Foi bonito ver entrar o Yannick para tentar dar a volta ao resultado contra a académica. Afinal Jesus prepara desde já a sua carreira como stand-up comediant... Espero mais comédia na 6ª feira, agora com o valioso contributo de Vitor "Schettino" Pereira, enquanto o sonhador não é corrido de londres.
Isto é lamentável, mas inevitável. É isto que Medina Carreira se tem farto de dizer: As pessoas podem berrar que têm direito à saúde, às reformas, a estradas de borla, etc. Quando chegar à altura e não houver dinheiro, acabou! Chegou essa altura, pelo menos para estes medicamentos. Não me surpreenderia ver a Roche e outros grandes laboratórios abandonar o nosso País. Por um lado não pagamos, por outro, com os preços no ambulatório a cair a pique, corre-se o risco de ficarmos apenas como uma plataforma de exportação de medicamentos, o que obviamente não interessa à indústria.
Essa jogada da Roche é asquerosa mas compreensível. E tendo em conta a tendência para centralizar os cuidados especializados a nível europeu (sim, vamos perder alguns centros mais especializados para irmos fazer tratamentos ao estrangeiro), não é assim tão grave. Vamos acabar por consumir os medicamentos da Roche a Espanha, França, Alemanha, etc...
Sexta feira, ao fim da noite, teremos um tête à tête...
ResponderEliminarFoi bonito ver entrar o Yannick para tentar dar a volta ao resultado contra a académica. Afinal Jesus prepara desde já a sua carreira como stand-up comediant...
ResponderEliminarEspero mais comédia na 6ª feira, agora com o valioso contributo de Vitor "Schettino" Pereira, enquanto o sonhador não é corrido de londres.
Acabou-se!
ResponderEliminarhttp://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=31&did=52331
Isto é lamentável, mas inevitável.
É isto que Medina Carreira se tem farto de dizer: As pessoas podem berrar que têm direito à saúde, às reformas, a estradas de borla, etc. Quando chegar à altura e não houver dinheiro, acabou!
Chegou essa altura, pelo menos para estes medicamentos.
Não me surpreenderia ver a Roche e outros grandes laboratórios abandonar o nosso País. Por um lado não pagamos, por outro, com os preços no ambulatório a cair a pique, corre-se o risco de ficarmos apenas como uma plataforma de exportação de medicamentos, o que obviamente não interessa à indústria.
Essa jogada da Roche é asquerosa mas compreensível. E tendo em conta a tendência para centralizar os cuidados especializados a nível europeu (sim, vamos perder alguns centros mais especializados para irmos fazer tratamentos ao estrangeiro), não é assim tão grave. Vamos acabar por consumir os medicamentos da Roche a Espanha, França, Alemanha, etc...
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