tivesse havido outro tipo de atitude e reivindicação, se calhar podíamos ter um farmacêutico nos cuidados de saúde primários ou com mais responsabilidades clínicas tanto na farmácia como nos hospitais (em vez de sermos uns auxiliaresitos que não têm voto na matéria, salvo excepções).
Agora, bem, é tarde demais.
Sim,tardíssimo.
ResponderEliminarO mal está feito.
E a culpa foi dos farmacêuticos em geral!
E do ensino!
E da evolução maravilhosa e necessária do medicamento!
Longe vai o tempo dos manipulados. O farmacêutico perdeu a autoridade desse tempo e não soube ganhar outra.Infelizmente. Mas podia! E teve culpa, e desleixou-se e morreu!
E agora batatas!
-O velho da espátula-
Estagiário chama-se diversificar a oferta aos clientes.
ResponderEliminarMesmo assim são casos pontuais, não a regra.
São farmácias que vendo o seu mercado a cair, tentam arranjar outros mercados. Se é certo ou errado, não me apetece fazer juízos. Se vai resultar ou não, também é outra história.
Quanto ao futuro, basta pesquisarem e vêm que crises como esta duram mais ou menos 4 anos.
Eu acho que para o ano vai bater no fundo e depois vai lentamente melhorar.
Eu não partilho a vossa opinião. Esta é uma crise económica, falta guito e o nosso sector foi particularmente afectado, como foram outros, não é uma crise de farmacêuticos.
As alterações que não se fizeram ou que se poderão fazer continuam ao alcance de todos os farmacêuticos. Apenas nestes próximos 3 anos serão mais difíceis de realizar.
Caro Who Cares,
ResponderEliminarFelicito-o pela qualidade deste seu comentário, pleno de perspicácia e lucidez.
E, tambem, moderação.
Concordo que ainda não batemos no fundo. Os próximos tempos não serão fáceis, quem andou a "brincar às farmácias" vai passar um mau bocado...
E não só nas farmácias.
Se vai bater mais no fundo para onde vão os farmacêuticos que se estão a formar agora? Se já está péssimo, então como será pior do que já está? Miserável? Não me parece que os donos de farmácia estejam muito preocupados com isso... Quantos mais houver, a mais miséria e precariedade se sujeitarão. Com o que os donos de farmácia se preocupam mesmo é com o seu bolso e com as dívidas que contraíram - não devendo - na época das vacas gordas. Mas por um lado pode haver algo positivo nisto tudo, nem que seja um Sindicato a sério que faça o que a Ordem não faz na defesa da esmagadora maioria dos farmacêuticos, preocupando-se apenas com a oligarquia das farmácias.
ResponderEliminarAgora sim, revelou o que é, Estagiário: um verdadeiro sindicalista!
ResponderEliminarO seu discurso é muito a preto a branco e, como mais tarde irá perceber, há muita coisa pelo meio.
Nem todos os proprietários são uns exploradores da classe operária e nem todos os farmacêuticos assalariados são uns profissionais exemplares que apenas têm a ética no pensamento.
Está irritado porque percebeu que, ao contrário do que lhe prometeram quando foi estudar, agora que acabou o curso, está difícil para arranjar emprego. Tem razão para estar zangado!
Muitos proprietários, compraram as suas farmácias e fizeram os seus investimentos e as suas contratações com base num mercado que evoluía de uma determinada maneira. Tudo isso acabou e, também estes têm razão para estar zangados!
Em casa onde não há pão, todos ralham e ninguém tem razão.
Mas deixo-lhe um conselho: tenha sempre à mão um Rennie, um Gaviscon ou um Kompensan.... É que a acidez que deita nos seus textos, corrói a razão que possa ter.
O sindicato nunca será forte enquanto for obrigatorio pagar mais de 200 euros para uma outra instituição que, supostamente, deveria defender os farmacêuticos, mas que entretanto se esqueceu desse dever. É que por muito boa vontade que haja, pagar duas quotas para duas instituições que se sobrepõem nas suas competências é demais. Em tempo de crise então, só mesmo se for de borla.
ResponderEliminarQuanto ao ácido, continue a vertê-lo. Só assim o calcário existente em algumas mentes desaparecerá.