E se em 74?… Não tem havido revolução ou esta tivesse sido dominada?
Sem 25 de Abril, o mundo não evoluiria de forma muito diferente. A guerra colonial teria de ter uma solução política, sob pena de o país acentuar a sua situação de pária à escala internacional. A então CEE e os gringos derrotados no Vietname, mas a não quererem perder a África Austral para a órbita soviética, constituiriam o isco e a pressão à negociação política. Uma evolução política à espanhola seria incontornável.
Evitaríamos Vasco Gonçalves e as suas ruinosas nacionalizações; as imbecilidades de Otelo e de toda a restante tropa fandanga; o socialismo na Constituição e o Estado Social criado por decreto; o endividamento galopante e, quiçá, os resgates pelo FMI.
A alternativa ao 25 de Abril seria essa, não a perpetuação do regime. E hoje estaríamos indiscutivelmente melhor, sem ter de aturar estes patéticos rituais beatíficos das comemorações. E afinal para comemorar o quê???
Comemora-se o derrube de um ragime bafiento e que não cedia em encontrar uma solução política para as colónias e insistia cegamente na opção militar. Se não houvesse derrube por parte da própria estrutura militar portuguesa, ninguém garante que o desfecho fosse esse que para aí lamuria porque o regime faria finca-pé até ser arrancado à força, quer pelos portugueses ou por forças externas!
Comemora-se o derrube de um ragime bafiento e que não cedia em encontrar uma solução política para as colónias e insistia cegamente na opção militar. Se não houvesse derrube por parte da própria estrutura militar portuguesa, ninguém garante que o desfecho fosse esse que para aí lamuria porque o regime faria finca-pé até ser arrancado à força, quer pelos portugueses ou por forças externas, sua besta fascista! Uma verdadeira REVOLUÇÃO deveria ter sido à lei da bala e todos os que no regime colaboravam e que faziam parte da estrutura corporativa opressora sumariamente executados. Sim, porque esses foragidos chupistas voltaram logo depois do seu exílio no Brasil para continuarem a explorar impediosamente o povo… Até hoje!
Ao Anónimo aí de cima que "comemora o fim de um regime bafiento", etc, etc...
Aos "foragidos chupistas" juntou-se a pandilha das associações de malfeitores a que chamam "partidos políticos" mais toda a parasitagem que rapina à sua volta, boys, girls, autarcas autocratas, "gestores" públicos, nacionais, regionais e municipais e outros campeões da corrupção e da roubalheira, tudo gente pequena, meros serventuários de quem, de facto, manda, os usurários e agiotas caseiros e da estranja. ..."para continuarem a explorar impiedosamente o povo... Até hoje !" Pois é, mas hoje muitíssimo mais que ontem...
Há uns desgraçados blasfemos cuja as opiniões temos de respeitar, apesar de discordar. È deixá-los falar, porque felizmente hoje podem-no fazer ao passo que a 24 de Abril de 74 tinham de falar sozinhos. Que aproveitem bem a liberdade de pensar que nos foi concedida em vez de andarem ressabiados a terem sonhos húmidos com os ontens em que cantavam a bela canção da mocidade.
Discutir o 25 de Abril nesta altura é um pouco como discutir a restauração da independência. Seria melhor se fossemos todos Espanhóis? Sem 25 de Abril teríamos uma transição pacífica como a de Espanha e estaríamos melhores? Agora não interessam muito estas perguntas. Interessa é olhar para a frente com o que temos e no estado em que estamos e criar um futuro melhor.
Há quem defenda que na génese do 25A esteve o descontentamento dos oficiais milicianos com a guerra ultramarina - nº de comissões, condição militar, etc... - muito mais do que quaisquer preocupações de ordem política ou ideológica. Oportunisticamente os partidos e o PREC "apropriaram-se" do golpe militar e forneceram-lhe a carga "genético-ideológica". Esta teoria, vale o que vale mas dá que pensar...
Na Verdade, as consequencias negativas do 25 Abril foram de tal modo gravosas para a sociedade que há quem questione se valeu a pena. Não pertenço a esse grupo de pessoas, mas comprendo-as. Prefiro sempre viver em liberdade, ainda que mais pobre. Não tenho dúvidas que estariamos, sem revolução, mas com uma transição pacifica para a liberdade, como pretendiam Sá Carneiro, Rebelo de Sousa(pai do Marcelo) e Adriano Moreira, da Ala Liberal do Regime, hoje muito mais ricos(temos hoje um PIB, descontando a Inflação, identico a 1973, se não inferior). O periodo pos 25 de Abril, até 25 de Novembro, foi de destruição maciça do aparelho produtivo, com nacionalizações e greves diárias e consequente venda de Ouro deixado pelo anterior regime. Entrámos por 3 vezes em bancarrota(79,83 e 2011). Em termos economicos e financeiros foi um desastre. Resta-nos a Liberdade de podermos dar a volta, o que é o mais importante. OBS: Temos ainda uma constituição pró-comunista(que não se pode referendar, por que será?) e temos um conjunto de parasitas, com Mario Soares à cabeça, que não se importariam nada que isto virasse comunismo, pois o seu dinheirismo deve estar todo fora do País. O unico homem de estado verdadeiramente patriota, que esteve ligado ao 25 de Abril mas também no 25 de Novembro, é Ramalho Eanes. A maior parte dos militares que estiveram envolvidos no 25 de Abril, pretendiam ficar a mandar no País e transformá-lo numa Cuba à Europeia. Há dúvidas sobre isto? O Otelo é a figura mais conhecida do MFA. Grande democrata, este senhor.
Desculpe lá Pirate mas não sabe o que diz. Na génese do 25A esteve o descontentamento dos oficiais do quadro com a promoção dos milicianos. Mas cedo o descontentamento tomou uma carga ideológica que visava a restauração da democracia em Portugal. Leia se faz favor o programa do MFA, que até está disponível do arquivo histórico no site do Governo da República. Portanto, foi mais do que um mero golpe militar...
A destruição maciça do aparelho produtivo não ocorreu num ano, sr. Carlos F. Um dos principais responsáveis pela destruição do nosso aparelho produtivo está hoje sentado na cadeira de presidente da républica. Foram muito pior os 10 anos de cavaquismo para o aparelho produtivo, basta ver o que aconteceu às pescas, agricultura, metalurgia, etc. Atirar as culpas para outros não é bonito, e só mostra mais ressabiamento.
A destruição do aparelho produtivo deve-se a Cavaco Silva, é verdade. Mas tambem se deve ao PREC, a Soares, Guterres, Durão, Santana, e, sobretudo a essa desgraça chamada José Sócrates. E estes que lá estão tambem não prestam, tal como os que os antecederam, tudo gente que nunca fez nenhum, tiraram o canudo nas Jotas, verdadeiras escolas da intriga, da traição e das facadas nas costas uns dos outros, em constante luta pelos tachos, que é a única coisa que os move. O sistema actual está mais que podre. Deveríamos ser governados pelos melhores de nós. Como lá chegar ? Francamente, não sei. GreenMan afirma que "a destruição maciça do aparelho produtivo não ocorreu num ano"... Afinal, havia "aparelho produtivo", que vinha do antigamente, só podia. E, eu que pensava que antes do 25/04 não havia nada, era a escuridãoi total, andávamos todos a quatro... Ele há cada patusco...
O aparelho produtivo vinha do antigamente, pois claro. A geração espontânea há muito que está provado não existir. O problema sempre foi a atitude feudal de quem controlava esse aparelho, que levou à inevitável revolução. Quanto aos homuncúlos das jotas, isso sim, em Portugal temos verdadeiros case-studies. Mas aí os únicos culpados são os portugueses que em 30 anos votaram sempre nos mesmos jotinhas, caciques, e aventais que nos arrastaram para esta situação.
O vírus da opacidade mina a estrutura macroeconómica e os alicerces da própria democracia. a supervisão é ineficaz, as assembleias municipais não podem fiscalizar os executivos a própria AR é uma caixa de ressoancia do poder executivo, enfim, veio a «troika» e ficamos a saber coisas da Madeira, dos municípios, das empresas municipais, das parcerias publico-privadas... enfim, vamos ser tutelados do exterior por causa da ineficácia das tutelas internas. E o regime caminha a passos largos para os «passos perdidos»...ou para o «prado do repouso»...
Não extirpem o danoso virus da opacidade e verão onde isto vai parar...
Ainda no outro dia na sede do PS alguém disse ENA PÁ, O CAMARADA TONE HOJE NÃO VEM À REUNIÃO PORQUE APANHOU O PALERMISMO. É uma doença deveras complicada que é preciso combater.
Os Leões ganham em Bilbau.
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ResponderEliminarE se em 74?…
ResponderEliminarNão tem havido revolução ou esta tivesse sido dominada?
Sem 25 de Abril, o mundo não evoluiria de forma muito diferente. A guerra colonial teria de ter uma solução política, sob pena de o país acentuar a sua situação de pária à escala internacional. A então CEE e os gringos derrotados no Vietname, mas a não quererem perder a África Austral para a órbita soviética, constituiriam o isco e a pressão à negociação política. Uma evolução política à espanhola seria incontornável.
Evitaríamos Vasco Gonçalves e as suas ruinosas nacionalizações; as imbecilidades de Otelo e de toda a restante tropa fandanga; o socialismo na Constituição e o Estado Social criado por decreto; o endividamento galopante e, quiçá, os resgates pelo FMI.
A alternativa ao 25 de Abril seria essa, não a perpetuação do regime. E hoje estaríamos indiscutivelmente melhor, sem ter de aturar estes patéticos rituais beatíficos das comemorações. E afinal para comemorar o quê???
http://blasfemias.net/2012/04/25/e-se-em-74/
Comemora-se o derrube de um ragime bafiento e que não cedia em encontrar uma solução política para as colónias e insistia cegamente na opção militar. Se não houvesse derrube por parte da própria estrutura militar portuguesa, ninguém garante que o desfecho fosse esse que para aí lamuria porque o regime faria finca-pé até ser arrancado à força, quer pelos portugueses ou por forças externas!
ResponderEliminarComemora-se o derrube de um ragime bafiento e que não cedia em encontrar uma solução política para as colónias e insistia cegamente na opção militar. Se não houvesse derrube por parte da própria estrutura militar portuguesa, ninguém garante que o desfecho fosse esse que para aí lamuria porque o regime faria finca-pé até ser arrancado à força, quer pelos portugueses ou por forças externas, sua besta fascista! Uma verdadeira REVOLUÇÃO deveria ter sido à lei da bala e todos os que no regime colaboravam e que faziam parte da estrutura corporativa opressora sumariamente executados. Sim, porque esses foragidos chupistas voltaram logo depois do seu exílio no Brasil para continuarem a explorar impediosamente o povo… Até hoje!
ResponderEliminarE nas nalgas?
ResponderEliminarAo Anónimo aí de cima que "comemora o fim de um regime bafiento", etc, etc...
ResponderEliminarAos "foragidos chupistas" juntou-se a pandilha das associações de malfeitores a que chamam "partidos políticos" mais toda a parasitagem que rapina à sua volta, boys, girls, autarcas autocratas, "gestores" públicos, nacionais, regionais e municipais e outros campeões da corrupção e da roubalheira, tudo gente pequena, meros serventuários de quem, de facto, manda, os usurários e agiotas caseiros e da estranja.
..."para continuarem a explorar impiedosamente o povo... Até hoje !"
Pois é, mas hoje muitíssimo mais que ontem...
Há uns desgraçados blasfemos cuja as opiniões temos de respeitar, apesar de discordar. È deixá-los falar, porque felizmente hoje podem-no fazer ao passo que a 24 de Abril de 74 tinham de falar sozinhos. Que aproveitem bem a liberdade de pensar que nos foi concedida em vez de andarem ressabiados a terem sonhos húmidos com os ontens em que cantavam a bela canção da mocidade.
ResponderEliminarDiscutir o 25 de Abril nesta altura é um pouco como discutir a restauração da independência. Seria melhor se fossemos todos Espanhóis? Sem 25 de Abril teríamos uma transição pacífica como a de Espanha e estaríamos melhores?
ResponderEliminarAgora não interessam muito estas perguntas. Interessa é olhar para a frente com o que temos e no estado em que estamos e criar um futuro melhor.
Há quem defenda que na génese do 25A esteve o descontentamento dos oficiais milicianos com a guerra ultramarina - nº de comissões, condição militar, etc... - muito mais do que quaisquer preocupações de ordem política ou ideológica.
ResponderEliminarOportunisticamente os partidos e o PREC "apropriaram-se" do golpe militar e forneceram-lhe a carga "genético-ideológica".
Esta teoria, vale o que vale mas dá que pensar...
Na Verdade, as consequencias negativas do 25 Abril foram de tal modo gravosas para a sociedade que há quem questione se valeu a pena. Não pertenço a esse grupo de pessoas, mas comprendo-as. Prefiro sempre viver em liberdade, ainda que mais pobre. Não tenho dúvidas que estariamos, sem revolução, mas com uma transição pacifica para a liberdade, como pretendiam Sá Carneiro, Rebelo de Sousa(pai do Marcelo) e Adriano Moreira, da Ala Liberal do Regime, hoje muito mais ricos(temos hoje um PIB, descontando a Inflação, identico a 1973, se não inferior).
ResponderEliminarO periodo pos 25 de Abril, até 25 de Novembro, foi de destruição maciça do aparelho produtivo, com nacionalizações e greves diárias e consequente venda de Ouro deixado pelo anterior regime. Entrámos por 3 vezes em bancarrota(79,83 e 2011).
Em termos economicos e financeiros foi um desastre.
Resta-nos a Liberdade de podermos dar a volta, o que é o mais importante.
OBS: Temos ainda uma constituição pró-comunista(que não se pode referendar, por que será?) e temos um conjunto de parasitas, com Mario Soares à cabeça, que não se importariam nada que isto virasse comunismo, pois o seu dinheirismo deve estar todo fora do País. O unico homem de estado verdadeiramente patriota, que esteve ligado ao 25 de Abril mas também no 25 de Novembro, é Ramalho Eanes.
A maior parte dos militares que estiveram envolvidos no 25 de Abril, pretendiam ficar a mandar no País e transformá-lo numa Cuba à Europeia. Há dúvidas sobre isto? O Otelo é a figura mais conhecida do MFA. Grande democrata, este senhor.
Desculpe lá Pirate mas não sabe o que diz. Na génese do 25A esteve o descontentamento dos oficiais do quadro com a promoção dos milicianos. Mas cedo o descontentamento tomou uma carga ideológica que visava a restauração da democracia em Portugal. Leia se faz favor o programa do MFA, que até está disponível do arquivo histórico no site do Governo da República. Portanto, foi mais do que um mero golpe militar...
ResponderEliminarA destruição maciça do aparelho produtivo não ocorreu num ano, sr. Carlos F.
ResponderEliminarUm dos principais responsáveis pela destruição do nosso aparelho produtivo está hoje sentado na cadeira de presidente da républica. Foram muito pior os 10 anos de cavaquismo para o aparelho produtivo, basta ver o que aconteceu às pescas, agricultura, metalurgia, etc. Atirar as culpas para outros não é bonito, e só mostra mais ressabiamento.
A destruição do aparelho produtivo deve-se a Cavaco Silva, é verdade. Mas tambem se deve ao PREC, a Soares, Guterres, Durão, Santana, e, sobretudo a essa desgraça chamada José Sócrates. E estes que lá estão tambem não prestam, tal como os que os antecederam, tudo gente que nunca fez nenhum, tiraram o canudo nas Jotas, verdadeiras escolas da intriga, da traição e das facadas nas costas uns dos outros, em constante luta pelos tachos, que é a única coisa que os move.
ResponderEliminarO sistema actual está mais que podre.
Deveríamos ser governados pelos melhores de nós.
Como lá chegar ?
Francamente, não sei.
GreenMan afirma que "a destruição maciça do aparelho produtivo não ocorreu num ano"...
Afinal, havia "aparelho produtivo", que vinha do antigamente, só podia.
E, eu que pensava que antes do 25/04 não havia nada, era a escuridãoi total, andávamos todos a quatro...
Ele há cada patusco...
O aparelho produtivo vinha do antigamente, pois claro. A geração espontânea há muito que está provado não existir. O problema sempre foi a atitude feudal de quem controlava esse aparelho, que levou à inevitável revolução.
ResponderEliminarQuanto aos homuncúlos das jotas, isso sim, em Portugal temos verdadeiros case-studies. Mas aí os únicos culpados são os portugueses que em 30 anos votaram sempre nos mesmos jotinhas, caciques, e aventais que nos arrastaram para esta situação.
O vírus da opacidade mina a estrutura macroeconómica e os alicerces da própria democracia. a supervisão é ineficaz, as assembleias municipais não podem fiscalizar os executivos a própria AR é uma caixa de ressoancia do poder executivo, enfim, veio a «troika» e ficamos a saber coisas da Madeira, dos municípios, das empresas municipais, das parcerias publico-privadas... enfim, vamos ser tutelados do exterior por causa da ineficácia das tutelas internas. E o regime caminha a passos largos para os «passos perdidos»...ou para o «prado do repouso»...
ResponderEliminarNão extirpem o danoso virus da opacidade e verão onde isto vai parar...
Hony soit qui mal y pense!
Ainda no outro dia na sede do PS alguém disse ENA PÁ, O CAMARADA TONE HOJE NÃO VEM À REUNIÃO PORQUE APANHOU O PALERMISMO. É uma doença deveras complicada que é preciso combater.
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